30 dezembro 2007

Fim de ano...

Para finalizar este ano, venho relembrar, não desgraças, muito menos, estou para aqui com lamurias ou simples frases desconexas de sentido objectivo e dramático; contudo, assalta-se-me uma dúvida quase existencial, quase histórica, mas com carácter pessimista para quem a vive, ou pior ainda, está na lista dessa possível vivência. A dúvida diz respeito ao encerramento de sap's, e urgências hospitalares, que foram criadas, pressupõe-se, com a finalidade de socorrer a saúde das populações por elas (sap's e urgências) servidas. A dúvida é legitima, perpassa o simples económico, e vai ao encontro do social, da justificação última de um Estado social, que afinal, a cada novo dia, afunda-se na tirania do económico-político. A Democracia, entendida como pilar da liberdade, da justiça, também social, pois sem esta não existe a outra, e das garantias dos cidadãos em ralação a boa "governabilidade" do Estado, parece, à luz destas medidas, a antítese de si mesma, quer dizer, proclama uma coisa, e no dia a dia faz uma outra bem diferente, contrária mesmo aos seus princípios, às necessidades das populações, que afinal, são o sustentáculo dessa mesma democracia, mas que, infelizmente, só servem para fazer uma cruz na hora de eleger um mentiroso!
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Aos meus amigos e caros leitores, desejo uma excelente entrada no Novo Ano!!!

28 dezembro 2007

Forca

Imaginem, quantos belos pescoços de políticos pós 25 de Abril, ficariam ali tão bem. Apertadinhos, de laço ao pescoço, preto ou a cores, que fica maravilhosamente bem num fato armani, num daqueles tecidos que saltam logo à vista. Enfim, por cada enforcamento, uma nova flor deve nascer na triste democracia. É um favor praticado em benefício da pátria. Um bem colectivo que deve insuflar alegria e dinamismo a todos os verdadeiros Portugueses...

26 dezembro 2007

21 dezembro 2007

Solstício de Inverno

Hoje celebra-se o solstício de inverno. Data simbólica propícia à cerimónia, ao recolhimento, ao relembrar os caídos. Lembrar os heróis, que souberam personificar o Ideal: é ritualizar a vida, a passagem, a evolução natural dos seres diferenciados. - Quem não der o primeiro passo hoje, arrisca-se a ver o futuro a passar diante dos olhos! Se nós somos o presente - porque abdicamos da nossa responsabilidade face à transformação desse mesmo presente!? Porque permanecemos à espera que outros dêem o primeiro passo, se o domínio do nosso corpo a nós pertence...Aproveita a introspecção que a data simbólica obriga, e transforma a apatia em acção, em discernimento activo, transformador. Sê tu mesmo, sem artimanhas ou máscaras passageiras. Agarra o presente com as tuas mãos. Enche o peito de ar, e fita o inimigo bem de frente, sem medo nem temor. A história pode ser escrita por ti - o suor ou o sangue que escorrer pela pena é o menos importante, o que fica: é quem nós fomos, e o que fizemos! O resto, é matéria para o Criador fazer outros corpos que virão substituir-nos! Entrega-te e sente-te vivo! Caminha...

20 dezembro 2007

Legião Vertical

O princípio na Tradição, ou a vivência do Ideal, podem estar onde menos se espera! O mestre só aparece quando o discípulo estiver preparado. Utilizando uma parábola terrena: só se consegue ouvir uma emissora se se sintonizar determinada frequência. Nem mais nem menos. Perscrutar incessantemente o conhecimento da verdade, ou uma aproximação à verdade, deve ser o fim em si mesmo que o neófito deve experimentar...

18 dezembro 2007

Tratado de Lisboa

O tratante de Lisboa foi assinado por pouco mais de duas dúzias de tratantes democratas. A partir desta data muito histórica, e no que diz respeito a Portugal, o desemprego vai baixar, os salários irão subir em flecha, os políticos deixarão de dizer mentiras, nem oferecer falsas promessas ao povo triste e pobre, a criminalidade irá baixar, os empresários começarão a trabalhar, a saúde melhorará a olhos vistos, as pensões de miséria deixarão de existir, as crianças não mais passarão fome, a droga irá acabar, enfim, tudo de mal que assola o sistema perfeito democrata parece que irá ter fim! E depois, que será de nós, satisfeitos, ricos, e com muita saúde!? Que iremos fazer, se já teremos tudo o que desejamos...
Não há nada como ter uma democracia, onde se pode mentir e roubar à vontade, sem prejuízo do vizinho, nem medo da justiça, por esta se encontrar refém do sistema...e mais não digo, porque ainda tenho muitas histórias para ler, coisas de Deus.

17 dezembro 2007

Justiça para totós...

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Bem podia ser o título de um ensaio sobre a justiça, mas é infelizmente sobre um processo que remonta aos anos de 1988/89. Não sei o que é a justiça, nem muito menos que conceito a sustém, se é que existe algo que a possa definir. Retenho isso sim, um conceito saído da República de Platão, e que assenta que nem uma luva no pretenso conceito moderno de justiça para todos, ou dito de um outro modo mais simpático, para totós!!! Esse conceito de que vos falo, definia-o Trasímaco da seguinte forma: deve convir ao mais forte. No caso das democracias modernas e muito igualitárias (também para totós), só aos astutos governantes e respectivos amigos e compadres e outros, é que convém esta linda justiça; aos outros, ao povo, convém acreditar no dia de amanhã, como se amanhã, a justiça o fosse servir justamente!...

15 dezembro 2007

Portugal medíocre

Asno feliz por viver em Portugal
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Afirma-se por aí, que o tribunal muito constitucional, ou inconstitucional, se prepara para extinguir partidos com menos de 5000 militantes inscritos nos cadernos partidários.
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Quer isto dizer, que, se eu conseguir juntar 4999 homens bons, do melhor que há no país, e quiser formar um partido político à margem dos actuais enganadores, não posso, porque falta-me um homem bom para perfazer os 5000.
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Então, o fundamento da democracia, está na quantidade, e não na qualidade, o que significa, que asnos, é o que há mais por aí!!! E eu não quero fazer um partido à base de asnos, mas sim assente em homens bons.

13 dezembro 2007

Comentário...de Carlos Portugal

A necessidade de travar o actual e catastrófico estado de coisas é, como se usa dizer, «para ontem». Na verdade, a corrupção é apenas uma das facetas intrísecas do «novo sistema» que estes ignóbeis querem impôr, sendo o nosso Portugal - uma vez mais - o «balão de ensaio» a que o tal eurocrata criminoso se referiu. Vem isto a propósito de dois dos seus postais, o presente, e o anterior, de umas «medidas» bombásticas e extremamente graves anunciadas ontem pelo governo (temos de deixar de usar a palavra «executivo», pois faz parte da nomenclatura programadora de mentalidades) e ainda de um filme muito recente e aparentemente louco e superficial, que é o terceiro «episódio» dos «Piratas das Caraíbas». Bom, passo a explicar: os «powers that be» actuais, o polvo que tenta dominar o planeta e que dá por diversos nomes, mas que se resume ao poder mercantilista e plutocrático das grandes dinastias bancárias e dos grandes conglomerados globais, está a preparar o ensaio da fase final de implementação do seu regime, um misto de estalinismo com capitalismo selvagem (comparável à «Companhia Inglesa das Índias Orientais» do aludido filme). Portugal é, como disse, mais uma vez o balão de ensaio. A ideia é privatizar tudo, passando o Estado a ter meramente a função de zelar pelos interesses económicos dos grandes accionistas das empresas globais que se apropiam das «terras, cousas e gentes» do País. Começaram pela Saúde, com os «hospitais S.A.», e o fecho de urgências e maternidades, substituindo-as por clínicas privadas, com os tristíssimos resultados que os «media» apenas deixam transparecer. Repare-se que não sou contra o sector privado, mas a ausência de concorrência em relação a este (e não nos iludamos com «concorrências» entre empresas privadas, pois nesta maldita globalização estas estão todas cartelizadas) vai fazer com que os «hospitais s.a.» ditem as leis, estabeleçam os preços - sempre no maior interesse do lucro - e cheguem a não tratar doentes por estes não terem um «seguro de saúde». A este propósito, as pessoas ainda não se aperceberam que, uma vez «esgotado» o «plafond» do dito seguro (o que é rápido, no caso de doença), os prémios são imediatamente aumentados para valores de usura descarada, nunca compensando o valor pago. Depois, querem «privatizar» as estradas de Portugal - não o organismo, mas as ESTRADAS - entregando-as como prenda a uma qualquer empresa da cambada. Esta irá então impôr portagens em todas elas, começando pelos itenerários principais, implementando assim um neo-feudalismo (sem as coisas boas que o Feudalismo também tinha, e que se omitem, começando pelo princípio da Honra). Ou seja, para nos deslocarmos no nosso País, pelas estradas construídas pelos nossos avós (as AE já são pagas a peso de ouro), vamos ter de pagar aos verdugos que nos escravizam. Por fim, vem a «notícia» de que querem acabar com as duzentas e tantas comarcas judiciais do País para formarem apenas 23 «super-tribunais». Antes de mais, a «ideia» não é nova, já foi tentada com a história (felizmente abortada) da «cidade judiciária», há alguns anos atrás. Foi também testada com o desastre de substituir centenas de esquadras de polícia pelas ditas «super-esquadras», tendo como resultado imediato um aumento brutal da criminalidade e da insegurança nas zonas onde as esquadras foram extintas. E agora, vêem com os «super-tribunais», já se falando nas «super-escolas». Qual a razão deste exercício de aparente magna imbecilidade? Explico: A finalidade é tão-somente a de PRIVATIZAR totalmente a Justiça, as polícias e o Ensino, entregando-as aos ditos conglomerados macro-económicos para que eles também deles tirem lucro (ou seja, de todos nós). Nesses «super-tribunais», o juiz-presidente é substituído por um GESTOR (!!!) empresarial, possivelmente nomeado pela banca, que fará também o papel de comissário político. Os juízes serão assim controlados como qualquer empregado de uma empresa e «castigados» ou despedidos se as suas decisões forem contra os interesses da «empresa judiciária» ou de algum dos novos tubarões. E a que Tribunal de Trabalho se irão eles queixar, se todos são controlados pelo empregador? E os milhares de desgraçados despedidos sem justa causa de empresas privadas (serão todas) a quem se irão queixar? Isto significa, simplesmente, o fim do Estado de Direito, vigente na Europa pelo menos desde o Império Romano. Nas escolas, circulam exactamente os mesmos rumores. Assim, os filhos dos «sponsors» acabarão sempre por ter boas notas e carreiras asseguradas, e os outros, professores incluídos...Sabendo da «qualidade» dos nossos «gestores» e políticos, é um pesadelo mais horrendo do que qualquer ficção totalitária. Ou produzes e consomes, dando lucro ao sistema, ou seja, à oligarquia dominante, ou és descartado...Termino este longo comentário (o Caro Thoth desculpe-me) com a tal referência ao aparentemente louco filme. Há dois momentos a reter: logo a sequência de abertura, com o enforcamento dos civis acusados (por um tribunal da Companhia das Índias, não do governo de Sua Magestade) de colaborarem com os piratas. É uma jóia de simbolismos vários:- Repare-se de que quem governa e administra «justiça» não é o governo, mas sim a Companhia privada (o que aconteceu realmente no Séc. XVIII);- Repare-se na enumeração dos direitos e liberdades suspensos ou eliminados. A terminologia não é a da época, mas sim uma paródia amarga, quase ponto por ponto, ao «Patriotic Act» do presidente Bush. Pouco mais tarde, o poder do Estado tradicional é eliminado pela Companhia na figura do Governador, que é assassinado quando já «tem valor» para aquela, ou seja, já «não dá lucro», tornando-se um entrave;- Repare-se também na bandeira da Companhia: uma «invenção» curiosa para o filme, com as cores da bandeira da União Europeia (a verdadeira bandeira da Companhia Inglesa das Índias Orientais era vermelha e branca, com um padrão muito semelhante à actual bandeira grega, que é em azul e branco);- Repare-se igualmente na moeda que o miúdo condenado faz girar entre os dedos: um dobrão espanhol filipino (e não uma «peça de oito», como dizem no filme), simbolizando o poder do dinheiro, que é retirado a quem - como o miúdo - não pertence à Companhia. - Por fim, o miúdo é enforcado e a moeda voa, cai, aparecendo então o título/legenda: «No Fim do Mundo». Fabuloso. O segundo momento é a frase do director regional da Companhia, quando o navio-almirante Endeavor está a ser despedaçado a tiro de canhão pelos piratas. Com uma expressão vazia, resultante da perplexidade de quem vê os planos não seguirem pelo rumo traçado, apenas consegue murmurar «It's only good business»...E é contra este «good business» de alguns - corruptos e gananciosos até à medula - que temos de lutar - hoje, agora - para que os tempos mais próximos não sejam «O Fim do Mundo» para a esmagadora maioria dos Seres Humanos. Quanto à «democracia», já era, se é que alguma vez foi (nem na Grécia).
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O deus dinheiro parece estar a ganhar a guerra em todas as frentes!?
Que fazemos nós?
Porque esperamos?
A onde está o futuro, e a quem pertence?

05 dezembro 2007

Boletim Evoliano


Leitura obrigatória, para quem já não acredita na democracia, muito menos, nos democratas caseiros, que servem outros interesses, que não os nossos.

29 novembro 2007

Corrupção política

Fátima Felgueiras custeou a sua fuga para o Brasil quando ignorou o mandado do Tribunal da Relação de Guimarães que determinava a sua prisão preventiva, com o dinheiro da autarquia de Felgueiras.
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Não sou eu que o está afirmar, vem no Correio Da Manhã.
Este parece ser um país do terceiro mundo. Nem polícias, nem secretas, nem ministério público, que só persegue tristes e extremistas de trazer por casa, nem governo, nem tribunais, nem presidente dos tugas, conseguem prender políticos corruptos. Porque será? Eu digo-vos, são eles os fazedores das leis muito democratas. Já me metem nojo, todos os calados, e os que vivem desta pouca vergonha. É isto a democracia, é esta merda a democracia. Não acordem, e vão ver a onde irá parar este país. A cada dia que passa, a revolta avoluma-se, dá força e forma àqueles que já não acreditam nos democratas corruptos, que nos roubam descarada e despudoradamente, e ainda têm a distinta lata de se rirem de nós. Porque esperais por uma revolução? Amanhã poderá ser tarde de mais!

22 novembro 2007

Procurador Geral da República dos Tugas II

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Ora muito bem, já é o terceiro artigo que escrevo sobre o excelentíssimo procurador da república dos tugas. Primeiro, começou por dizer que não gostava de blogues, logo, de quem escreve e publica na Internet. Depois, que não gostava de escutas, logo, de quem escuta, e pior ainda, de quem manda escutar, com a respectiva assinatura de um magistrado. Agora, vamos lá saber porque, também não gosta de ser equiparado aos funcionários públicos. Ao ouvir este senhor, com um cargo importante, interrogo-me duas vezes, porque uma é muito pouco. Onde é que o governo foi desencantar esta figura? A outra interrogação é mais extensa, e versa matéria sensível à Democracia. Estando os poderes divididos em três na teoria, na prática sabemos que é tudo treta, e que a separação de poderes é uma grande manha democrática, pilar fundamental assente em nada! Então o referido espécime não gosta de ser equiparado ao funcionário público, porquê? Por se achar acima deste, por não gostar deste, por ter medo de perder o que este perde com os democratas. Mas afinal quem paga a este senhor, quem o formou, que matérias escolares este senhor aprendeu, que percurso académico, em que escola. Este senhor esquece-se que até agora tudo era Estado, saído do mesmo sítio, com o dinheiro dos impostos pagos pelos portugueses. Se o Estado lhe paga, este é público, por ser de todos, embora de meia dúzia. Continuo a achar que a primeira questão é a mais apropriada ao espécime: Onde é que o governo foi desencantar esta doce figura? Há tanto crime lá fora para investigar, e a preocupação do senhor, ora é sobre blogues, sobre escutas, ou sobre se gosta ao não de ser funcionário público. Se não gosta, é fácil - partir pedra faz muito bem às mãos, cria calos e estraga as unhas!
Já chega de lamurias democratas, façam um favor ao povo, governem, respeitem o cargo que ocupam, e deixem a conversa da treta para os drogados e afins!

18 novembro 2007

Comentário

A seguir transcrevo na íntegra, um comentário feito ao texto da Análise, por Carlos Portugal, pelo menos, é assim que se intitula ao assinar.
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Caro Thoth: Esta plutocracia cleptocrática e globalista (para utilizar vocábulos a deitar para o erudito, evitando resumir tudo a «roubalheira») tem vindo a ser planeada há décadas, apenas aferida aqui e além, ao sabor das reacções dos povos-cobaias. A fórmula «democrática», como muito bem escreve, está esgotada; ou seja, estava já esgotada há muito: já Platão lhe chamava «o segundo PIOR sistema político possível». Isto porque descamba inevitavelmente para um triunfo da mediocridade - na melhor das hipóteses - ou para uma tirania, na outra. E é nesta outra que nos centramos, na tirania «democrática». É claro que os seus mentores sabem perfeitamente que esta «democracia» é apenas uma fachada para o desmando gigantesco que estão a perpetrar no planeta e nesta Nação. Já os velhinhos «Supertramp» cantavam o «Crime of the Century», com muita propriedade e sabendo provavelmente do que se tratava. Muito bem (ou muito mal); estes neo-criminosos globalistas propõem-se simplesmente a criar o planeta-empresa-campo-de-trabalhos-forçados, ou seja, subverter todas as formas de governação e soberania para imporem a sua «Nova Ordem Mundial», em que uma oligarquia auto-proclamada e mais ou menos anónima se serve das pessoas, das nações e do planeta como de uma empresa destinada a gerar lucro e apenas lucro. As pessoas deixam (deixaram) há muito de ser pessoas para passarem a ser «recursos humanos», equipamento, como os clips, as fotocopiadoras, quando muito os computadores. Se não gerarem lucro, são descartadas. Com os «recursos» naturais passa-se o mesmo. Aliás, a mentalidade é a de «après moi le Déluge», servindo os discursos «ecológicos» apenas para desbravar mais nichos de mercado e extorquir mais dinheiro às populações, em «impostos ecológicos». É aqui que entra a cleptocracia, a extorsão a toda a força. Sobre as populações, sobre o ambiente. Para isso, inventam-se todo o tipo de desculpas, desde «conjunturas económicas», «déficits», etc, num jogo absurdo que qualquer ser pensante rejeitaria por evidente falsidade. Para manter este esmagamento populacional em marcha, é criado um autêntico estado policial, que faria empalidecer uma Gestapo, pois é muito mais repressivo e subreptício. A maior parte das suas actuações criminosas são negadas publicamente, as outras são «justificadas» por outra farsa corrente: a questão da «segurança». E aqueles que ainda não estão imbecilizados por futebolites crónicas ou telenovelites agudas, são marginalizados, apontados a dedo, perseguidos, ou mesmo - se fizerem muito barulho - apelidados de «terroristas» e «desaparecidos» para qualquer choça escondida algures no «mundo global». Já não há governos, apenas testas-de-ferro da dita oligarquia; já não há políticas, mas apenas cenários pretensamente justificativos de «medidas» aberrantes e de outro modo totalmente inaceitáveis. Despejam-se doses maciças de subliminares sobre a população, inoculam-se-lhe doenças, esmagam-na com uma repressão (i)moral, económica e física absurdas, perseguem-se todos quantos discordam da destruição do mundo que conheceram. E Portugal é um balão de ensaio para estas «medidas», como afirmou há bem pouco tempo um comissário europeu, muito satisfeito com a enormidade. Só que os povos têm uma Alma, e os Deuses não dormem. E, quando essa Alma despertar as pessoas, o destino dessa oligarquia criminosa afigura-se bem funesto. E estamo-nos a aproximar rapidamente desse ponto.
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Inicio, com a publicação deste comentário, uma nova era de comunicação deste blogue, pois a partir de agora, todos os despertos nele têm lugar. Não nos podemos conformar com a democracia, muito menos com os políticos fantoches que nos desgovernam em nome da mentira histórica. Todos os meios são válidos. Se queres ganhar ao teu inimigo, utiliza as mesmas armas...

14 novembro 2007

Análise

Cada novo dia de adiamento, semana, mês, ou até mesmo ano, faz indelévelmente capitular a pretensão sã de querer impor um outro sistema governativo. A democracia, há muito que deixou de servir, um exemplo prático é o do capital, quer dizer, quando o sistema não consegue ou não quer solucionar os reais problemas da nação, consequentemente do povo, diz que tudo se deve à conjuntura económica, que nada ou pouco pode fazer para remediar (se é que há remédio) o mal que ele próprio criou (o sistema). Enfim, treta económica e política, que limita no tempo e no espaço a capacidade de manobra dos anti sistema. Teoria, não falta, organizações bem intencionadas também não, o que parece faltar: é a verdade de coração, de entrega, de militância nobre à causa de todos, mesmo dos adormecidos...Voltando ao início, o adiamento da acção periga a própria acção, destrói-lhe a finalidade, cria inimizades nunca imaginadas, e pior ainda, dá alegrias aos continuadores da destruição do bem comum, que são os democratas da minha terra. E digo da minha terra, porque por ora, é aqui que vivo, que respiro, que me sinto vivo, e ainda com forças suficientes para, de uma vez por todas, iniciar o derrube das instituições ditas democráticas, mas que afinal, não são nada, mascaram-se de democracia, mas são plutocratas. Um dia destes, nem o sis, nem o sied, nem coisa nenhuma, vai conseguir conter a mudança...Haverá dia com certeza! Isso vos garanto homens da minha terra...

05 novembro 2007

"Futebolite" aguda

Depois de um fim-de-semana de "futebolite" aguda, o povo, entenda-se, maioritariamente masculino, começa a semana a discutir futebol: o resultado do clube A, B, C, etc., o arbitro beneficiou aquele em desfavor do outro, o treinador do clube A, B, C, é isto e aquilo, o jogador que joga e o jogador que se recusa a jogar, como se a doença do futebol fosse a única doença de que o país padece. Insegurança, aumento da criminalidade violenta, listas de espera na saúde, deseducação, mentiras políticas, injustiças sociais e jurídicas, eis o quadro incompleto da verdadeira doença de que padece o país. Não sei se o futebol é um escape para esta realidade, ou se é mera alienação, entretenimento para o povo. O que se pode depreender desta análise, ou dos sintomas da doença colectiva, remete-nos para a justificação do próprio sistema Democrático, quer dizer, a partir dos dados de que dispomos, das politicas sociais implementadas, concluímos, que a política pouco ou nada serve para a resolução dos problemas reais da nação. Os grupos económicos, as seitas secretas, os partidos políticos, os sindicatos, as ordens, as fundações, as sociedades SA, e as associações disfarçadas, parecem ter mais peso nas acções governativas dos governantes, que as condições sócio-económicas do povo, que os elegeu, convictos que iriam ser bem servidos. Afinal, a Democracia não nos serve, a Democracia é um logro, um engano gigante, uma falsidade, um Deus habilmente criado, para ser adorado por todos. Mas no fim, o importante parece ser o futebol, o resultado, a emoção e a "treta" colectiva que é a Democracia, onde todos somos iguais perante nada e por nada!

29 outubro 2007

"Estudos custam mais de 190 milhões"

O Governo prevê gastar no próximo ano mais de 190,4 milhões de euros em estudos, pareceres, projectos e consultadorias. Uma verba que representa um aumento de 74 milhões (62 por cento) em relação ao montante despendido este ano : 116 milhões.
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O porquê dos estudos? Ou dito de uma outra forma mais simpática, para que servem?
Dir-vos-ei, que a resposta é de fácil compreensão. Mas o motivo, está para além do entendimento das massas. Pior ainda, vai para além daquilo que o governo estabeleceu, ao pedir aos portugueses contenção, ao exigir dos seus serviços moderação em matérias, digamo-lo sem medos, mais importantes ao bom funcionamento do país do que qualquer estudo arquitectado com outros fins...O porquê, radica naquela formula democrática liberal, de, por todos os meios, enriquecer à custa do erário público. Como os salários e outras mordomias estão tabelados por decretos leis, e normas afins. É difícil ao novo príncipe elevar o salário, e então como procede, nada mais simples, cria a figura do estudo, estudo para isto, estudo para aquilo, e assim lá vai o dinheiro, tudo claro está, dentro da lei, lei democrática, sempre feita ao sabor do novo príncipe. O que os estudos não estudam, é a quem pertencem as empresas de estudos: Quem as criou? Para que fins? Que relações existem entre o empresário e o político? Se os seus donos, são portadores de cartão, se são, a quanto tempo o são, e pela mão de quem. Quem no futuro, irá beneficiar com a implementação do novo modelo, saído do estudo tido como referência. Quem é prejudicado, e quem beneficia... Como podem constatar os meus caros leitores, mais ministério público, mais sis, e mais qualquer coisa, este tema, daria pano para fazer muitas mangas. Mas como tudo o que incomoda é rapidamente arquivado, fica-nos ao menos o consolo de o ter referido aqui, logo, ficar como legado do que se deve fazer...
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Existem por aí muitos adormecidos, ou acordados, dependendo da perspectiva. Mas todos muito preocupados com o estado da nação...ao menos isso!

26 outubro 2007

Análise de fim de semana

Após o tão proclamado e afamado tratado de Lisboa, que parece ninguém querer analisar ou compreender. Convém não esquecer o que pretendemos, enquanto povo, com uma língua distinta, e pouco mais, «à excepção de uma apurada linhagem de sangue vinda do tempo do primeiro rei», e que agora, mais evidente, se vai diluindo na miscigenação liberal dos costumes, crenças, e sangue. É tempo de fazer uma escolha acertada, quer dizer, quando falamos e respiramos Europa, o que queremos de real da Europa, se nela estamos desde os primórdios da nação? Não podemos, sob pena da saudade de perder a pátria, ficar na indiferença colectiva, constante, e quase definitiva imposta pela pseudo elite governativa, casta eleita pelas seitas também pseudo secretas que inventaram história para se justificarem de forma Tradicional, e mostrarem aos demais como muito antigas que são...meia dúzia de séculos e pouco mais!
Uma pergunta desde já se revela pertinente: Como portugueses, para onde queremos ir? Se é que queremos ir a algum lado... Será que queremos deixar de ser portugueses? Será que queremos que os eurocratas mandem definitivamente nos portugueses, sob a troca indelével da entrega da soberania nacional? O entretenimento, o dinheiro de Bruxelas, e o vício, parecem estar a transformar os portugueses em dóceis seres domesticados que latem de alegria quando alguém lhes dá um biscoito. Um rápido olhar pelos blogues, fico logo com a impressão que ser do clube A ou do clube B, é bem mais importante e anima muito mais, do que qualquer nacionalismo sincero e verdadeiro. O que interessa, é discutir o resultado do jogo, do entretenimento. Quando, na verdade, o que deveria interessar, era o problema real do país, da vivência do povo enquanto raiz comum de uma mesma pátria. Até lá, discute-se o acessório, pelo meio, uma ou duas palavras sérias sobre os assuntos da pátria, e logo a seguir, o entretenimento - é isto. E isto somos nós, portugueses, susceptíveis à miscibilidade, enquanto nos deixamos enredar em pequenas disputas e quimeras próprias de gente "impreparada" para os desígnios da nação.

24 outubro 2007

Procurador Geral da República dos Tugas

Ao que o Deus Thoth, teve acesso, por ser omnipresente, diz respeito ao novo acordo ortográfico entre aquele que diz alegremente não gostar de blogues (PGR), e o poder judicial, poder desconhecido que se procura justificar nos meios de comunicação social por meio das novas detenções por delito de opinião e outras quimeras, enquanto que o crime de colarinho branco se passeia por aí cada vez mais branco, e a seu belo prazer. Mas voltemos ao acordo, quer dizer, ao renovado na sua importância, verbo transitivo: escutar. A partir de agora, este verbo sobe a categoria primeira dos verbos, será ensinado nas escolas como base fundamental da democracia portuguesa. A primeira letra que a criança deve aprender, já não será mama ou papa, mas sim "escutata" ou "escupapa" ou ainda "escumama", tal é a transformação filológica de um língua, capaz de alterar o pensamento de um povo, apenas numa geração. Ora digam lá, se este acordo, não é válido?
Verbo a saber:
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Eu escuto
Tu escutas
Ele escuta
Nós escutamos
Vós escutais
Eles escutam
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O futuro será risonho, porventura, mais digno do que este, sempre em transformação democrática e nela justificando todo o tipo leis arbitrárias e desconformes com aqueles (o povo) a quem ela (a lei), deveria proteger e auxiliar na sua vivência diária...

15 outubro 2007

FCCN

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"Quem Somos
A Linha Alerta faz parte de um projecto combinado - awareness node e linha de denúncia - denominado Internet Segura e co-financiado até Dezembro de 2008 pela Comissão Europeia ao abrigo do programa
Safer Internet Plus.".
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Para a FCCN, os conteúdos ilegais que circulam na internet são: pornografia infantil, apologia do racismo e apologia da violência. Ora muito bem, vamos lá dissecar o cadáver, enquanto ainda existe e pode ser observado nos seus mistérios que se revelam ao médico legista depois de morto.
O nome da Fundação não poderia deixar de ser pomposo, como tudo o que é fruto da democracia, sistema quase perfeito (valha-nos Deus) que desceu à terra por graça e obra do Espírito Santo. O primeiro conteúdo, que eu também abnego, repugno, recuso e rejeito, diz respeito à pornografia infantil. Coisa trágica, castradora de toda a vida futura da criança. Que por vezes parece ser quase que a responsável pela situação em que se vê obrigatoriamente envolvida, digo responsável, com alguma mágoa de pai, porque se houvesse realmente alguma preocupação para com as crianças, o processo Casa Pia já estaria quase solucionado. Mas não, espero pelo fim para proferir a minha sentença! O segundo conteúdo, apologia do racismo, já versa um tema caro aos povos, e digamo-lo sem receios, a quase todos os povos, história essa, que poucos querem ler ou admitir que exista! No que concerne ao terceiro conteúdo chamado ilegal, a apologia da violência. Fico com sérias dúvidas e reservas se a FCCN, está consciente do crescente número crimes violentos que se multiplicam no país. Uma última dúvida assalta-se-me sempre que critico alguns mestres curandeiros do sistema democrático, mais conhecidos por fazedores de leis, poder legislativo. Enfim, se eu denunciar um conteúdo ilegal de monta, o que recebo pela mostra de coragem democrática? Antes que respondam, ou me silenciem, cá vai a denúncia. O código de Processo Penal é um excelente código, quase democrata, pois aproxima o bandido, o criminoso, o malandro, o assassino, o violador, o corrupto, daquele são cidadão, que paga os seus impostos para assistir impávido e sereno ao filme diário do, prende, é ouvido, e logo solto, e assim sucessivamente, num tempo contínuo que tem como propósito esmorecer aquele, que embora acordado num mundo de adormecidos, se refugia sobre si, descrente e triste, pois assiste ao definhar de um tipo de Homem que ele sempre sonhou com sendo o Salvador...

11 outubro 2007

Descida à terra

Depois de alguma ausência programada, e destinada a conferir ao Deus o descanso merecido, é hora, não de trabalho físico ainda, mas de voltar a actualizar o blogue.
Assim, e para que este regresso do Deus às lides da escrita não seja mera aparição, trago-vos duas sentenças do historiador Marc Bloch, destinadas essencialmente, ao despertar arguto do ávido de conhecimento; bem como do mestre da retórica, que representa na perfeição, o actual político profissional.
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"...A ignorância do passado não se limita a prejudicar o conhecimento do presente; compromete, no presente, a própria acção".
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A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado"

29 setembro 2007

Férias

Caros amigos e leitores, vou uns dias de férias, aliás, uns bons e largos dias, mas o blogue será actualizado apartir aí do sétimo dia, não vá o mundo desabar sem que o Deus tenha a palavra final na peça surreal da trafulhice terrena! Como omnipresente, estarei, claro está, sempre presente, sempre atento às brincadeiras das crianças já crescidas que teimam em fazer das suas.
Lá do alto, estarei sempre a olhar para vós...

27 setembro 2007

Corrupção

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Não sou eu quem o diz, pois se o dissesse, estaria a lançar falsos testemunhos sobre terceiros, mas não, não sou eu, vem escrito no relatório da Transparência Internacional. E agora, pergunto eu ao Estado, mais propriamente aqueles que nos deveriam proteger deste flagelo, e que todos sabem quem são.
O que é que andam a fazer?
A quem servem?
Para que servem?
Uma coisa vos garanto, meus amigos leitores, se aparecerem mais alguns como o Deus Thoth, isto vai ficar feio. É impossível ficar indiferente face ao saque! É impossível ver e fechar os olhos, ouvir e tapar os ouvidos. É isto que queremos? Trafulhas, bandidos, e afins a enriquecer à nossa custa...Se não é, porque se espera mais?...

18 setembro 2007

Justiça e não só...

O conceito de justiça que impera na república dos tugas, é o conceito de Trasímaco (personagem da república de Platão), quer dizer, é aquele que convém ao mais forte, entenda-se por forte aquele que graças a artimanhas, promiscuidades, e demais jogos de poder, se move em uníssono em defesa daquilo que ganhou, ou desviou, ou subornou, ou outro qualquer adjectivo que qualifique tão rica gente. Este forte, disfarçado, digamo-lo sem rodeios, é afinal um fraco, que vive sempre com medo de tudo, e de todos. Mas, como diria Nietzsche, os fracos derrotam os fortes pela astúcia, e assim o têm feito de facto ao longo dos tempos. Contudo, uma alegria me enche o peito, contas feitas por alto, estatisticamente, é claro, chego à conclusão que os fortes, entendidos aqui por fracos, em 90 por cento, tomam pastilhas para que a cabeça não ceda ao desaire, aos tremores característicos de gente mais idosa. O que significa, que afinal, não são assim tão fortes, e dissimulam a sua triste condição de fracos com químicos; ora vejam só, tão fortes que eles são!
Enfim, uns dias sem pastilhas, e os fortes transformar-se-iam num abrir e fechar de olhos, em zumbis, gente sem destino, que erra pelo mundo fora à procura do nada!

16 setembro 2007

Trabalho temporário

"Suspensas 255 empresas de trabalho temporário
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Esta notícia publicada pelo Jornal de Notícias, revela aquilo que há muito digo sobre as empresas de trabalho temporário, e que agora, a Inspecção-Geral do Trabalho fez, finalmente, o favor de por a nu, num trabalho meritório (sair do gabinete para verem o país real).
O que tenho dito, e digo-o desde que estas empresas tomaram o país de assalto, diz respeito ao uso e abuso de força de trabalho alheia. A prestação de serviços, tem sido mais do que uma mina de ouro, tem sido quase que um rico filão de petróleo, onde se explora à descarada a desgraça alheia, quer dizer, o desemprego; para não falar naquelas empresas públicas, que despedem ou suprimem serviços, para que as ditas empresas de prestação de serviços ao domicílio possam assinar contratos muito vantajosos, em detrimento do tecido social, e económico (como o comprova a I.G.T).
Falta saber o que ganharam aqueles que assinaram os ditos contratos, por parte das empresas muito públicas e, também, privadas, pois os vícios não são exclusivos só de uns... Este sim, é o verdadeiro capitalismo selvagem. Onde estão os defensores do pobres - partidos, inter-sindicais, e ramificações sindicais? A onde? Em lado nenhum!!!

10 setembro 2007

Corrupção

"Há muita corrupção, mas isso não se traduz em números de processos"
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Em entrevista concedida pela juíza Amália Morgado ao Jornal de Notícias, ficamos com a ligeira sensação de que os próprios agentes da justiça já não acreditam muito nela. Fala-se de corrupção, de combate à corrupção, da energia que tem de ser gasta nesse combate quase inglório; quando na verdade, a resolução está ali tão perto, na ponta dos dedos, e por estar tão perto, não a vemos. Quer dizer, combater a corrupção só atrai mais corrupção, o que é preciso é promover os bons, gente de carácter, firme, resoluta, em detrimento dos maus, daqueles que se alimentam da corrupção. Pessoas certas nos lugares certos, nem mais nem menos...

28 agosto 2007

ETA

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Segundo as palavras do generalíssimo, e da nossa própria interpretação do prenunciado: aqui não há nenhuma célula da ETA, como se qualquer célula terrorista tivesse anunciado em cartaz a sua morada, mas pode haver, alguns elementos da ETA que utilizem o país para preparar os seus atentados. Não sei se o general, estava atento as suas próprias palavras, ou se confunde células terroristas com empresas perfeitamente identificadas. Enfim, SIRP, SIED, SIS, SEF, PJ e afins, e ninguém consegue determinar se as alegações proferidas pelo governo Espanhol são verdadeiras. Existe realmente, e isto é para as secretas, para ver se aprendem qualquer coisa, uma grande diferença entre a recolha de informação, análise, e operacionalidade. E ao que parece, qualquer terrorista que goste de sol pode muito bem vir passear à república dos tugas, que as secretas, pensam tratar-se de empresários em nome individual...

27 agosto 2007

Tristes noites

"Conhecido empresário «da noite» e actual proprietário da «Chic», situada na zona industrial do Porto, foi baleado na cabeça, esta madrugada, à porta do espaço nocturno. Aurélio Palha foi assistido no local, mas não resistiu aos ferimentos. Testemunha presenciou tudo e viu autor dos disparos pôr-se em fuga numa viatura".
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A cada dia que passa, as noites são um perigo crescente para quem gosta de se divertir para além do pôr do sol. Este perigo acompanha o discurso oficial da PSP, que diz ter tudo muito bem controlado. O futuro nos dirá se esta estratégia política policial de escamotear os verdadeiros números da criminalidade é a mais acertada. Estarei cá para ver, e escrever sobre a perda crescente de controlo face ao crime...

24 agosto 2007

Escravos da habitação V

Mais uma vez, e nunca é demais referi-lo, a Reserva Federal Norte-Americana e o Banco Central Europeu injectaram respectivamente, 17,25; e 40,00, mil milhões de euros para satisfazer o apetite voraz dos accionistas, bem como dos especuladores gatunos. Volto a relembrar que este dinheiro, é fruto do PIB de casa país, e não de meia dúzia de abutres, que vivem à custa do esforço alheio. Graças a este dinheiro vindo do céu, o BCE pode continuar a sua senda contínua de subida das taxas de juro. Existe ainda quem acredite nestes senhores, economistas ao serviço do liberalismo económico? Ou já acordaram de um sono profundo, no qual se libertam das dívidas suicidando-se, ou quanto muito, entregam as suas casas de ânimo leve, como se o esforço despendido até aí fosse todo ele inglório. Acordai, oh homens! Não vedes que o roubo é descarado!
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Nota de reflexão: o preço final do empréstimo bancário não são os meros 4 vírgula qualquer coisa impostos pelo BCE, mas sim os 4 e..., da TAEG, mais (+) a soma dessa taxa por todos os anos em dívida. O que significa, que a taxa efectiva ronda os 100%! Leram bem, os precisam de óculos.
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Algumas almas, e algumas delas, até boas, vêm o sentido da vida reduzido à mera condição de eternos devedores, só porque, acreditaram neste sistema, e tiveram a triste sorte de ter como políticos, gente que serve e se serve da forca alheia!...

21 agosto 2007

Corrupção

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Dizia eu, num dos últimos artigos publicados aqui na Democracia, que a máxima do Liberalismo económico, maximização do lucro, deveria passar a designar-se por: rouba o mais que puderes! E ao que parece, assim tem sido na República do deixa andar, do diz que diz, dos delatores profissionais, e dos miseráveis que ostentam vida fausta à custa do suor dos outros. Não sei se deva rir, cantar-lhes hinos, ou se deva lançar por esta terra terror como nunca se viu. É hora de dizer basta. É hora de tomar as rédeas do poder. Está finalmente na hora, de uma vez por todas, de liquidar quem se apropria dos bens comuns, quer dizer, dos bens do Estado! Um dia destes, o Deus Thoth vai descer há terra, e quando o fizer, alguns mortais, irão lamentarem-se de terem nascido!

16 agosto 2007

SIED

Deve-se colocar uma simples pergunta ao Sied, secreta, para as coisas externas. Diz o Sied, num dos pontos da sua missão, que deve salvaguardar os interesses nacionais. O que se pergunta há secreta é muito simples: se um governo governar contra os interesses nacionais, o que faz a secreta? Visto existir para assegurar esses mesmos interesses. Interessante não é. Os políticos criam coisas que eles próprios não sabem como devem funcionar...

11 agosto 2007

Escravos da habitação IV

Já vai no quarto artigo, a análise à problemática do crédito à habitação, consequentemente, ao sistema que permite o roubo descarado e legalmente institucionalizado democraticamente, que é: o liberalismo económico.
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A instabilidade que está a ser sentida no mercado financeiro mundial advém do facto, de o sector imobiliário dos EUA, estar a entrar em colapso. É óbvio, que os analistas financeiros, olham para esta instabilidade com olhos meramente liberais, quer dizer, dizem aquilo que convém, e que lhe mandam dizer, quais idiotas úteis, sempre prontos a dizer asneiras em honra do deus dinheiro. Mas o que se passa, já o Deus Thoth tinha advertido, ouviram, o que se passa, vai para além do económico; apoia-se no político e esquece o social, daí, esta crise, que se irá repetir muito mais vezes até o sistema, conforme o conhecemos, entrar em colapso. E ainda só não entrou, porque a Reserva Federal Norte-Americana e o Banco Central Europeu, já injectaram no mercado financeiro mais de 200 mil milhões de euros, o que vicia o jogo por eles criado, e pior ainda, protela o desastre final, bem como o sacrifício quase inglório que as famílias atingidas tem de continuar a fazer, sempre em defesa do deus dinheiro, essa figura omnipresente que enforca uns e dilacera os outros.
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O sistema financeiro, nomeadamente, o que diz respeito ao crédito hipotecário, assenta em muitas mentiras descaradas que o Deus Thoth já fez o favor de desmascarar, mas que agora volta a relembrar, pelos menos duas dessas mentiras do chamado liberalismo económico devem ser objecto de análise cuidada. O primeiro: é o preço multi «inflacionado» da habitação nova e usada. Primeiro erro, e primeiro indicador de risco, que levou o sector imobiliário dos EUA a entrar em instabilidade nos mercados financeiros; aqueles que ganham dinheiro com o esforço de outros (mas isso também ade acabar - sentença de Deus). O segundo, concerne à taxa de juro praticada pelos bancos, mas sabiamente fixada pelos bancos centrais (nada é ao acaso); também nos EUA, o incumprimento ou, se preferirmos, o não pagar a hipoteca bancária, levou a que a banca ficasse com casas em sua posse, que depois, de feitas todas as contas, não valiam aquilo que os clientes tinham dado por elas. Coisa linda, esta do liberalismo económico, enquanto está tudo bem, vale, quando vem o primeiro sinal de aviso e alarme, já não vale, não sei se entenderam o sentido da expressão, mas quer dizer mais ou menos isto, sois burros que nem portas!
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A maximização do lucro, expressão típica do liberalismo económico, deve ser traduzida há luz dos novos acontecimentos e do contínuo lucro da banca por: rouba o mais que puderes! E continua a roubar enquanto os bancos centrais suportarem, com o dinheiro dos outros, o mercado financeiro.
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Uma última, por agora, observação aos dois factos analisados, o preço muito elevado das habitações novas e usadas, e as taxas de juro. Se as casas não valem o que se pede por elas. Porque continuam os bancos a avaliá-las por um preço não real? Simples, porque o cliente o pode pagar, e o mercado ainda pode absorver. Se as casas estão avaliadas acima do que valem, então o empréstimo/hipoteca bancária, incidirá sobre o valor, não real da habitação, mas do que os empresários da construção, com o beneplácito da banca e políticos (não nos devemos nunca esquecer destes), determinam. Depois desta análise fria ainda continuam a acreditar no sistema financeiro, nos políticos e nos «mérdia», que têm andado quase calados a este respeito, e quando abrem a boca, é para porem os tais idiotas úteis a falar. Ainda acreditam neles, ou irão, de uma vez por todas, tomar consciência, que todos juntos (pelo menos, os mais capazes), somos suficientes para mudar o rumo dos acontecimentos.
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Nestas alturas, cito sempre um mortal.
Somos escravos daquilo que nos faz medo. Antístenes

08 agosto 2007

AVISO

A Legião Vertical, concedeu uma entrevista muito interessante ao Novopress.info
Adverte-se veemente o cidadão distraído, que leia a entrevista a horas ditas tardias, não vão as secretas fazer uma lista de quem leu a entrevista, bem como o tempo que perdeu ao lê-la, não esquecendo, claro está, do tempo que perdeu ao tentar perceber o que é a Legião Vertical!

06 agosto 2007

Sociedade

Era para não me prenunciar sobre os 25 anos de cadeia atribuídos ao já muito famoso cabo da GNR, mas não posso deixar passar muito tempo, sem ao menos deixar algumas notas, que vão para além do cabo, e estão há muito tempo enraizadas na mente deste triste povo, que passa a vida a lamuriar-se em privado. Como é sabido, o cabo, era um coleccionador de louvores, ao que se sabe, era homem sempre muito disponível em servir a guarda e os respectivos chefes com lealdade absoluta. O que não se sabe, deduzo eu, é que tipo de lealdade era está? Que serviços prestava ele aos chefes? Quanta graxa por dia era precisa para agradar às hierarquias, porque isto de ser bom, tem que se lhe diga, pois é melhor cair em graça do que ser engraçado. As relações laborais entre hierarquias, são relações de circunstância, quer dizer, só são válidas se um servir o outro, caso contrário, deixa de ser útil a relação. É assim em qualquer lado, talvez por isso, neste rectângulo de terra queimada e roubada, seja mais importante ao chefe a graxa dada pelo subordinado do que o trabalho que este desempenhe. Advirão daí os famosos louvores? Quem sabe! Como gostaria eu de mandar investigar quem lhe deu os louvores. Éramos capazes de ter algumas surpresas.
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Uma outra nota, é a passividade com que se aborda este caso, e o aparente silêncio da guarda face ao sucedido. Porque será? É capaz de ter muitas razões para estar calada!
Para este cabo, a única sentença que seria admissível: era a prática levada a cabo pelas verdadeiras secretas, dois tiros no meio dos olhos com uma 22. Nem mais nem menos, justiça aplicada sem apelo nem agrado, nem remorços.
Ter por ele, cabo da GNR, o mesmo despreço que ele teve pelas vítimas, três raparigas da terra.

30 julho 2007

Medo

Qual é o sentido de um ataque generalizado às regalias sociais dos trabalhadores da classe média?
Muito simples. Torná-los descontentes e infelizes, revoltosos e desanimados.
O ataque colectivo, tem um sentido oculto muito bem estudado. Se todos se sentirem oprimidos e preocupados consigo mesmos, pouco tempo e disponibilidade social e humanista sobra, para uma contestação eficaz ao "impotente" governante democrata liberal.
O medo, aqui, desempenha um papel preponderante, ele medeia o agir com a apatia. Quanto mais o homem sentir medo mais apático fica, mais cabisbaixo caminha pela vida. Pelo contrário, se sentir que o medo é apenas produto da reacção do seu modus vivendi face a determinado acontecimento, então ele pode enfrentar muito mais decidido esse mesmo acontecimento, bem como aqueles "pseudo-profissionais" da política que se auto-intitulam salvadores da pátria...

22 julho 2007

Laicidade

Falar de estado laico, sem enumerar o contrário ou o evidente, que no dia a dia se revela religioso, ou então, mostra-se com um carácter mais laico do que religioso, significa tão só ser hipócrita, falso, democrata republicano liberal de trazer por casa; enfim, um sem número de substantivos e adjectivos que designam apenas as mais diversas caras de que se reveste o homem dito laico, sem apego a nada de concreto a não ser os bens materiais, quer dizer, o que está fora dele, o que não tem relação alguma consigo mesmo, a não ser na mera satisfação material, que logo se esfuma para dar lugar a outra necessidade habilmente criada para gáudio pessoal, e enriquecimento de uns poucos. Se o estado é laico, e faz desse laicismo torpe a pedra da toque que o eleva bem alto, no seu republicanismo caseiro, sem substância nem hierarquia que se veja, como explicar ao mais distraído, que o dito estado laico celebra feriados religiosos quer ao nível central, nacional, quer ao nível local, autárquico; enfim, ser hipócrita é dizer pouco, é um eufemismo para o verdadeiro hipócrita, quem sabe, um insulto há sua forma de ser e de estar. Este estado laico faz-me lembrar o cristianismo em ascensão; o cristianismo denegria as outras culturas religiosas, mas tirava-lhe o sumo. O estado liberal laicizado, também denegride a religiosidade cristã, mas mantém-lhe a aparência festiva, que convém as massas. Assim parece andar o país dos tugas, de mentira em mentira até ao desastre final!

17 julho 2007

Julius Evola

...A Legião Vertical face a este conluio anti-Evoliano, reforça o seu apego intransigente ao Mestre da Tradição. Se Evola é perigoso para os Israelitas, e para os neo-IV Reich: é porque o pensamento Evoliano está acima deles. Se uns e outros atacam o Mestre, significa tão só que estamos definitivamente no bom caminho.
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Há medida que vamos compreendendo as tramas da política internacional, ficamos mais convencidos que o caminho que trilhamos é o mais seguro, o mais vertical e próximo do outro. Resgatá-lo das ruínas é um propósito sem ímpar, pois o homem almeja por salvação! Sozinhos conseguimos algo, juntos podemos alterar definitivamente o paronama nacional. A vontade que nos move vem de cima, da Ideia; a sua plasmação requer um espiríto de sacrifício e uma fidelidade a toda a prova...

15 julho 2007

"Feticídio"

Começa hoje legalmente, a interrupção voluntária da gravidez por opção livre e muito democrática da mulher. Este último patamar da vida humana, esta última grande batalha travada na sombra e na obscuridade da dignidade humana, tem o seu expoente máximo na nova palavra que os linguistas se esqueceram de acrescentar à já muito rica língua portuguesa, e essa doce e singela palavra, esconde o triste fim a que o homem há-de chegar por sua livre e democrática vontade. "Feticídio", ou morte de feto assistida e consentida, é o novo substantivo masculino onde cabe a mais vil arte da guerra. Onde a mulher se esconde atrás de uma lei suicida, e cujo único propósito conhecido: é não ter trabalho com o novo nado no futuro!
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O bem apresenta-se de difícil vivência, enquanto que o mal está sempre presente!

11 julho 2007

Medo

Dizia Antístenes: que o homem é escravo daquilo que lhe faz medo. Como se o medo servisse de desculpa para a inacção, para o deixar andar, para a eterna desresponsabilização individual e colectiva. Antístenes deixou-nos várias máximas de ouro, mas esta é com certeza uma das eleitas, pois retrata no mais fiel dos papeis o medo que o homem sente face ao desconhecido, face à hierarquia, às polícias, às secretas, aos militares, aos terroristas, etc., como se essa gente feita da mesma argamassa não sentisse como ele; então, ter medo de que? Da morte, da desonra, da difamação, ou da mentira? Em qualquer um dos casos não se está imune, nem existe antídoto conhecido que combata o mal. O que existe, e o homem tem-no latente, é a firmeza de carácter, a verticalidade em ser para si e para os outros, a incorruptível fidelidade à Ideia que o transfigura, que o transcende, e que o eleva a outros patamares do pensamento e da acção, e esse sentir, esse queimar por dentro, é só dele, só ele o sente, só ele o vive; e não existe lei alguma emanada do homem mortal que esmoreça o ânimo do guerreiro, do ser a quem a luz abençoou. Continuar de pé entre as ruínas, é ficar indiferente face à decomposição acelerada da sociedade. Continuar de pé entre as ruínas, é ainda um sinal inequívoco de bem estar ético. Continuar de pé entre as ruínas é também ser diferente, alheio ao mal dizer, característico dos tempos modernos. Estar de pé custa, provoca hérnias, faz cabelos brancos, mas vinca decisivamente o carácter do homem intrépido, portador da chama eterna do fogo. Nada mais verdadeiro, o bem apresenta-se de difícil vivência, enquanto que o mal está sempre presente!

09 julho 2007

Julius Evola


Sendo o Mestre Julius Evola um símbolo da espiritualidade guerreira, uma voz ímpar na divulgação da Tradição.A Legião Vertical, achou por bem mandar fazer t'shirts em sua homenagem, bem como traduzir a Metafísica da Guerra, tornando assim acessível mais uma obra do pensamento Evoliano.Quem desejar adquirir a t'shirt e a Metafísica da Guerra, faça o pedido para o e-mail da Legião: legiaovertical@gmail.com Este "conjunto evoliano" está a venda por 8,00 € + portes de envio
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Para as mentes ávidas de conhecimento, da descoberta do desconhecido, o deus Thoth fez o favor de mostrar a capa da Metafísica da Guerra. Obra prima de um arquitecto mortal, legionário até ao âmago. Mais não posso dizer, pois até os deuses têm segredos!

30 junho 2007

Poder e Justiça

Lembrava-nos ou admoestava-nos Trasímaco, personagem que Platão introduz na República, para dar corpo a um tipo de sofista muito semelhante aos actuais políticos profissionais, e cujo conceito de justiça se alicerça no melhor que o liberalismo económico tem para oferecer: O que está no interesse do mais forte. Assim dizia Trasímaco, assim, desgraçadamente, dizem os actuais governantes da nação. Claro que não o dizem por estas palavras, nem precisam; as suas palavras subtis, coadjuvadas por uma prática que não mente, falam por eles, sendo inevitavelmente o prenúncio da única justiça que interessa ao poder, seja o económico, ou o aquele que o legitima pela lei: o político! Falar de outras justiças, ou de um conceito de justiça adequado ao cidadão no seu todo, é o mesmo que comparar a riqueza de um pobre com a riqueza de um rico, entenda-se material. Nada é mais falso, assim, a justiça só existe na cabeça do bom cidadão, aquele que cumpre ou representa o seu papel enquanto vivo, nada mais. Platão, ao inventar a figura de trasímaco, deixou-nos um legado de sabedoria, isto é, deixou-nos a possibilidade de pensarmos por nós, de analisarmos as tramas do poder, de não nos iludirmos com palavras bonitas, nem com sorrisos do momento. Qualquer justiça do homem do poder, é por conseguinte, uma justiça deficiente, inacabada, logo, toda a armadura criada para justificar o poder é coisa de crianças para entreter que gosta de ser entretido!

23 junho 2007

Imposto Automóvel

O IA, já rendeu ao Estado, nos últimos 12 anos, a módica quantia de 12 mil milhões de euros, mais precisamente: 12.941 milhões, neste número, já está incluída a receita dos 5 meses do presente ano. Não sei se leram com olhos de ler - eu disse, 12 mil milhões. Se já se paga tanto em imposto automóvel, que dá obviamente para tanta coisa, para quê pagar as portagens? Quer dizer, pagamos para ter, e pagamos para andar (já incluído no combustível), e pagamos de novo para andar, as portagens. Não há nada como ter um Estado amigo dos seus cidadãos. Imaginemos o que nos faria se fossemos considerados inimigos.

19 junho 2007

Corrupção

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Parece que a Justiça está finalmente a acordar, ainda em pontas de pés, com medo do político, pois esse pode quase tudo, e lá se vai a tão auspiciosa carreira. É assim, com medo de ofender os grandes, descura-se a defesa dos pequenos, quer dizer, renega-se a defesa ao próprio conceito de Justiça. Ser justo é agir de acordo com a Justiça, a que está acima, simbolizada pela balança (se os meus amigos mortais se portarem bem, e prenderem mais alguns, garanto-vos que explicarei um dia de onde vem o símbolo da balança...) Até lá, continuem a servir com abnegação a Justiça dos Justos.

17 junho 2007

Função pública

I – Reforma da Administração Pública
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Proposta de Lei que estabelece os regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas (tirado do portal do governo)
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Durante 33 anos de democracia liberal, de alternância democrática governativa, ora por socialistas, ora por sociais-democratas; conseguiram-se criar mais de 400 carreiras e categorias, que agora, muito éticamente, quer-se pôr cobro, como se o que ficou para trás, as regalias, traduzidas em aposentações, tornassem uns mais espertos do que outros, quer dizer; uns já têm aquilo que outros nunca irão ter.
Pelo menos, duas perguntas impõem-se ao governo;
1- Como é que sindicalistas e malandros e amigos, conseguiram atingir, durante este período, o topo de carreira na sua categoria?
Haverá resposta convincente.
2- Como é que as mesmas hierarquias, vulgo chefias directas, vão agora promover por mérito o funcionário, quando até aqui, faziam o que queriam fazer, promovendo os acima citados na primeira pergunta?
Há aqui qualquer coisa de ilógico, com se a moral empresarial, andasse ao sabor dos estalido do dedo do governante que se apodera momentaneamente do poder, para dele dispor a seu belo prazer e deleite.
Esta é a pura democracia de trazer por casa, ou dito de um outro modo, esta é a oligarquia «partidocrática» que se alimenta da ingenuidade dos seus concidadãos.

10 junho 2007

Ambiente

Hipocrisia ambiental em 10 de Junho

Costuma-se dizer, que uma imagem vale por mil palavras. E a que aqui vos trago é disso exemplo. Falar de sustentabilidade do meio ambiente, que possibilita a nossa existência, sem ofender o aumento qualitativo e quantitativo da posse dos bens materiais, é pura retórica de ambientalistas de trazer por casa, e de políticos do dinheiro, que apenas desejam iludir as massas com frases feitas sobre ambiente. A exploração até limites inaceitáveis de matérias primas, continua impune, continua até nada mais haver para explorar, pois o bem dito liberalismo, até na destruição é liberal. Utilizando uma imagem de Evola, a economia é como um fogo, só irá parar quando não houver mais nada para consumir. O ambiente assim é tratado, explora-se até à exaustão, até à saturação da natureza como meio de equilíbrio perfeito de forças. Quando não houver mais retorno, mais possibilidade de agir sobre esse mesmo equilíbrio, é que os estados liberais, irão acordar para o drama da revolta da natureza contra o seu maior destruidor: o homem. Até lá, resta-nos anuir e esperar por melhores dias!?

01 junho 2007

Dia mundial da criança

O dia mundial da criança deveria ser um dia de meditação governativa. Os senhores doutores deputados, ministros, secretários de estado, assessores, e gente sem ocupação em cargos de direcção do estado, deveriam passar o dia com as crianças, independentemente da sua categoria social. As crianças de hoje, serão o futuro do amanhã. Todo o investimento nelas é um investimento com retorno garantido. O que fizermos por elas, será pouco. Elas são a nossa alegria diária, a nossa fonte de juventude eterna, porque é através delas que perpetuamo-nos. Encontrarmo-nos com elas é reencontrarmo-nos connosco. Todo o amor oferecido à criança é um amor oferecido à humanidade! O retorno desse amor dado sem interesse reflecte-se no olhar doce, no carinho, e no sorriso com que a criança se acerca de nós.

30 maio 2007

Greve Geral

Como diria o filósofo JAL, a greve afecta sempre os necessitados. Os que dependem de outros para sobreviverem. Digo mais, a greve serve interesses ocultos, indissociáveis da oligarquia vigente. O que o estado não explica ao cidadão, provavelmente, por não o saber explicar, ou no pior dos casos, por ter sido ele mesmo a criar as situações inexplicáveis, a razão pela qual o sindicalista profissional, o que nunca vai ao seu local de trabalho, consegue chegar ao topo de carreira na sua categoria. Como pode o estado explicar o tratamento privilegiado de alguns sindicalistas? Será por eles saberem alguns segredos das hierarquias? Ou por conhecerem os meandros da trama? Não esquecendo claro está, os almoços e jantares em comunhão, pois não devemos perder de vista que uns e outros são detentores de cartões, que possibilitam a subida ao poleiro. A hipocrisia partidária-sindicalista-democrata é uma merda, assente no tratamento privilegiado de malandros, de amigos do chefe, de difamadores, de gente que não produz, e à qual, quase se cantam hinos. Para se conhecer a realidade da empresa pública, não chega falar dela, muito menos, acercar-se dela, é preciso nela trabalhar. Mas quando digo trabalhar, é efectivamente trabalhar e não fazer que se trabalha, enganado o trabalho e quem gosta de ser enganado. A máxima deste blogue: Animai os bons e afastai os maus, era suficiente para limpar os indesejáveis da administração pública. Mas não passa de uma máxima aplicada localmente. O exemplo do governante escolhido pelo dinheiro, e eleito (por cruz) pelo povo é um triste exemplo; uma vez eleito, o governante não escolhe o melhor, mas aquele que diz amém, que se verga aos ditames do livre arbítrio do chefe, eleito democraticamente. Quer dizer, no topo, começa todo o mal da sociedade. No topo, o exemplo cede lugar à concordância do politicamente correcto. No topo, o mal sucede o bem. No topo, a verdade oculta-se na intriga partidária-sindicalista-democrata. No topo, o sentido perde todo o sentido!...

26 maio 2007

Analogia de terrorista

Não é por acaso que aqui aparece o Estandarte Nacional, símbolo de bravura, coragem, sentido do dever, espírito de sacrifício, e abnegação face ao colectivo, representado pela pátria, pela qual se entrega o militar, numa dádiva suprema.
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O laço branco que liga as duas hastes de loureiro, contém a inscrição camoneana: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada.
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Ao apresentar aqui o Estandarte Nacional, quis comparar a magnitude do que fomos enquanto povo, senhores de um Império; e o que somos agora, sem rosto, vendidos ao dinheiro do vizinho, às leis que vêm de fora. "Somos" reféns fáceis da mentira política, de políticos medíocres, que até na analogia, subtraem os recursos materiais e humanos, e dinamitam pontes. Palavras sem sentido, proferidas por gente impreparada que o povo "sabiamente" pôs no poder! São estes que nos governam, que nos tem governado, não admira que, o abismo seja a finalidade!

23 maio 2007

Democracia

Uma máxima impõe-se, por entre o lamaçal infame das relações interpessoais muito em voga no regime vigente, e essa máxima está inscrita sob o título deste blogue: Animai os bons e afastai os maus. Confúcio não teria dito melhor. O oráculo de Delfos, também ficaria muito bem servido com esta máxima. Qualquer que seja o tempo ou o espaço, ela veste o homem recto, auxilia-o na defesa da honra, na defesa da fidelidade, na luta árdua do espírito de sacrifício. O Ideal de Bom contrasta com o pomposo ideal libertário saído das lojas Maçónicas e abraçado pela burguesia da moda que veste a capa de cada tempo e lugar, não tivesse ela "começado" no seio da Monarquia Constitucional, onde o voto era censitário, para vestir agora a moda das democracias modernas que afinal não são democracias, mas sim, digamo-lo sem medo do conceito e das lojas, partidocracias, ou dito com maior propriedade intelectual, poder dos partidos, porque no fim de contas, é disso que se trata actualmente, do poder de determinado partido, aquele que o povo, pelo sufrágio universal pôs no poder!

21 maio 2007

Legião Vertical

"...O ecletismo para além de ser um posicionamento filosófico é uma verdadeira solução prática para quem quer iniciar um projecto de formação filosófico-politico. Portanto, à partida muitas portas estão abertas. O estudo de filosofias e religiões comparadas, sendo estas "escolhidas" dentro dos padrões tradicionalistas: -Pitagorismo, platonismo, estoicismo, neo-platonismo, budismo, confucionismo, taoismo...; religiões e civilizações- Egipto, Índia, Grécia, Roma, China, Japão... A "evolução" das raças, matéria a ser abordada com cuidado redobrado, etc. A parte prática, acompanhada dos estudos (individuais e colectivos) atrás mencionados, é feita através da Origokratu (Escola Marcial-Filosófica) e Núcleo de Arte e Tradição (NAT)...."
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Para ler-se com muita atenção, na página da Legião Vertical.

17 maio 2007

Impostos

Cada Português tem de trabalhar 136 dias, só para pagar impostos. Dito com mais verdade factual, cada Português que trabalha, alimenta o Estado, os políticos, os corruptos, os vadios, os bêbados, os drogados, e afins. São efectivamente aqueles que trabalham que sustentam tantos malandros, daí que haja muita gente a cantar hinos à democracia, pois vive literalmente à custa dela, quer dizer, à custa dos que trabalham!
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Depois de se pagar tantos impostos, é legítimo, por parte de quem trabalha, perguntar ao governante, o que faz com tanto dinheiro; já sabemos que antes de ingressarem na política, muitos só tinham a roupa do corpo...agora são detentores de bons bens imobiliários, recheadas contas bancárias, e outros tantos títulos de privilégio próprios dos extintos nobres.
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Poder-se-á pensar que esta critica anda perto da lamuria, longe disso, mesmo muito longe, esta critica assenta na mais dura prova de fidelidade; socorrendo-me dos mestres estóicos: a felicidade consegue-se se vivermos de acordo com a natureza. Contudo, a máxima estóica subtraiu, sem se dar conta da evolução, que a natureza de agora é fruto do desgoverno do homem dito moderno, logo, sem mais rodeios, uma coisa é viver de acordo com a natureza, outra, é viver de acordo com a natureza do homem que põe e dispõe. Nem mais nem menos.

14 maio 2007

Blogues

Existem artigos, textos assentes em juízos fundamentados, que dizem mais do seu autor do que mil palavras escritas por outros, ou dizeres sem sentido, que apenas visam difamar ou mal dizer. Um desses textos, em que o autor se revela sem artimanhas, tem o título de Mobbing, escrito no Combustões, e merece obviamente que dele se fale.
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Um outro texto de leitura atenta e obrigatória, foi escrito no Prometheus, e tem como título, O Grande Irmão.
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O pensamento revelado, vindo do melhor de cada um, é como que uma catarse, purifica muito mais do que água benta, porque entranha-se, permanece no interior daquele que na altura da leitura estava sintonizado no mesmo nível de quem escrevera.

12 maio 2007

Escravidão

Longe parece ir o tempo em que se vendiam escravos. As trocas comerciais possibilitavam o fluxo de escravos entre as colónias, essencialmente, com o intuito de mão de obra barata. Estava assim criada a condição necessária para o florescimento do capital, entenda-se dinheiro. Recuo a este período da nossa história com o sentido numa analogia dirigida ao tráfico humano (escravos era num outro tempo) praticado na actualidade sob as barbas das autoridades (se é que se pode chamar autoridades). Sendo este país um exemplo de democracia madura (salvo seja), emancipada, moralmente superior, como pode não prever num código por si redigido o crime de venda de menor na praça pública. Sendo esta democracia um exemplo, pois permite a existência de quem não gosta dela (palavras de um doce e lindo ministro), o que fez para legislar no sentido de punir tão macabro acto? Nada! Os senhores do parlamento andam mais ocupados com outros afazeres inerentes ao bom funcionamento do estado, do que proteger os indefesos e os inocentes que ainda não têm meios para se defenderem a si mesmos. Este parece ser o país do deixa andar, do olha para o lado, do a onde fores ter faz o que vires fazer, e o lindo exemplo está aí, aos olhos de todos.
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Ainda acreditais neles, mortais?
Ainda quereis servi-los?
Quão cega é a vossa visão!

07 maio 2007

Falência do Contrato Social

"Então, por muito inteligente e sagaz que possa ser um samurai, a doença da cobiça revela-se fácil de contrair, e se precisar de tomar medidas com o objectivo de reunir dinheiro para a casa do seu senhor e para cobrir outros gastos, caso tenha o controlo das finanças, o resultado é tornar-se gastador e subtrair o dinheiro do seu senhor, construindo casas, coleccionando curiosidades e mantendo uma aparência elegante. Este samurai é considerado um vassalo ladrão."
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Daidoji Yuzan, O Código do Samurai, Coisas de Ler Edições, 2003, p. 85/86
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A falência do Contrato Social, tem origem, precisamente, na cobiça do governante moderno, aquele a quem é dado o poder de governar em nome do cidadão, mas que usa esse mesmo poder, não para subtrair os malefícios das desigualdades existentes no estado, mas para melhorar as suas condições materiais e dos seus, esquecendo-se do contrato explícito que mantém com o governado. A arrogância e a desinformação características do contrato moderno, são com certeza o vírus que destroi a confiança do governado no governante. Este último parece não ter memória; porque afirmar e enaltecer as virtudes da Democracia é concordar com os pressupostos que supostamente deveriam estar na base dessa confiança, o que normalmente não acontece.
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Ser governado hoje, governante amanhã, e governado depois, cria relações de interesses ocultos que os politólogos e afins jamais entenderão!...

03 maio 2007

As armas do inimigo

...O combate pragmático que se avizinha é precisamente contra quem tem andado a "construir" um pântano na tentativa de fazer dele um jardim, onde, muito embora, possam surgir flores de boa aparência elas não tem raízes profundas nem fixas, e o cheiro do local é pestilento, pejado de insectos portadores de graves enfermidades. Este tipo de beleza não provém portanto da Matriz. As forças que querem transformar o planeta numa fossa gigante têm rostos e ideologias que as sustentam. Têm nomes e marcas, têm batalhões de mercenários e o pior de tudo – trazem milhentas almas agrilhoadas a uma ilusão de modernidade e progresso. A isto chamam eles globalização, a última grande palavra-chave (tal abre-te sésamo) que irá salvar o homem sempre carecido de uma grande ajuda…!...
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Leitura obrigatória no blogue da Legião Vertical

30 abril 2007

Superioridade democrática

Dizia à dias, um bem falante ministro, que a democracia é dotada de superioridade moral democrática, pois permite a existência daqueles que não concordam com ela. Muito bem dito, dirão alguns democratas de trazer por casa, cujo único modo de vida reside na difamação e a mentira, seja a caseira ou a histórica, não importa, desde que sirva para alcançarem os fins determinados. Este site: Abril...Prisões Mil, vem em boa hora equilibrar os argumentos do politicamente correcto, o que significa, que, daqui em diante, quando os democratas moralistas superlativos se socorrerem do argumento já demasiadamente usado, de que antes do 25 de Abril era o fim do mundo, nós dizemos-lhes simplesmente que o pós 25 de Abril fora muito pior, não fosse a democracia moralmente superior. Uma pergunta se impõe: serão os historiadores democratas serviçais do capital? Ou terão tirado o curso em domingos sucessivos? Enfim, deles não rezará a história, visto serem menores enquanto ocultam propositadamente factos históricos relevantes para determinar a veracidade factual.

27 abril 2007

Citação

O poder do povo só é poder,
quando está nas mãos dos líderes democratas.

26 abril 2007

25 de Abril

Depois de deixar propositadamente assentar a poeira, resolvi, já sem emoção própria das datas festivas, escrever sobre parte dos discursos dos grupos parlamentares. Quem ouviu com atenção, os senhores doutores muito bem formados, a ditar sentenças sobre o poder e a forma de o administrar, deve com certeza pensar que a revolução fora ontem, pois os senhores, deixaram transparecer a ideia muito democrata que o poder do povo só é do povo quando está nas mãos deles, perceberam, senão, vejam as imagens, e tirem as vossas próprias conclusões.