29 novembro 2007

Corrupção política

Fátima Felgueiras custeou a sua fuga para o Brasil quando ignorou o mandado do Tribunal da Relação de Guimarães que determinava a sua prisão preventiva, com o dinheiro da autarquia de Felgueiras.
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Não sou eu que o está afirmar, vem no Correio Da Manhã.
Este parece ser um país do terceiro mundo. Nem polícias, nem secretas, nem ministério público, que só persegue tristes e extremistas de trazer por casa, nem governo, nem tribunais, nem presidente dos tugas, conseguem prender políticos corruptos. Porque será? Eu digo-vos, são eles os fazedores das leis muito democratas. Já me metem nojo, todos os calados, e os que vivem desta pouca vergonha. É isto a democracia, é esta merda a democracia. Não acordem, e vão ver a onde irá parar este país. A cada dia que passa, a revolta avoluma-se, dá força e forma àqueles que já não acreditam nos democratas corruptos, que nos roubam descarada e despudoradamente, e ainda têm a distinta lata de se rirem de nós. Porque esperais por uma revolução? Amanhã poderá ser tarde de mais!

22 novembro 2007

Procurador Geral da República dos Tugas II

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Ora muito bem, já é o terceiro artigo que escrevo sobre o excelentíssimo procurador da república dos tugas. Primeiro, começou por dizer que não gostava de blogues, logo, de quem escreve e publica na Internet. Depois, que não gostava de escutas, logo, de quem escuta, e pior ainda, de quem manda escutar, com a respectiva assinatura de um magistrado. Agora, vamos lá saber porque, também não gosta de ser equiparado aos funcionários públicos. Ao ouvir este senhor, com um cargo importante, interrogo-me duas vezes, porque uma é muito pouco. Onde é que o governo foi desencantar esta figura? A outra interrogação é mais extensa, e versa matéria sensível à Democracia. Estando os poderes divididos em três na teoria, na prática sabemos que é tudo treta, e que a separação de poderes é uma grande manha democrática, pilar fundamental assente em nada! Então o referido espécime não gosta de ser equiparado ao funcionário público, porquê? Por se achar acima deste, por não gostar deste, por ter medo de perder o que este perde com os democratas. Mas afinal quem paga a este senhor, quem o formou, que matérias escolares este senhor aprendeu, que percurso académico, em que escola. Este senhor esquece-se que até agora tudo era Estado, saído do mesmo sítio, com o dinheiro dos impostos pagos pelos portugueses. Se o Estado lhe paga, este é público, por ser de todos, embora de meia dúzia. Continuo a achar que a primeira questão é a mais apropriada ao espécime: Onde é que o governo foi desencantar esta doce figura? Há tanto crime lá fora para investigar, e a preocupação do senhor, ora é sobre blogues, sobre escutas, ou sobre se gosta ao não de ser funcionário público. Se não gosta, é fácil - partir pedra faz muito bem às mãos, cria calos e estraga as unhas!
Já chega de lamurias democratas, façam um favor ao povo, governem, respeitem o cargo que ocupam, e deixem a conversa da treta para os drogados e afins!

18 novembro 2007

Comentário

A seguir transcrevo na íntegra, um comentário feito ao texto da Análise, por Carlos Portugal, pelo menos, é assim que se intitula ao assinar.
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Caro Thoth: Esta plutocracia cleptocrática e globalista (para utilizar vocábulos a deitar para o erudito, evitando resumir tudo a «roubalheira») tem vindo a ser planeada há décadas, apenas aferida aqui e além, ao sabor das reacções dos povos-cobaias. A fórmula «democrática», como muito bem escreve, está esgotada; ou seja, estava já esgotada há muito: já Platão lhe chamava «o segundo PIOR sistema político possível». Isto porque descamba inevitavelmente para um triunfo da mediocridade - na melhor das hipóteses - ou para uma tirania, na outra. E é nesta outra que nos centramos, na tirania «democrática». É claro que os seus mentores sabem perfeitamente que esta «democracia» é apenas uma fachada para o desmando gigantesco que estão a perpetrar no planeta e nesta Nação. Já os velhinhos «Supertramp» cantavam o «Crime of the Century», com muita propriedade e sabendo provavelmente do que se tratava. Muito bem (ou muito mal); estes neo-criminosos globalistas propõem-se simplesmente a criar o planeta-empresa-campo-de-trabalhos-forçados, ou seja, subverter todas as formas de governação e soberania para imporem a sua «Nova Ordem Mundial», em que uma oligarquia auto-proclamada e mais ou menos anónima se serve das pessoas, das nações e do planeta como de uma empresa destinada a gerar lucro e apenas lucro. As pessoas deixam (deixaram) há muito de ser pessoas para passarem a ser «recursos humanos», equipamento, como os clips, as fotocopiadoras, quando muito os computadores. Se não gerarem lucro, são descartadas. Com os «recursos» naturais passa-se o mesmo. Aliás, a mentalidade é a de «après moi le Déluge», servindo os discursos «ecológicos» apenas para desbravar mais nichos de mercado e extorquir mais dinheiro às populações, em «impostos ecológicos». É aqui que entra a cleptocracia, a extorsão a toda a força. Sobre as populações, sobre o ambiente. Para isso, inventam-se todo o tipo de desculpas, desde «conjunturas económicas», «déficits», etc, num jogo absurdo que qualquer ser pensante rejeitaria por evidente falsidade. Para manter este esmagamento populacional em marcha, é criado um autêntico estado policial, que faria empalidecer uma Gestapo, pois é muito mais repressivo e subreptício. A maior parte das suas actuações criminosas são negadas publicamente, as outras são «justificadas» por outra farsa corrente: a questão da «segurança». E aqueles que ainda não estão imbecilizados por futebolites crónicas ou telenovelites agudas, são marginalizados, apontados a dedo, perseguidos, ou mesmo - se fizerem muito barulho - apelidados de «terroristas» e «desaparecidos» para qualquer choça escondida algures no «mundo global». Já não há governos, apenas testas-de-ferro da dita oligarquia; já não há políticas, mas apenas cenários pretensamente justificativos de «medidas» aberrantes e de outro modo totalmente inaceitáveis. Despejam-se doses maciças de subliminares sobre a população, inoculam-se-lhe doenças, esmagam-na com uma repressão (i)moral, económica e física absurdas, perseguem-se todos quantos discordam da destruição do mundo que conheceram. E Portugal é um balão de ensaio para estas «medidas», como afirmou há bem pouco tempo um comissário europeu, muito satisfeito com a enormidade. Só que os povos têm uma Alma, e os Deuses não dormem. E, quando essa Alma despertar as pessoas, o destino dessa oligarquia criminosa afigura-se bem funesto. E estamo-nos a aproximar rapidamente desse ponto.
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Inicio, com a publicação deste comentário, uma nova era de comunicação deste blogue, pois a partir de agora, todos os despertos nele têm lugar. Não nos podemos conformar com a democracia, muito menos com os políticos fantoches que nos desgovernam em nome da mentira histórica. Todos os meios são válidos. Se queres ganhar ao teu inimigo, utiliza as mesmas armas...

14 novembro 2007

Análise

Cada novo dia de adiamento, semana, mês, ou até mesmo ano, faz indelévelmente capitular a pretensão sã de querer impor um outro sistema governativo. A democracia, há muito que deixou de servir, um exemplo prático é o do capital, quer dizer, quando o sistema não consegue ou não quer solucionar os reais problemas da nação, consequentemente do povo, diz que tudo se deve à conjuntura económica, que nada ou pouco pode fazer para remediar (se é que há remédio) o mal que ele próprio criou (o sistema). Enfim, treta económica e política, que limita no tempo e no espaço a capacidade de manobra dos anti sistema. Teoria, não falta, organizações bem intencionadas também não, o que parece faltar: é a verdade de coração, de entrega, de militância nobre à causa de todos, mesmo dos adormecidos...Voltando ao início, o adiamento da acção periga a própria acção, destrói-lhe a finalidade, cria inimizades nunca imaginadas, e pior ainda, dá alegrias aos continuadores da destruição do bem comum, que são os democratas da minha terra. E digo da minha terra, porque por ora, é aqui que vivo, que respiro, que me sinto vivo, e ainda com forças suficientes para, de uma vez por todas, iniciar o derrube das instituições ditas democráticas, mas que afinal, não são nada, mascaram-se de democracia, mas são plutocratas. Um dia destes, nem o sis, nem o sied, nem coisa nenhuma, vai conseguir conter a mudança...Haverá dia com certeza! Isso vos garanto homens da minha terra...

05 novembro 2007

"Futebolite" aguda

Depois de um fim-de-semana de "futebolite" aguda, o povo, entenda-se, maioritariamente masculino, começa a semana a discutir futebol: o resultado do clube A, B, C, etc., o arbitro beneficiou aquele em desfavor do outro, o treinador do clube A, B, C, é isto e aquilo, o jogador que joga e o jogador que se recusa a jogar, como se a doença do futebol fosse a única doença de que o país padece. Insegurança, aumento da criminalidade violenta, listas de espera na saúde, deseducação, mentiras políticas, injustiças sociais e jurídicas, eis o quadro incompleto da verdadeira doença de que padece o país. Não sei se o futebol é um escape para esta realidade, ou se é mera alienação, entretenimento para o povo. O que se pode depreender desta análise, ou dos sintomas da doença colectiva, remete-nos para a justificação do próprio sistema Democrático, quer dizer, a partir dos dados de que dispomos, das politicas sociais implementadas, concluímos, que a política pouco ou nada serve para a resolução dos problemas reais da nação. Os grupos económicos, as seitas secretas, os partidos políticos, os sindicatos, as ordens, as fundações, as sociedades SA, e as associações disfarçadas, parecem ter mais peso nas acções governativas dos governantes, que as condições sócio-económicas do povo, que os elegeu, convictos que iriam ser bem servidos. Afinal, a Democracia não nos serve, a Democracia é um logro, um engano gigante, uma falsidade, um Deus habilmente criado, para ser adorado por todos. Mas no fim, o importante parece ser o futebol, o resultado, a emoção e a "treta" colectiva que é a Democracia, onde todos somos iguais perante nada e por nada!