14 novembro 2007

Análise

Cada novo dia de adiamento, semana, mês, ou até mesmo ano, faz indelévelmente capitular a pretensão sã de querer impor um outro sistema governativo. A democracia, há muito que deixou de servir, um exemplo prático é o do capital, quer dizer, quando o sistema não consegue ou não quer solucionar os reais problemas da nação, consequentemente do povo, diz que tudo se deve à conjuntura económica, que nada ou pouco pode fazer para remediar (se é que há remédio) o mal que ele próprio criou (o sistema). Enfim, treta económica e política, que limita no tempo e no espaço a capacidade de manobra dos anti sistema. Teoria, não falta, organizações bem intencionadas também não, o que parece faltar: é a verdade de coração, de entrega, de militância nobre à causa de todos, mesmo dos adormecidos...Voltando ao início, o adiamento da acção periga a própria acção, destrói-lhe a finalidade, cria inimizades nunca imaginadas, e pior ainda, dá alegrias aos continuadores da destruição do bem comum, que são os democratas da minha terra. E digo da minha terra, porque por ora, é aqui que vivo, que respiro, que me sinto vivo, e ainda com forças suficientes para, de uma vez por todas, iniciar o derrube das instituições ditas democráticas, mas que afinal, não são nada, mascaram-se de democracia, mas são plutocratas. Um dia destes, nem o sis, nem o sied, nem coisa nenhuma, vai conseguir conter a mudança...Haverá dia com certeza! Isso vos garanto homens da minha terra...

6 comentários:

Carlos Portugal disse...

Caro Thoth:
Esta plutocracia cleptocrática e globalista (para utilizar vocábulos a deitar para o erudito, evitando resumir tudo a «roubalheira») tem vindo a ser planeada há décadas, apenas aferida aqui e além, ao sabor das reacções dos povos-cobaias.

A fórmula «democrática», como muito bem escreve, está esgotada; ou seja, estava já esgotada há muito: já Platão lhe chamava «o segundo PIOR sistema político possível». Isto porque descamba inevitavelmente para um triunfo da mediocridade - na melhor das hipóteses - ou para uma tirania, na outra.

E é nesta outra que nos centramos, na tirania «democrática». É claro que os seus mentores sabem perfeitamente que esta «democracia» é apenas uma fachada para o desmando gigantesco que estão a perpetrar no planeta e nesta Nação. Já os velhinhos «Supertramp» cantavam o «Crime of the Century», com muita propriedade e sabendo provavelmente do que se tratava.

Muito bem (ou muito mal); estes neo-criminosos globalistaspropõem-se simplesmente a criar o planeta-empresa-campo-de-trabalhos-forçados, ou seja, subverter todas as formas de governação e soberania para imporem a sua «Nova Ordem Mundial», em que uma oligarquia auto-proclamada e mais ou menos anónima se serve das pessoas, das nações e do planeta como de uma empresa destinada a gerar lucro e apenas lucro.

As pessoas deixam (deixaram) há muito de ser pessoas para passarem a ser «recursos humanos», equipamento, como os clips, as fotocopiadoras, quando muito os computadores. Se não gerarem lucro, são descartadas. Com os «recursos» naturais passa-se o mesmo. Aliás, a mentalidade é a de «après moi le Déluge», servindo os discursos «ecológicos» apenas para desbravar mais nichos de mercado e extorquir mais dinheiro às populações, em «impostos ecológicos».

É aqui que entra a cleptocracia, a extorsão a toda a força. Sobre as populações, sobre o ambiente. Para isso, inventam-se todo o tipo de desculpas, desde «conjunturas económicas», «déficits», etc, num jogo absurdo que qualquer ser pensante rejeitaria por evidente falsidade.

Para manter este esmagamento populacional em marcha, é criado um autêntico estado policial, que faria empalidecer uma Gestapo, pois é muito mais repressivo e subreptício. A maior parte das suas actuações criminosas são negadas publicamente, as outras são «justificadas» por outra farsa corrente: a questão da «segurança». E aqueles que ainda não estão imbecilizados por futebolites crónicas ou telenovelites agudas, são marginalizados, apontados a dedo, perseguidos, ou mesmo - se fizerem muito barulho - apelidados de «terroristas» e «desaparecidos» para qualquer choça escondida algures no «mundo global».

Já não há governos, apenas testas-de-ferro da dita oligarquia; já não há políticas, mas apenas cenários pretensamente justificativos de «medidas» aberrantes e de outro modo totalmente inaceitáveis. Despejam-se doses maciças de subliminares sobre a população, inoculam-se-lhe doenças, esmagam-na com uma repressão (i)moral, económica e física absurdas, perseguem-se todos quantos discordam da destruição do mundo que conheceram. E Portugal é um balão de ensaio para estas «medidas», como afirmou há bem pouco tempo um comissário europeu, muito satisfeito com a enormidade.

Só que os povos têm uma Alma, e os Deuses não dormem. E, quando essa Alma despertar as pessoas, o destino dessa oligarquia criminosa afigura-se bem funesto.

E estamo-nos a aproximar rapidamente desse ponto.

Um abraço.

Thoth disse...

Caro Carlos Portugal,
folgo muito em tê-lo em casa.
Dado que o comentário continua, ou dá seguimento ao texto da Análise, venho dizer-lhe, se não levar o deus a mal, o que o comentário merece ser publicado. O que farei a seguir!

Só os adormecidos, é que ainda não viram que a democracia é um logro.

Cumprimentos

Anónimo disse...

Há muito que eu tenho a navalha afiada.
Tragam um dos "socas" cá à barbearia que eu faço-lhe a folha.
1º página de jornal - Barbeiro dá inicio à revolução cortando pescoço ao socas

Malaquias (o barbeiro)

Carlos Portugal disse...

Caro Thoth:
Não só não levo a mal (como poderia!) como me sinto muito honrado pela distinção!

Muito obrigado.

Abraço.

Opintas/Bernardo Kolbl disse...

Esperemos bem que sim.
Bfsemana e um abraço.

Vítor Ramalho disse...

Tens um desafio no meu blogue http://almapatria-patriaalma.blogspot.com/2007/11/5-linha-da-pgina-161.html