29 dezembro 2008

O mantra da mentira

Estaremos nós, totalidade do povo, melhores, ou continuaremos, como a tola discussão sobre o salário mínimo, adiados como ex-nação, para sempre esquecidos, e remetidos para umas linhas da História mundial. A passagem do ano, é com certeza um tempo artificial de renovação, onde o Homem deposita expectativas, na vã esperança de um novo ano melhor do que o anterior. Contudo, há aqui um factor de risco, isto é, o factor governo, dito com mais propriedade, desgoverno. O que deveria ser um pilar, o que deveria suster o edifício (o governo), é-o num sentido inverso, qual anacronismo histórico, aquele que está fora do seu tempo, e o governo do tempo presente, não só está fora do seu tempo, como não percebe nada do Homem, e pior ainda, faz ruir o edifício, faz perigar gerações inteiras, sem qualquer sentido histórico, social, e, ou económico. Este governo, e os que onde vir, tratarão de enterrar o que resta da nacionalidade, do que ainda era nosso, como aqueles termos «intraduzíveis» que só nós sabemos pronunciar. Utilizando uma comparação, a mentira está para o governo, como a droga está para o drogados!

26 dezembro 2008

Celebração da família...

A família tem sido um dos pilares mais seguros que sustêm a ordem dentro do que convencionamos ser a sociedade. Sem ela, parte do edifício desmorona-se, descaracteriza-se, perde o sentido de centro, deixa de representar a continuidade, a transmissão certa de valores intemporais, que só fazem sentido, se houver uma família, um lar, um refúgio...
Tenham os meus amigos mortais um bom ano, na companhia daqueles que mais gostam!

18 dezembro 2008

Livros

"Estúpido é pois aquele que afirma ter medo da morte não porque sofrerá ao morrer mas por sofrer com a ideia de que ela há-de chegar. É verdadeiramente em vão que se sofre por esperar qualquer coisa que não nos causa qualquer perturbação! Assim, o mais temível dos males, a morte, nada tem a ver connosco: quando somos a morte não é, e quando a morte é somos nós que já não existimos! Ela não tem qualquer relação nem com os vivos nem com os mortos, pois para uns ainda não é, e os outros já não são. E, no entanto, a multidão foge da morte como se ela fosse quer a maior das infelicidades quer o ponto final nas coisas da vida."
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Epicuro, pp.28/29

16 dezembro 2008

Fim da era industrial...

No ano que vem, a era industrial irá entrar em declínio, mais precisamente, a industria automóvel. Ao longo destes anos, apostou-se, erradamente, em crescimento constante assente, não no poder de compra dos cidadãos, mas no despertar emotivo que um novo carro provoca, isto é, a inovação tida como catalisadora de desejos, só que, como se costuma dizer, a emoção é passageira, e a resposta está aí, quebra acentuada na compra de carro novo, com os consequentes despedimentos, desemprego, baixa do poder de compra, aumento dos encargos sociais suportados pelo estado, enfim, um sem número de problemas que os estados não conseguem resolver, não só porque não conseguem, como ainda também não perceberam, que este tempo histórico, é um tempo de mudança, mudança inexorável, substituição de uma era por outra...

14 dezembro 2008

Bilderberg...

Obectivos Bilderberg, enumerados no livro, pp.61/62/63
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  • Uma Identidade Internacional
  • Controlo Centralizado do Povo
  • Sociedade Crescimento Zero
  • Estado de Desequilíbrio Perpétuo
  • Controlo Centralizado de Toda a Educação
  • Controlo Centralizado de Todas as Políticas Externas e Internas
  • Poder para a ONU
  • Bloco de Comércio Ocidental
  • Expansão da NATO
  • Um Sistema Jurídico
  • Um Estado Providência Socialista
Se nos detivermos por alguns momentos, num ou outro princípio, depressa compreenderemos que não andam longe da realidade, muito menos, da realidade portuguesa imposta nestes últimos anos, entenda-se: União Europeia. Esta pseudo crise, esta crise muito bem criada, vem de certo modo, dar aos Estados os meios que de outro modo a Ideologia proibia (Filosofia positivista...)
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Se não acreditam, vejam as medidas enumeradas pelo primeiro ministro, medidas só possíveis, porque tinham sido anteriormente discutidas em reunião da União Europeia, enfim, para onde caminhamos?
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A mentira, para se justificar, necessita de novas mentiras, enquanto que a Verdade se basta a si mesma.

10 dezembro 2008

Crise...

Já disse por mais de uma vez, que esta crise era uma crise criada, e que pelo caminho, irão ficar muitas bocas por alimentar. Por outro lado, a crise será uma excelente oportunidade de negócio, é assim a lei ou a falsa lei da vida, uns são sacrificados no altar da Democracia, em honra ao Deus dinheiro, novo Senhor omnipresente e omnipotente que tudo abarca e tudo sacrifica. Escreveu um filósofo, que o capitalismo é como um fogo, que só pára quando tudo estiver ardido, consumido, destruído, irremediavelmente perdido.
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Esta crise não é mais, a saber: que o fim da era industrial. O que estamos a assistir, é ao nascimento da era da tecnologia. E esta visão será o futuro. O que não nos dizem, é que a substituição de uma era por outra, irá trazer muito desemprego, normal, devido a aplicação das novas tecnologias no tecido produtivo. Portanto, ou nos adaptamos ou morremos...

06 dezembro 2008

Clube Bilderberg e companhia...

Leitura obrigatória para a época festiva que se aproxima, publicado por Publicações Europa-América, 1ª edição, Novembro de 2008. É aproveitar enquanto há.
A partir daqui, publicarei sempre que julgue necessário, partes do livro, no sentido de pôr a nu tudo o que diga respeito a políticos portugueses.
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Para que conste, e para que não digam que é emotivo, irei utilizar também calão (vulgo palavrões) sempre que os mesmos se justifiquem, como é o caso da notícia que a seguir se transcreve: o preço de barril de petróleo já está na barreira dos 40 dólares. Porque não desce também o preço final do combustível vendido ao cidadão? Porque a mentira sustenta o Estado! Se analisarem sem acusações a Galp, irão ver, que neste mês de Dezembro, muitos dos postos de combustível estão em obras. Porque será? É só analisar, puxar pela cabeça e pensar o porquê, de ser feito agora...O mesmo se passa com as obras levadas a cabo pelas Autarquias (mês de Dezembro), mais uma vez, é só abrir os olhos...Como disse atrás a propósito do calão, está merda já cheira mal, e penso, porque agora fico-me apenas pelo pensar, que este país precisa de um novo rumo, novos Homens capazes de agir, sem estarem escondidos na sombra, a espera que a sorte os leve para a outra vida. Caro amigo, se sentes que este país precisa de um novo rumo, o Deus Tot está disponível a liderar a revolta...Meios não faltam...

03 dezembro 2008

Greves

Os correios estão em greve durante quatro dias, os professores, um, os stcp, algumas horas, e assim anda o país, de greve em greve, como que se a riqueza do país já fosse muita, enfim, provavelmente, greves destinadas a provocar a distracção, para que outros acontecimentos permaneçam ocultos.
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Contudo, existe aqui algo de muito profundo, quer dizer, quem são os dirigentes sindicais afectos a esses sindicatos, a que partido pertencem (condição necessária para se ser convidado, para ser dirigente), partidos do poder e outros saídos do 25 de Abril, mas cuja pátria se mantém distante (ou o que pensam ser a sua pátria, Ideia de nada, logo, simbolizada em nada). Dirigentes cujo partido escolheu, o mesmo partido que também escolheu os chefes para determinados cargos de controle, enfim, o sistema está minado desde cima, porque será? Eu digo-vos, é que assim, o sistema, a democracia, dá aos cidadãos uma aparente normalidade, isto é, ao haver greves, o cidadão pensa que afinal a democracia funciona, e que só em democracia é possível fazerem-se greves, como se elas (as greves) não servissem o fim oculto para o qual foram criadas, dar visibilidade a alguns amigos (quer por mero acaso são os mesmos desde o 25 de Abril, ou após), e aos simpáticos sindicatos que existem para servirem os trabalhadores, ou será antes, dos associados que no dia a dia têm a incómoda tarefa de se desenvencilhar sozinhos...
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Vivam os sindicatos, vivam as inter-sindicais (outros que tais, também os mesmos), vivam os partidos, e viva a democracia. Afinal ela existe, mas o que é ela? O que representa? Para que serve?

01 dezembro 2008

1 de Dezembro de 1640

Aclamação de D. João IV, obra da autoria de Veloso Salgado, museu militar, Lisboa
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Restauração da Independência da Nacionalidade Portuguesa

27 novembro 2008

Democracia

Definições de democracia para consumo tardio, de preferência, logo a seguir ao jantar, que ajuda na digestão da já famosa dieta mediterrânea.
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A democracia é o braço político do capitalismo (qualquer coincidência com os tempos modernos é pura fantasia).
A democracia é o império da opinião sobre o juízo (porque será).
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A propaganda democrática é como um látego fenomenal, castiga quem nela não acredita, apesar de se intitular democrática, logo, plural, aberta, dialogante, enfim, tudo tretas, tudo ladainha destinada ao ouvidos daqueles que se esqueceram de os limpar...

18 novembro 2008

A Tradição e os pseudo líderes

Escrevo este artigo, por ser chegada a altura certa para o divulgar.
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Sobre a Tradição haveria muito que falar, se tivermos presente que ela é o veículo transmissor do que consignamos ser tradicional. Facto transmitido, oral ou por testemunho etnográfico e iconográfico.
Contudo, não existe Tradição para o presente, se não houver o tradicionalista, partidário do tradicionalismo, aquele que faz a ponte entre um tempo e outro, isto é, entre o berço do que designamos Tradição, e o tempo presente em que se capta o tradicional. Até aqui, tudo muito certo, todavia, se determinado facto, Ideia, corresponde a um tempo em que se pensava e vivenciava a Tradição; como podemos seguir alguém do tempo presente sem cair no erro de seguir o líder errado.
A interrogação é pertinente, pois "define" ela mesmo, quase por si só, o carácter do verdadeiro líder, o que consubstancia a sua natureza íntima com os demais sob determinado Ideal.
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Um líder tradicionalista não pode ser um chefe de um feudo, não pode trabalhar o Ideal em proveito próprio, nem maltratar os seus servidores, nem ter a blasfémia como irmã, muito menos cometer acções rancorosas, provocar a discórdia, subtrair o Ideal a outrem, manipular e apoderar-se da Tradição.
Esse não é um líder, é apenas um chefe de feudo, que enche o peito de ar e só olha para o seu umbigo - o contrário da Tradição, do que professa ou diz professar.
Este chefe, viola as regras da dação, do estar disponível para, provoca o contrário da sã vivência sob o Ideal, e com esta triste atitude singular, apaga inexoravelmente a chama de um fogo que deveria arder.
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Nem tudo o que reluz é ouro!!!

16 novembro 2008

Demografia

Pierre Chaunu, cita Pierre Goubert: "Os nascimentos que não tiveram lugar são nascimentos perdidos: sob o regime da demografia quase natural não existe nascimento retardado e toda a ausência de concepção é definitiva"
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O estado perdeu toda a noção de planeamento demográfico, daí que feche maternidades, por falta de nascimentos, seguido de encerramentos de escolas, hospitais, e aí a bater à porta, universidades, que o aceso a maiores de 23, veio de certo modo, não só possibilitar um maior número de possíveis alunos, como o de assegurar por uns anos a continuação do excesso de universidades. Mas não é tudo, a falta de planeamento, ou o que pensamos ser um falta grave, pode muito bem o não ser, isto é, a abertura das fronteiras, a livre circulação de pessoas dentro do espaço Schengen, a contratação de imigrantes para a construção de grandes obras públicas, pode muito bem ser o planeamento oculto do estado para colmatar a falta de planeamento demográfico dos seus cidadãos. Se perscrutarmos mais fundo, poderemos colidir com uma teoria vinda dos céus, quer dizer, de onde são originários a maior percentagem de imigrantes? Quem fornece à Europa e à América as matérias primas? Quais os países Africanos que ganham com este jogo? E no mundo Ocidental, quem ganha? Afinal, a aparente falta de planeamento pode muito bem ser um planeamento feito numa qualquer loja oculta que existe por aí, e mais não digo...

09 novembro 2008

Pensamento

"Um povo incapaz de assegurar a renovação das gerações é um povo incapaz de criar"

08 novembro 2008

Banca

A nacionalização da banca tem mais do que um objectivo. Desde logo, o ideológico, que permite a trama, e a pseudo regulação dos mercados, designado por democracia. Outro, este financeiro, para justificar e sustentar o ideológico. Outro ainda, sob a capa de promoções, e colocações, cargos criados na banca para alojar políticos no desemprego.
Dinheiro investido em lado nenhum, inspectores que se esquecem de inspeccionar, e o resultado está aí, tristemente testemunhado pelo país real.
Quem sofre?
Quem ganha?
Quem ficará mais pobre?
Quem continua a amealhar com a desgraça alheia?
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Quantos já estão presos?
E o estado, quem o prende?
Por não ter agido, e por continuar a olhar para o lado, como se nada tivesse a ver com ele.
Desgraçado...

28 outubro 2008

Estranho mundo...

Existe, neste período da História, pelo menos no que diz respeito ao ocidente, casas a mais, carros a mais, dinheiro a mais, objectos de luxo a mais, bens de primeira necessidade a mais, e bens perecíveis a mais. Então, como explicar o aparecimento espontâneo desta crise (esperemos que não tenha sido programada), provavelmente: por haver gatunos a mais.

27 outubro 2008

Especulação sem fim...

A especulação em bolsa, sem regulamentação severa e rigorosa, irá com certeza matar, literalmente, muita da economia real.

23 outubro 2008

Leitura divina

Leitura obrigatória, não só para académicos, como para o público em geral, amante da civilização Egípcia.

18 outubro 2008

215.771,00 €

A crise mundial é tão vasta, que a produção do novo Ferrari, denominado California, se encontra esgotada até 2011, leram bem, até 2011.
Este, é efectivamente um mundo de mentira, de mentirosos, de gente com tudo, e gente com nada. Em quem acreditar? Em políticos de vãs promessas? Em organizações de pseudo líderes, que tudo dizem, mas que nada fazem, por se auto considerarem acima dos demais? Enfim, mentirosos, há-os para todos os gostos e credos, mas homens dignos de si e da História do seu tempo, a onde estão? De que são feitos? Ainda não vi nenhum! Se conhecerem um, tragam-mo, e logo tirarei as minhas dúvidas... E as minhas conclusões...

16 outubro 2008

Crise...

A grande mentira, dividida em duas: uns emprestam a juros o que não têm; os outros, especulam sobre o que não existe, mas que fora emprestado pelos primeiros.

12 outubro 2008

Notas de domingo

Depois de dois, três anos a apertar o cinto, a sumir-se no suposto bem comum, o esforço "colectivo" português para combater o défice, esfumou-se no apoio obsceno do estado à banca. Tanto "sacrifício" entregue a especuladores.
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Pior ainda, é o preço dos combustíveis, que teima em não baixar; imaginem (fazendo as contas) quanto estão a ganhar estes doces gestores, por conseguirem ludibriar todo um povo, seja este rico ou pobre, letrado ou iletrado. É obra. Porque será?
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O estado é tão amigo das empresas, que aumentou de cinco para dez pontos percentuais, a taxa de tributação autónoma dos veículos. E se estes valerem acima dos 40 mil euros, passam a ser tributados a 20%. Mais uma vez, é só fazer as contas, para se determinar o saque...
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A crise para todos, ou o que isso possa ser, é de tal forma, que a Ferrari, tem o seu mais recente modelo, o California, esgotado até 2011.
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A morte conveniente de Jörg Haider, veio por enquanto, sossegar democratas do politicamente correcto. Porque será?
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O salário mínimo português, teima em estar pelos 426€, diferença abismal, se comparado com os vencimentos obscenamente ricos dos gestores, daquelas empresas que agora estão em risco de desaparecer.
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A grande mentira, dividida em duas: uns emprestam a juros o que não têm; os outros, especulam sobre o que não existe, mas que fora emprestado pelos primeiros.
Sábio negócio!

09 outubro 2008

Bolsas...

Ora aqui estão os verdadeiros homens de negócio, que negoceiam valores inexistentes, valores impossíveis de quantificar, por serem títulos de coisas que nada valem mas que ao mesmo tempo valem tudo!
Virá o dia, digo-vos Eu, Deus das alturas, em que naqueles pórticos, se enforcarão os dignos especuladores.
Como pode um Estado subsidiar a banca, e a especulação, se no dia a dia recusa melhorar as condições sociais dos seus cidadãos, recorrendo à argumentação de falta de dinheiro?
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Há tanto para dizer sobre a governação, que as palavras, a escrita, ficam retidas na ansiedade provocada pela necessidade de revolucionar a actual situação.
Continuam a mentir, continuam a vender o que não existe, continuam a engordar a custa do esforço alheio, continuam a rir-se das massas, por considerarem que estas são prostitutas, que vendem o seu corpo (força de trabalho, seja físico ou intelectual) sem disso darem conta, e acima de tudo, têm de continuar a anuir, a concordar, a rir, a dizer sim, a prostrar-se quando vossa excelência passa, enfim, continuar cabisbaixos, sem sentido, sem destino, sem forças para combaterem, para degolarem quem de direito...
Enquanto vos vergais a estes estupores, a estes bandidos, o mundo continua a devorar os incautos, continua a sua evolução, indiferente às tramas económicas. No futuro, este tempo Histórico será estudado como mais um; enquanto vós nele participas-te, logo, porque esperas, para seres devorado, esquecido, triturado? Acorda, a vida esta aqui. Podes modificá-la ou ser por ela modificado, silenciado...Quando acordares, Estarei a tua espera, convicto que todos juntos seremos suficientes. Ficaremos na História, essa é uma Verdade inquestionável!!!

07 outubro 2008

Falências da banca

No fim do século XVI, e princípios do século XVII, nasceram os bancos públicos, como resposta as numerosas falências dos muitos bancos existentes.
Assim, apareceram, em 1587, o banco di Rialto, em Veneza, o banco di Sant' Ambrogio em Milão, em 1605 o banco di Santo Spirito em Roma e, em 1609, o banco de Amesterdão.
Qualquer semelhança com a realidade presente é pura ficção.
As artimanhas utilizadas agora por aqueles que efectivamente estão a levar à bancarrota as instituições, são as mesmas utilizadas pelos seus predecessores, séculos antes.
Já algum governante, administrador, ou especulador foi preso? Parece que não!
Apresentam-se números inflacionados, números falsos, investem-se em negócios esquisitos, fabricam-se negócios, mudam-se as designações dos cargos, para que assim possam auferir vencimentos superiores, desonestamente superiores, e no final, ficam milionários, pessoalmente gordos.
É assim, infelizmente, o melhor espírito capitalista, por assentar na máxima: o máximo lucro como fim em si mesmo!
Ainda não eliminaram ninguém? Estão a espera de que? Os parasitas matam-se!

05 outubro 2008

Reflexão sobre o 5 de Outubro...

Pequena análise sobre a situação do Presidente da República Portuguesa.
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Quantas reformas acumula o presidente com o actual vencimento?
Que lei foi feita este ano, para que isso fosse possível?
É a crise para todos?
É esta a república de todos os portugueses?
Ou será que os portugueses, se calhar, até merecem esta república...Devido a apatia congénita que carregam consigo. Porque depois existem aqueles que dizem tudo fazer, mas que se ficam pelo dizer, por terem família e um emprego do Estado :), coisas da vida e do temor que vem da parte de trás...

03 outubro 2008

Criminalidade e pouco mais...

Esta capa do JN, é dedicada ao ministro da Administração Interna e respectivo colega, ministro da Justiça. Há muito que os dois deveriam ter dado o lugar, isto é, já deveriam ter deixado os cargos de confiança do primeiro ministro. É pena que a solidariedade entre poder seja esta, a do deixa andar, olhar para o lado, recusa em ver a realidade social, enfim, solidariedade desta, só mesmo entre maus chefes ou pseudo chefes, se é que me faço entender!!!

29 setembro 2008

Leitura

Livro de leitura obrigatória, não só para historiadores, como para amantes da história de Portugal. Também se destina aos que professam o credo anti-académico, como se a ignorância de um dado concreto servisse para justificar o alheamento...

25 setembro 2008

Pensamento

A ideia infantil do politicamente correcto, provoca mais dano do que aquele que supostamente pretende evitar.

24 setembro 2008

Tribunais e polícias...

Um dos problemas da falta de polícias, mantém-se oculto, e ninguém fala nele. Isto é, para além da normal falta de agentes operacionais (visto alguns fazerem trabalho de secretaria, como se para isso tivessem sido treinados), os tribunais requisitam muitos agentes cujo único propósito é o de notificar ou citar o cidadão. Os ctt já o fazem há muito tempo, e a um preço muito mais reduzido, não só no que diz respeito ao custo inerente ao usufruto do serviço do agente, como o tempo que este despende num serviço provadamente realizável por outrem. Os sindicatos ou associações, deveriam falar sobre os números, sobre determinadas esquadras que ficam meio despidas de agentes em serviços que vão para além do desejável, que é: a prevenção e defesa da ordem pública. Daí, a polícia se designar: polícia de segurança pública. Enfim, ocultar parte da verdade para defesa pessoal, partidária ou outra, é intervir com a verdade, logo, é pactuar com a mentira.

21 setembro 2008

A verdade da Mentira

O sentido figurativo de roubo, como já vos havia dito: é preço excessivo. Pior ainda, é ocultar, para além do preço excessivo, o verdadeiro valor a ser pago por um bem, neste caso, refiro-me especificamente, a uma casa. E porquê a uma casa, e não a um outro bem necessário? Porque num outro bem existe uma maior clareza, não só em relação ao preço de venda, como no valor que o cliente tem de despender para poder pagar esse mesmo bem, se recorrer ao crédito. Digo isto, porque no crédito hipotecário, a clareza não é sinónimo de honestidade; e digo-o sem medo, pois se o fosse, teria de estar no contrato hipotecário que o preço do bem a adquirir, a casa, irá no melhor dos cenários, duplicar, com o inevitável recurso ao crédito. Logo, a mentira dos 5, 6, 7% é por demais evidente, pois essa taxa que os bancos dizem oferecer, diz respeito apenas a um ano de contrato, e não à totalidade da hipoteca. A verdadeira taxa, ronda os 100%, no mínimo do hipoteca; em alguns casos vai até aos 200%, para já não falar em outros valores.
Contudo, em algum contrato hipotecário, aparece lá que o preço do bem irá duplicar? Em algum lado do contrato, aparece que a taxa x irá prevalecer? E em algum lado, aparece que a taxa apregoada é afinal a soma ou a multiplicação dessa mesma taxa pelo número de anos que o cliente terá de pagar pelo bem? Não! Bem me parecia.
A transparência da banca é tão fenomenal, que ofusca a verdade dos factos, levando milhões de seres a acreditar que estão a pagar um preço justo pelo bem que acabaram de adquirir.
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O Deus Thoth, terá outras novidades daqui para a frente, pois atacar o coração do capital, é pior do que ser um terrorista de meia tigela que põe um cinto de explosivos à cinta.
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Porque não nos dizem a verdade sobre quantas instituições já faliram, quantas já foram compradas por outras, quantas já foram nacionalizadas, quanto dinheiro do cidadão, aquele que produz, já foi desbaratado para pagar os erros, mentiras, e omissões dos gestores de topo. Os que verdadeiramente roubam!

17 setembro 2008

Democracia

A quem serve a Democracia?
Ao povo?
Aos grupos económicos com ramificações no poder político?
Às organizações ditas secretas?
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Quem consegue vislumbrar o fio condutor desta trama, transfigurada em "tragédia" social, e falência ideológica?...

16 setembro 2008

Liberalismo económico

A Ideia que sustentava que o liberalismo económico se auto regulava parece estar a devorar-se a si mesma!
Porque será?

14 setembro 2008

Pensamento

Porque se persegue obstinadamente a Verdade, se o convívio com a mentira parece ser merecedor de maior crédito?

09 setembro 2008

Nacionalização

Os EUA, preparam-se para nacionalizar as duas maiores empresas hipotecárias.
Estranho, se pensarmos que é daquele lado que se fomenta desenfreadamente a livre circulação de capitais. Havendo mesmo uma doce teoria, onde, o iluminado, deixa para o mercado a sua auto regulação. Está-se mesmo a ver. O mercado está tão regulado, perdido, a beira do abismo, que o governo federal dos estados unidos se sente na necessidade de intervir, não só para evitar males maiores, bem como, para manter os preços actuais de ganhos, quer nas bolsas, quer nas vendas de imóveis. E como diz o actor aqui do norte, Óscar Branco: ide dar banho ao cão e lavai-vos na mesma água. Que é para evitar dizer uma coisa muito feia.
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Já tinha dito, e insisto, pois parece haver gente muito esquecida, ou no pior dos casos, gente que já não sabe como usar a cabeça, depois de tanto tempo sem a usar. O verdadeiro roubo das taxas de juro (e esta é também para os polícias, e rapazes das secretas, que me estejam a ler, que também pagam casas, a não ser que morem em bairros sociais, para melhor entender as massas), o verdadeiro roubo, dizia eu, não reside na taxa em si, ou no spred, mas em dois factores, que juntos, limitam o pensar e o agir de quem está preso à hipoteca da casa (se se matar alguém, amanhã está-se cá fora, se se comprar uma casa, é um casamento de uma vida). Esses factores é que são os tentáculos do roubo. Primeiro factor, indexação da taxa de juro à Euribor; segundo factor, normalmente escamoteado no meio de tantos papeis e assinaturas: a multiplicação ou adição da taxa de juro sobre o número de anos da hipoteca. Se o primeiro factor é já de si uma fraude económica (pois se eu comprar um outro bem de preço superior, este não está indexado a lado nenhum, a não ser a uma taxa previamente fixada, e sem flutuações de mercado). O segundo factor, está ligado inexoravelmente ao primeira pela taxa, pela flutuação de mercado (imposta), e pelo número de anos da hipoteca.
Tanto é verdade o que digo, que no fim de um contrato hipotecário, logo, de uma vida, o valor pago pela hipoteca (empréstimo bancário, podia chamar-lhe outro nome): é de mais de 100%, e não de 5, 6 ou 7 pontos percentuais que nos acenam no início da hipoteca. Este sim, é o verdadeiro roubo, roubo que até eruditos caiem, deco, e afins!!!
E mais não digo, e agora ide fazer contas...

06 setembro 2008

A mentira

No final de Junho último havia 151 mil portugueses a receberem salários inferiores a 310 euros mensais, segundo o inquérito ao emprego do segundo trimestre do Instituto Nacional de Estatística (INE).
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Este é o país da mentira. É o país da linha da frente. Que caminha, espero que não, para o abismo. Para que 151 mil portugueses (não são meia dúzia) recebam apenas (pouca vergonha) 310 euros por mês. Outros beneficiam desta substancial diferença ao auferirem salários chorudos, sendo eles: políticos e afins, assessores de políticos e afins, e cargos públicos e afins. É obscena a diferença entre uns e outros. Não ter vergonha, é pedir aos portugueses sacrifícios, quando eles (políticos, afins, e outros) gozam a vida à grande e à francesa, com o dinheiro dos impostos daqueles que efectivamente trabalharam, produziram, para que o país possa finalmente progredir. No entanto, enquanto uns trabalham, outros gastam, dizendo-se representantes do povo. Tudo pura treta, pois se o fossem, teriam obrigatoriamente de dar justificações a esse mesmo povo (soberano em mentira) sobre o que fazem, e sobre o que gastam; assim o obriga as boas práticas administrativas e de gestão...

03 setembro 2008

Conceito de roubo

Diz-nos um qualquer dicionário que o substantivo masculino roubo: é um acto ou efeito de roubar; contudo, também nos diz no sentido figurativo, que roubo é: preço excessivo.
Ora, era aqui que eu queria chegar, não por roubar, mas por ser (como a grande maioria dos portugueses o é) vítima de roubo (no seu sentido figurativo, claro está).
Se descobri que sou vítima de roubo, só falta conhecer quem cometeu o roubo, bem como o móbil do crime, isto é, que razão ou razões estarão por detrás do acto.
Se quem assalta uma gasolineira, comete um crime, roubando. Do mesmo modo, quem vende acima do que deve vender (e mostro-vos já os números), está a praticar um preço excessivo, logo, está a roubar (tudo figurativo) o que configura um crime figurativo, porque rouba de forma doce, sem alarido, sem dor, sem arma, e muito menos, sem a pressão dos média, que não notícia o crime figurativo (estão a ver o ridículo da coisa).
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Estávamos nós em 11 de Julho de 2008, portanto, ainda este ano, e o preço do barril atingiu um preço recorde: 147,27 por barril de crude (não diz respeito ao valor de produção, mas sim especulativo). Agora o preço de barril de crude está em 107,26, valor da bolsa de Nova York, e 107,30 em Londres.
Nesse mês de Julho, as gasolineiras, e "muito bem", adequaram o preço de venda de combustível ao preço de compra de barril (valor especulativo).
Agora, e sem o normal alarido dos média, o preço de barril continua a descer, tendo mesmo descido: 39,01 cêntimos por barril de crude. Ao invés, no país dos tugas, a Galp, sobe hoje 1 cêntimo em litro de combustível. Isto há luz do sentido figurativo de qualquer dicionário: é obviamente um roubo, roubo este, de preço excessivo, o que poderá no pior dos caos, configurar um crime de preço excessivo figurativo.
No entanto, enquanto brinco com as palavras, pois apetecia-me brincar de forma mais violenta, alguns, fruto deste novo crime de preço excessivo figurativo, continuam a amealhar fortuna à custa de quem trabalha, e mais não digo, senão ainda desço à terra...

01 setembro 2008

Vistas de Paris a partir da torre Eiffel I



(clicar nas imagens)
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Contrasta com a pequenez do país dos tugas. Aqui em Portugal quase tudo é pequeno, a política, os políticos, a sociedade, a mentalidade. Mas numa coisa somos bons, na inveja, na maldade, no diz que diz, na difamação, e na pequenez de pensamento, que não é mais do que uma extensão da educação feita na pátria...Por isso é que não saímos da cepa torta.

29 agosto 2008

Criminalidade...

"Usar arma no crime dá prisão preventiva"
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Realmente, a imaginação do governante, vai para além do razoável.
O uso da arma durante o crime dá prisão preventiva, em que casos?
Com arma verdadeira ou arma falsa?
Que tipologias de armas são admitidas no crime para evitar a prisão preventiva?
A partir de agora, a violência sem arma é aceitável?
Estará o governo a caminhar para aquela hipotética lei: comete o crime, usa arma, mas não dispares, pois poderás incorrer num crime esquisito, aquele que só por si é passível de prisão preventiva.
Estará o governo consciente do disparate da lei?

27 agosto 2008

Criminalidade vs Governo

Num só dia, e noticiados, foram assaltados três bancos, duas bombas de gasolina, uma estação dos ctt, e um automóvel, vítima do já famoso carjacking. Estes foram os crimes noticiados. Agora falta a estatística dos números de crimes em todo o país, exceptuando aqueles que nem entram para as estatísticas, porque o cidadão já nem acredita na eficácia das forças da ordem, logo, já nem faz como deveria, queixar-se do crime que fora vítima (a não ser que este esteja protegido pelo seguro).
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Dever do Estado - proteger pessoas e bens!
Dever do Estado - eficácia no combate ao crime!
Não deve o Estado substituir estes dois deveres pelo livre arbítrio que tem em falar, em vez de agir. O que se pede ao governo: é acção, determinação, diligência no agir em defesa dos valores da liberdade e da justiça. A balança equilibra os dois, um sem o outro transfiguram o regime, diminuem-lhe a autenticidade, consequentemente, relegam-no para o fim do necessário como regime "modelo".
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O problema da democracia: é tratar a criminalidade como sendo um dado político, como se os criminosos estivessem preocupados com as querelas politicas próprias do actual regime. O que se pede, é acção dirigida, menos falatório político, e melhores leis, que protejam pessoas e bens, e não contrário...

25 agosto 2008

La Défense

Serve a presente fotografia, o grande arco, para tentar ajudar no alento, os ministros que tutelam as pastas que deveriam dar caça ao crime. Ao que parece, crime não há nenhum, e quando o há, trata-se de um mal entendido, de um caso isolado, que algum demente tentou provocar, enfim, estamos todos muito bem entregues...
Se o tempo que dedicam à blogosféra, sempre na ânsia de descobrirem a pólvora, fosse dedicado ao verdadeiro crime; oh, a onde este já estava...

14 agosto 2008

Regresso

O Deus já voltou ao pequenino país, pequeno geograficamente, como também pequeno no pensamento daqueles que o dirigem, se é que ainda merece esse epíteto. Depois de uma visita mais demorada à cidade das luzes, somos aterradoramente confrontados com a pequenez da nossa pátria, do que somos, e do que poderíamos ser... Daqui para a frente, já nada fica como dantes.
E para aguçar a expectativa, irei nos próximos dias publicar algumas fotos, e vídeos da grandeza de Paris.
Por aqui, pelo que pude constatar, a mesma trama de sempre, a crise, as lamurias governativas (em vez de governarem), e o eterno futebol (alimento da alma do povo...).
De uma vez por todos, promovam a velha formula:
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Animai os bons e afastai os maus.

03 agosto 2008

Pensamento

Quem segue atrás de outrem, ou vive à sua sombra, jamais encontra o que procura!

31 julho 2008

Destino...

O destino da Pátria só se resolve se mudarmos de políticos, de sistema, assente na alternância entre o mau e o mau, aquele que promete e o que desenrasca.
É esta a massa que ergue o edifício democrático português. Massa feita de nada.
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A onde está o grito de revolta do português?
Será que ainda está vivo?
Porque aceita a mentira por verdade?
Que sentido encontra no destino colectivo da Nação?
Porque se verga aos vermes?
Porque não luta?
Porquê?
Parece que é mais fácil descer as calças...e há quem goste!
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O Deus, por sentir que a crise é para todos, aproveita para visitar a cidade das luzes, e que viva eternamente a crise! Que é para todos!? Deus é grande! Boas férias terrenas...

28 julho 2008

Taxistas...

Esperemos que a celeridade em apanhar os bandidos seja a mesma despendida para os amigos que deram uns tabefes à polícia, exceptuando o roubo das armas, e posteriormente, o alvejar de um operacional... A ver vamos, e estamos cá para contar, e publicar, que este ninguém proíbe!

27 julho 2008

Polícia...

Aqui está a prova, como se já não houvessem provas suficientes, de que o estado de direito está pelas ruas da amargura. Quando polícias tinham processos por prender amigos e outros delinquentes, uns famosos, outros nem tanto, uns pobres, outros ricos, não houve nenhum político a defendê-los. Agora, limitam-se a passar multas, por vezes de forma arrogante, sem educação, por considerarem que não vale a pena perseguir criminosos, que a justiça faz o favor de soltar, tudo fruto de leis muito democratas, erigidas nas melhores escolas de pensamento partidário que povoam o poder...
E pouco mais haverá a dizer, tanta é a pouca vergonha que justifica o poder. O pior ainda está para vir, quem vos diz, sabe!

24 julho 2008

Justiça...

"Justiça tem 6400 computadores novos"
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Esperemos que a aquisição destes computadores provoque nos funcionários alguma desenvoltura. O problema da justiça não se resume à informática. Vem de cima, do poder, e acaba em baixo, no deixa para o outro dia, que hoje já esta feito. Se o cliente da justiça que é o cidadão, pudesse reclamar celeridade no acto, bem como mais diligência profissional aos agentes da justiça, já há muito, parte do problema estaria resoluto...

15 julho 2008

Duas notas

Primeira: um terço dos pobres têm trabalho, o que significa, que nem o trabalho os retira da condição de pobres, o que nos leva a concluir que o salário que auferem pela venda da sua força de trabalho não é suficiente para passarem do estado de pobre a remediado. Passaram tantos anos desde o começo da nacionalidade...e aqui estamos nós, numa democracia moderna, arrojada, livre de preconceitos e certezas de que o futuro será risonho, pelo menos para políticos a amigos dependentes.
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Segunda nota: devemos admirar e mesmo louvar o quanto estão integradas algumas comunidades. Elas conseguem fazer aquilo que as forças da ordem não conseguem, isto é, tomar de assalto um bairro, pilhar residências, ameaçar quem lhes apetece, e exigir casa só para eles. Como se as casas fossem de graça. E temos nós, cidadãos honestos, trabalhadores, que pagam impostos, de suportar malandros que se recusam a trabalhar, quer no país de origem, quer no país que os acolheu.
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Este é o país oásis para malandragem.
Este é o país onde a política vive divorciada da realidade.
Este é o país do diz que diz, da mentira, do deixa andar, do: a onde fores ter faz o que vires fazer, e o resultado está aí, na indiferença, na política, nos cargos públicos, nas funções, nos tachos, nas promoções amigas e não só, e tudo se resume a isto: eles comem tudo e não deixam nada. E como não deixam nada, nada há para a massa imensa de seres que povoam o mesmo território, e mais não digo que já estou a ficar chateado...e vivam os parasitas, aqueles que vivem à nossa custa, e que muito admiramos, quer sejam malandros, quer sejam políticos.

14 julho 2008

Big Brother

"Chip que Governo quer pôr nos automóveis viola a Constituição"
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Admira-me que se continue a ostracizar o regime do estado novo, quando o actual sistema democrático começa a aplicar medidas mais repressivas no controle dos seus cidadãos. George Orwell, já o tinha alertado. Mas como sempre, não aprendemos nada com a passado, vivemos o presente como se o futuro não existisse à nossa espera. Este chip, será um de muitos chip's a adoptar pelo estado, no controle eficaz daqueles que escapam ao politicamente correcto. Existem softwares suficientemente capazes de controlarem por satélite estes chip's amigos. E o futuro do controle sobre os passos dados pelo cidadão não ficará por aqui, e aí, ai democracia, ai liberalismo económico, liberdade e outros conceitos teóricos que nada dizem aquele para quem o poder não tem limites! Mas como o povo, a massa imensa, é dócil, o governo irá conseguir aplicar as leis que lhe convém, e assim o povo, continuará a julgar como mau, o que morreu pobre e digno da função que ocupou, coisa que estes jamais conseguirão atingir!
Escreve-se muito na Internet, nos blogues, em fóruns; uns são as, outros bs, outros cs, e assim por diante, esquecendo-se todos eles, que cada um tem um feudo da tamanho do seu Ego, coisa que o poder político alimenta, por saber que assim não vão a lado nenhum. Se o povo nada pode fazer por se sentir inerte, ou no pior dos casos, morto para a vida, aqueles que poderiam mudar os acontecimentos históricos enredam-se em relações senhoriais já caducas, que apenas dividem, quando deveriam unir. Assim, meros mortais, seres passageiros, sereis apenas carne para canhão, experiências levadas a cabo pelo estado que dispõem de vós como quer e lhe apetece, se for mentira, digam qualquer coisa ao Deus, que sempre está disponível para vos ouvir, e não para aturar lamurias próprias de crianças adultas!!!

13 julho 2008

Falta de Estado

O que o video não mostra é a outra parte, quer dizer, o outro grupo rival, daqueles grupos esquisitos vindos de outro planeta, onde parece ainda imperar a pré-história!

10 julho 2008

BOPE

Esta estreia bem poderia ser o princípio do fim do sistema pseudo democrático, como não é, lá teremos de esperar por melhores dias, e até lá, continuar a ouvir mentiras diárias sobre governação e outras quimeras.
Para quem não viu, e ainda não acredita em crime, faça o favor de ver, e acordar para a vida!

08 julho 2008

Finanças...

Uma penhora perto de si! Uns não têm onde cair mortos, outros querem viver acima do que tem, enfim, o nada e a ostentação parecem andar de mãos dadas, quer dizer, pertencem ao grupo dos tesos...

07 julho 2008

G8

Tempos houve, digamos imemoriais, em que a nobreza de sangue, e o clero, eram perseguidos por serem os detentores da riqueza, quer pela força das armas terrenas, quer pela força das palavras divinas. Agora, o g8, grupo de gente de bem, quer matar a fome aos pobres, aqueles mesmos que eles têm erigido ao longo, digamos, destes últimos séculos. Que gente é esta, que fala da crise actual como se eles não tivessem culpa nenhuma. A crise actual só tem um rosto, e esse da pelo nome de: especulação bolsista. Querer ver nesta crise uma outra crise com outro nome, é o mesmo que pedir ao pobre que baixe as calças... Se em outros tempos, invejou-se a nobreza, o clero, e se noutros tempos decapitaram-se Reis por querer as suas funções (qualquer tentativa de legitimação é falsa, pois se assim não fosse, teríamos legitimidade para fazer o mesmo a estes senhores), a riqueza e o poder. Porque razão ficamos agora de braços cruzados, face ao saque, face à especulação bolsista? Porque razão continuamos a baixar as calças? E se alguns afirmam não o fazer, será fácil analisar o seu percurso profissional e pessoal para se concluir que é mentira. Concluindo, todos temos culpa, todos, de uma forma ou de outra, pactuamos com o actual poder, pois se assim não fosse, este já teria caído, e mais não digo...

06 julho 2008

Líderes II...

"O vampirismo emocional resulta de pessoas que anseiam por mais energia do que aquela que conseguem gerar. Por isso, para poderem ficar mais poderosas, sugam energia às vítimas."
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"Um indivíduo ofende-o - psicológica, emocional ou até fisicamente - e depois tenta fazer uma inversão da situação de modo que quem passa a ser o culpado é você."
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"Se a inversão da situação tiver êxito, é uma jogada vampírica: de duplo efeito. Você não só foi sugado pelo(s) encontro(s) inicial(ais), como também foi levado a aceitar que a culpa foi sua, ficando baralhado e sentindo-se culpado."
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Para bom entendedor meia palavra basta!!!

05 julho 2008

Líderes...

Este também era considerado líder. E era-o de facto, líder em mentiras, em mortes, em fazer desaparecer amigos e inimigos, e até líder, pasme-se, no choro colectivo que o povo lhe dedicou após a sua abençoada morte! A ignorância parece não ter fronteiras. Ataca a torto e a direito, não olha a sexos nem a idades, tolhe quase todos por igual.
O que ainda se mantém de pé, não é aquele que se prostra em cima de um palanque, mas aquele cujo palanque é a vida!

30 junho 2008

Censura democrática-judicial

Eu gosto muito da democracia, porque me dizem que no regime ditatorial de Salazar, havia a censura, coisa que eu abomino, por não se enquadrar no espírito livre do liberalismo económico, ou o que isso possa ser. Contudo, na democracia, coisa muito linda, existem tribunais, todos muito livres, democratas, que obedecem cegamente às leis fabricadas pelos políticos. E esses tribunais dão sentenças também dentro do verdadeiro espírito democrata, quer dizer, se é meu amigo está tudo bem, se diz o que eu digo, também está tudo muito bem, se é meu inimigo ou se discorda do que eu digo ou faço, já não gosto da democracia, e como não gosto da democracia, socorro-me dos ditos tribunais, aqueles cujos processos estão preços no tempo, e mais não digo porque este país está a ficar cada vez mais triste...

29 junho 2008

Pátria

"É preciso que a população e o território, entidades que diríamos materiais, sejam informados por crenças e valores e percorridos por vivências colectivas criadoras de identidade. Crenças, valores e vivências de que resulte uma consciência comum de posse e pertença, de solidariedade num destino, enfim, de especifidade cultural. Um modo de percepcionar e de percepcionar-se - que ao mesmo tempo há-de ser memória, vontade, sentimento e projecto. Mas tudo situado no solo. Para que o país seja nação e a nação se faça pátria."
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SOUSA, Armindo de, História De Portugal, A Monarquia Feudal, dir. de José Mattoso, volume IV, Rio de Mouro, Círculo de Leitores, 2007, p. 59
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Enfim, o contrário do actual, o contrário do destino comum do povo português. Que caminha na direcção do nada, ou então, da direcção imposta pela União Europeia. O povo, ainda há-de amargar esta escolha. Que primeiramente se sentirá mais rápido nas relações laborais, e ai será já um pouco tarde para erguer a voz, muito menos para greves, também estas, orquestradas pelos sindicados, para que o povo pense que eles realmente existem para o servir.
Quem vos avisa amigo é!

20 junho 2008

"NOVO CARRO ELÉCTRICO PORTUGUÊS"

Está aqui a independência face ao petróleo, mas os governo dito democrata e defensor dos pobres e estropiados, continua a olhar para o lado, a fingir que não vê, ou no pior dos casos, a ocultar a verdade!
Viva o Sócrates e o Scolari, grandes homens, prometem muito...

16 junho 2008

Democracia a brincar...

Quando elegemos o Engº Sócrates, esperávamos que a reencarnação do filósofo grego (salvo seja, e que Deus tenha pena de nós) nos governasse. No entanto, diz o mesmo, que a carreira política depende (mais importante) do bom rumo do tratado de Lisboa, ou o que isso possa significar para os portugueses. Também sei, coisas de Deus, que os burocratas, com o novo tratado, terão benefícios vitalícios, bem como, e isto ainda não o disseram a ninguém, terão imunidade também vitalícia, logo, o Engº Sócrates sabe bem o que diz, quando afirma a importância do tratado para a carreira dele, disse bem, dele, não dos portugueses, tudo muito lógico, e só não vê quem é cego! Digo também que a importância deriva do facto, de um lugar estar sempre disponível para o Engº Sócrates na nova União (tão certo como dois e dois serem quatro, ciência exacta que não conseguimos ver nem "apalpar").
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Como se isto não bastasse, a ERSE, essa entidade muito Democrática, está a pensar em entregar à EDP, outra entidade também muito Democrática (que falta que nos faz o Salazar, que não era nenhum gatuno, se é que me entendem) a possibilidade de esta poder cobrar aos honestos, aquilo que aos caloteiros não conseguiram cobrar. Mas isto tem também um sentido oculto, a saber: as dívidas (não só à EDP) estão a ficar incontroláveis (mas isto Também ninguém diz), logo há que arranjar forma de se ressarcirem. Utilizando uma parábola, de muito mau gosto, porque um dia pode acontecer, quando as dívidas às Finanças, a Segurança Social, aos bancos, aos outros serviços públicos (agora entregues aos privados) essenciais, para que o homem possa viver condignamente, forem também "incobráveis", que acontecerá? É fácil de ver, e só não vê quem é cego ou anda a comer do tacho democrata.
Já agora, a onde estão as vozes democratas de defesa dos consumidores, nomeadamente da DECO, e demais associações, e partidos? A onde? ainda não ouvi nenhum, e sabem porquê, porque fazem parte do sistema, quer dizer, existem para que o cidadão não tenha voz acima deles, e eles possam discutir com o governo, não o que nos interessa, mas o que lhes mais interessa, poder e dinheiro vitalícios, para eles e para os seus. Se estiver errado, treinadores de bancada, digam alguma coisa...

13 junho 2008

Paralisação...

Quem irá pagar os custos, traduzidos em perdas, que o país terá de suportar pela inoperância do governo de Sócrates e companhia, SA. Quem?
Haverá despedimentos no governo?
Quem vive farto e a rir-se do povo? Quem é?

11 junho 2008

Estado do estado...

Primeira nota: (19/05/1898 - 11/06/1974). Datas que marcam o princípio e o fim da vida do mestre Julius Evola.
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Portugal 2; Sócrates 0.
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O estado de direito, ou o que isso possa representar, é coisa que não existe! Se não acreditam, vejam numa televisão perto de vós :).
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Especuladores, esses, continuam impunes na sua senda milionária, prova de que a Democracia, sistema mais que perfeito, é um braço político do capital. Se o ministério público tiver dúvidas, terei muito gosto em desfazê-las, de preferência, durante o meu horário normal de trabalho, para que assim possa responder como funcionário (ver código civil). Mais ainda, para que fique escrito, e possa ser mais tarde utilizado contra o Deus Thoth: a guerra social que se advinha (premonição de Deus) só acalmará quando se eliminar fisicamente os verdadeiros especuladores bolsistas, aqueles que transformam o barato em caro, ficando com a diferença!
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Para quem governam os governos das ditas Democracias, saídas do Liberalismo político, e cozinhadas nos fornos das lojas do aven...e mais não digo, que se está a fazer tarde, e o Deus tem de ir em socorro de outros fiéis!...
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E este é o triste estado que temos. Ainda se pode despedir o governo por inaptidão...

09 junho 2008

Anteceder o 10 de Junho

Estamos a meros minutos da comemoração do 10 de Junho, e encontramo-nos perante uma encruzilhada, a de sabermos se celebramos a data, ou se enterramos o moribundo, a saber: o Estado português.
Em trinta e poucos anos de Democracia, de Ideal de Igualdade, de Liberdade, e Fraternidade. O que temos nosso, o que temos para oferecer às novas gerações, para além do vício, e do entretenimento. Políticos que mentem, políticos que se escondem nas leis por eles criadas, políticos sem sentido colectivo, políticos que confundem a governação com a máscara da arrogância, políticos que apenas servem interesses financeiros, políticos medíocres, parasitas, falsos. É isto. Isto é o país. São estes os governantes, aqueles que supostamente elegemos na vã esperança de que algum dia falem a verdade, de que algum dia sejam homens dignos dos cargos que ocupam.
Se dois bêbados se unirem e fundarem um governo, certamente, será um governo de bêbados. A parábola poderá ser usada para o conceito que cada um tiver mais a mão.
Poderia terminar dizendo: viva Portugal! Mas isso, seria incluir toda a escumalha que não merece ser incluída em lado nenhum. Prefiro dizer: vivam aqueles que ainda se mantém de pé entre as ruínas, intrépidos, verticais, e livres das amarras emocionais do politicamente correcto.
Continuem assim!!!

08 junho 2008

Atenção

O simples acto de estar atento, transporta em si a constante luta entre a atenção e a desatenção. Quer dizer, se para se viver em desatenção não é preciso nada fazer, o mesmo já não se pode dizer da atenção, pois convoca-nos sempre para o simples mas trabalhoso acto de estar atento, vertical, consciente do momento presente, sempre desperto, activo, observador, centrado em si, senhor de si. Assim vive o homem atento...
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A definição de guardião diz-nos tudo. Vai para além das palavras. Desce do Ideal para se alojar naquele que por actos confirma o Ideal, e esse é sábio, pois vive o que diz.
Poderia continuar a definir, mas não, quem desejar viver sob, terá que o desejar, terá que ir para além do típico viver, ou sobreviver...

01 junho 2008

Selecção

Num país, em que o desemprego aumenta, que a inflação aumenta, que as desigualdades aumentam, que a fome aumenta, que o preço dos combustíveis aumentam, que o preço dos bens essenciais aumentam, que as mentiram dos governantes aumentam, só faltava aumentar o número de minutos diários dedicados ao futebol, entenda-se selecção nacional. Como é possível que o canal 1, a SIC, e a TVI, estejam em directo a filmar o autocarro da selecção, quando o país está a definhar, a caminhar para lado nenhum!
Aqueles que desejam agir, utilizando métodos mais agressivos, aqui tem um alvo eficaz, os meios de comunicação social, que já não informam, mas que propositadamente, desinformam. Porque será?
Digo-vos, que ao Deus Thoth, este país já começa a irritar, e a revolução Divina já algum tempo está em curso; contudo, para além da emoção característica desta época, quererá o povo mudar? Quererá o povo uma vida diferente? Estará o povo disponível para mastigar uma nova revolução, quando é adoçado com subsídios para nada fazer? É este o povo que queremos ter por irmão? Estaremos nós mal? Ou este povo é que é realmente triste? Perguntas difíceis, perguntas que se impõe ao "sábio" que deseja ver o povo melhor. Como se o povo desejasse ser melhor ( porque isso dá trabalho)...
Caros amigos terrenos, neste país, caíram os deuses, e no seu lugar, deu-se a transfiguração da espiritualidade Divina, em espiritualidade futebolística, ritualizada por todos os meios ao dispor do interesse oculto (porque ele existe). Deixou-se de acreditar em Deus, para se acreditar no futebol. Aos primeiros apenas resta a expressão: a fé é que nos salva. Aos segundos: se não tivermos o futebol, que temos nós!
Assim vai este país, este povo triste, que abomina o esforço, a dedicação, o ser diferente, o ser radical, ter ideais, defender uma Ideia! Portanto, caros amigos deste tempo presente, será que vale a pena defender este povo? Será que o povo quer ser defendido? Como Deus, começo a duvidar como um mortal, se o povo merece ter um Estado melhor, ou, se o Estado que neste momento existe não será aquele que melhor define o povo. Melhor, seria (como nos tempos actuais) fazer um estudo para se poder aferir se o povo deseja realmente a mudança. E dependendo do resultado, ser ou não violento, eis a verdadeira questão?

27 maio 2008

Estarão a acordar?

Ora muito bem. Aqui chegados a pedido dos fiéis mortais (alguns já se queixam que o Deus está a ficar amolecido), concluímos, que pelo reino da terra, onde habitam todos aqueles que não são Deuses, a mentira é agora a nova Deusa, disfarçada de justiça, de liberdade, de igualdade, de fraternidade, ou o que isso possa representar. O ideal liberal que advoga para sua defesa e sustento tanta mentira, é um ideal para totós, é um ideal, que nos dias de hoje, representa, rouba o mais que puderes. Passo a explicar, com questões alheias e interrogações tardias. O liberalismo, ao contrário do que alguns idiotas nos dizem, não se auto-regula a ele mesmo, nem muito menos a lei do mercado é suficiente para suster os devaneios (palavra bonita, faz-me lembrar outras coisas), da desmesurada cobiça burguesa. Aqui, o Estado (não este, que não existe - e que só serve para prender gente pequena), deveria, como é sua obrigação, executar medidas tendentes a travar a especulação desmedida do especulador (que não mata com armas, mas fá-lo de um outro modo mais simpático, dito liberal e sempre sob o signo da livre iniciativa). Poderiam objectar que a democracia é parlamentar, e depois, para que serve o parlamento, se não consegue ver o que um cego vê!
Voltemos ao estado menino, quando disse que iria utilizar questões alheias, estava a pensar no inteligente Sarkozy (até no nome é esquisito), que sugeriu um limite no IVA sobre os produtos petrolíferos, como se o problema estivesse neste imposto. O problema está nos especuladores, naqueles que não matam mas matam, pois provocam muito mais dano do que se pode imaginar.
A interrogação diz respeito ao sono profundo do senhor Soares, quer dizer, parece que só agora acordou para a vida, parece que só agora estamos a viver menos bem, enfim, trata-se de mais um treinador de bancada, que enquanto treinador efectivo, sabe Deus (neste caso sei EU, Deus das alturas).
Enquanto eles dizem estar a pensar em resolver o problema da especulação, os especuladores continuam livremente a especular (tudo dentro da lei, e com a aval da autoridade da concorrência).
Caros mortais, este ano estive com um Deus, lá para os lados de Roma, que me avisou sobre a responsabilidade de ser um Deus, e logo sob o signo da cautela. Só que, como Deus, também tenho o dever de zelar pelos meus fiéis mortais, que nesta era especulativa, são vítimas indefesas das arbitrariedades do democrata liberal especulador. Ora aqui está o verdadeiro bandido, aquele que não mata mas mata, aquele que não rouba mas rouba.
Meus amigos mortais, peço que reflictam! Será preciso uma nova guerra santa? Desta vez, não travada contra os infiéis, mas contra o especulador, e contra a aquele que vive do lucro do especulador, e que no entanto diz estar a governar-vos.
Porque esperais?
Que futuro querereis para os vossos?
Não estará na hora...

25 maio 2008

Estado da Nação...

Vanessa Fernandes, venceu mais uma taça do mundo em triatlo. No entanto, de que nos falam as televisões, de futebol, mais futebol, directo do jogador x que está para chegar, directo da ida a casa de banho para fazer chichi, enfim, histeria dirigida às emoções do povo, que já vive resignado com o estado da Nação, ou resignado por saber que essa mesma nação já não existe!
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O Sócrates parece ter descoberto a galinha dos ovos de ouro, que não é mais do que sentir que o povo que ele governa está apático, amorfo, cabisbaixo. Este sentimento aplica-se ao povo pobre, pois existe um outro povo mais digno, aquele que tem sido beneficiado pelas várias medidas governativas do mestre de cerimónia. Se assim não fosse, como explicar o aumento, não da riqueza dos que menos tem, mas dos que já tem muito.
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É a gasolina, são as portagens, são os vícios políticos, é todo um regime assente na mentira, fruto de um Ideal inócuo, transfigurado em nada, e cuja máxima reside no rouba o mais que puderes, se não és parvo.
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Como pode o regime dizer-me que eu transferi para o Estado o meu direito à livre escolha de um sistema político, de uma forma mais digna de governar?
Quando atingimos o estado adulto, não escolhemos nada, não damos assentimento a nada; já está escrito algures que demos a outros a possibilidade de nos defender, de nos governar. Meus amigos, tudo tretas! Tudo mentiras! Tudo maquinações feitas pelo sistema liberal capitalista democrata. Se olharmos para trás, se nos debruçarmos sobre a história, concluiremos que meia dúzia de conceitos que fazem as nossas vidas, estão mais ligados do que se pensa! Portanto, ficar constantemente emotivo com as travessuras do Sócrates é sem se saber, permitir o avanço das maquinações governativas que nos são diariamente impostas.
De pouco serve ser treinador de bancada, muito menos, agir limitado pelas emoções, quer as próprias, quer as dos outros, aqueles que esperam pacientemente que um outro seja queimado na fogueira por ele.
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Cavalgar o tigre dá muito trabalho, é um esforço contínuo, quase inglório, quase frustrante, pois não vemos logo o resultado das nossas acções. Se quiséssemos utilizar uma parábola, o amor serviria na perfeição, quer dizer, estávamos a procurar o resultado fora de nós, no outro, no amado, quando deveríamos procurá-lo dentro de nós, no que se produziu em nós enquanto amávamos, enquanto cavalgávamos o tigre.
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Só conseguiremos muito se tivermos muito para dar, se estivermos dispostos a, disponíveis, acessíveis, prontos para efectuar com os outros as ditas mudanças, sozinhos, apenas percorremos o caminho, apenas cavalgamos o nosso tigre, tudo o resto, é fruto de um ego mal formado, de um ego que terá no futuro o seu sofrimento, o resultado de uma escolha feita à presa e a reboque de ideias alheias e desadequadas à época em que vivemos...

18 maio 2008

Vidas sem sentido...

"A preguiça, a cobardia, levam uma multidão de espíritos a permanecerem menores ao longo de toda a sua vida"
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HAZARD, Paul, O pensamento europeu no século XVIII, Lisboa, Presença, 1974, p.40

16 maio 2008

Exames

Hoje tiveram início as provas que iram aferir do conhecimento da rapaziada! E como estamos numa de saber o que outros aprenderam durante um ano lectivo, lembrei-me, coisa de Deus, de ensinar os verbos, porque o Deus é o Verbo Divino, caído em desuso devido a um mal entendimento, quer dizer, deixaram os homens de acreditar em Deus, para passarem a acreditar no futebol, para já não entrar no campo dos ideais... Ora bem, estávamos nós a falar de verbos. Imaginem que estão numa sala de aulas, e o vosso professor é o governo. - Meninos, qual é o presente indicativo do verbo: mentir, de preferência na primeira pessoa. - Oh senhor professor, o governo não é nenhuma pessoa, é uma entidade esquisita. - O que estás tu a dizer meu filho? - Que não é pessoa, logo, não existe a primeira pessoa. - Eu disse meu rapaz, para tu imaginares. - Ah! Imaginar, imaginar que a primeira pessoa do presente do indicativo mente, professor, espere aí, o governo não mente. - Pois não meu filho. É só um verbo. - Ah, estava a ficar preocupado senhor professor. Oh senhor professor, não é proibido mentir, pois não. - Não meu filho. - Oh senhor professor, espera lá, isto faz-me lembrar aquele trocadilho do é proibido mas faz-se, e aqui ainda é pior. - Pior porquê, meu rapaz? - Porque se não é proibido mentir, todos mentem, e se todos mentem. Vivemos num mundo de mentiras. - Ainda és muito jovem, e a vida ainda te vai ensinar muito...Vais ver. - O professor não está a mentir pois não? - Não meu bom rapaz, estuda, e se puderes, vai jogar futebol, isso é que é importante. - Obrigado senhor professor.
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E assim, os deuses abandonaram definitivamente o homem descrente, e foram forjar outra humanidade para lado incerto!...

09 maio 2008

Crise agrícola...

A crise dos produtos agrícolas, ou a crise provocada pela especulação sobre os preços dos produtos agrícolas? Qual será? Antes de responderam ao ler, façam a seguinte pergunta ao estado português: Dá o estado português ainda subsídios aos agricultores para não produzirem? Subsídios para mudarem de culturas ao sabor da UE? Subsídios para culturas que não alimentam ninguém? Subsídios para produzir apenas o estipulado? O que está dentro da cota exigida pela UE! Quem ganha mais: o produtor ou o intermediário? Se o produtor dedica a sua vida à produção, porque razão damos mais crédito ao mero especulador/intermediário, cujo único trabalho (que nem é físico), é gerir a organização, a empresa intermediária, a que transporta. Terá o estado moral para continuar com tais subsídios? Queremos nós ficar atolados em cidades, enquanto a desertificação dos campos se dá sob o signo do progresso, do lucro, do produto vindo sabe-se lá de onde. A única prova de autenticidade de origem está num mero autocolante posto no produto, nada mais! Falar de crise, sem analisar o que esta por de trás, é ingenuidade, é deixar levar-se por mentiras do sistema, pelos mentores do caos!...
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"O ideal da razão concebido no século das Luzes, a fim de libertar e elevar o homem, foi pervertido em favor da racionalização que só já visa dois propósitos: a organização e a rendibilização financeira."
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Michel Lacroix

04 maio 2008

Finanças

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O problema do fisco, ou se preferirmos, o problema do estado, é um problema de mentalidade, de esperteza típica portuguesa, onde a astúcia individual, e também empresarial, é muito bem vista, tipo glória ou vitória sobre o estado, fugindo às suas obrigações fiscais. Contudo, isto só se passa, porque as finanças são ineficazes (embora os seus altos quadros ganhem muito bem), e não conseguem determinar que é impossível a um cidadão viver com x se ganha y. Pensamento básico da dialéctica económica. Pior ainda, é quando a indiferença, o deixar andar, toma as rédeas da máquina fiscal. Ou quando os chamados exemplos públicos declaram ganhar uns míseros x's, ao mesmo tempo que levam uma vida repleta de muitos y's. Como isto parece ser um tumor difícil de erradicar, só há uma hipótese, a saber: deixar o Deus Thoth, em comissão de serviço, gerir o fisco. E logo no primeiro ano iremos ver resultados, não só expressos em números, mas, aqui é que interessa, na quantidade daqueles que irão passar uns dias a uma qualquer residência colectiva para gente de bem, entenda-se: residência prisional! O resto, a maneira de agir actual é treta, se o patrão declara, está tudo bem, se não declara, está ainda melhor, pois ganha x, e consegue, furto de um esforço individual incompreensível transformar esse único x, em muitos y's, e assim vai o reino dos tugas, um reino de gente muito esperta...e outros atributos muito mais dignos!

27 abril 2008

25 de Abril e Legião Vertical

O título esconde o que foi a celebração do dia da liberdade, ou dito de um outro modo, a libertação para a liberdade, e eu, Deus das alturas, pensava que a liberdade nascia com o primeiro choro, logo a seguir ao nascimento. O problema vem com o que o homem entende sobre liberdade e poder. Mas conceitos à parte. O dia da Legião, certeza de Deus, foi um dia passado com intenso treino físico e marcial. Desde a alvorada até ao por do sol, cada legionário suou a camisola, dignificou a sua adesão ao Ideal. Provou a si mesmo que a fidelidade é mais forte do que o fogo. Aqui, cada um, foi livre de escolher, de optar, de decidir antes de avançar, e uma vez feita a escolha, pode sempre decidir partir, é assim o conceito de liberdade, poder decidir, poder responsabilizar-se por essa mesma decisão. Aqui celebra-se o esforço, a honra, a fidelidade, o estar vivo para. Aqui a liberdade não é apenas um conceito, um mero acessório do pensamento, aqui é acção, é um compromisso com algo acima que não se define, mas que se entranha, que se vive, que sai dos poros, que se respira. Em suma, enquanto uns falam do que nada fizeram mas que dizem muito ter feito, outros celebram a escolha, a decisão, o empenho, a alegria, o esforço, a camaradagem, a fidelidade, e a própria vida, esse sopro vital que nos anima e nos torna únicos, seres diferenciados, fieis a princípios. Diria muito mais, mas para quê? Apenas para vos cansar, obrigar a ler, a reflectir; ficai-vos pelas duas últimas, e aplicai-o no dia a dia, e vão ver a compreensão física do conceito permite uma melhor definição teórica...e por hoje chega!

23 abril 2008

Spyware

Exemplo de um acesso remoto ao um computador sem controlo: key loggers, programa spyware, cujo propósito é registar as teclas pressionadas pelo utilizador, enviando essa informação a terceiros. Este programa também regista o acesso a sites protegidos, bem como os códigos que utilizamos para entrar, uma vez "teclados". Assim vai a espionagem pela Internet sem controlo nem regras!

Estado social

Quando se fala em estado social, não nos podemos esquecer do estado-justiça, bem como, do estado-cobrador de impostos. Estes, são os pilares que sustêm o edifício colectivo. O estado social, só existe se a justiça for efectiva, e se as receitas dos impostos (devidamente cobrados, e a todos, não só aos pobres!) forem distribuídas por quem precisa (e não por quem nada quer fazer, pois sabe de ante mão que pode ser mais um"pobre" pedinte), e sabiamente aplicadas no que é preciso fazer dentro do estado. Não podemos confundir fazer, com sustentar políticos assalariados muito bem pagos "vitaliciamente". A remuneração do político, contada ao cêntimo, deve ser coisa pública, como deve também ser público o valor do fazer. Sem estes pressupostos, o estado social cai por terra. Por outro lado, o estado-justiça, é pura ficção, se o estado cobrador de impostos não agir com zelo pela coisa pública, quer dizer, quando o estado cobra determinado imposto a um cidadão ou a uma empresa, deve ter em conta que esse valor cobrado é para o bem de todos, e não para a manutenção no poder de meia dúzia de falsos ideólogos democratas. Poderíamos andar de conceito em conceito, definir um em relação ao outro, mas não resolveríamos o problema do estado social...se é que tem resolução possível?

21 abril 2008

Democracia

Palavras para quê? Quem faz as leis? Quem determina o que se deve aprender? Quem paga aos tribunais? Quem promove? Quem é amigo? Quem? Interessante, muito interessante!

17 abril 2008

Crédito bonificado

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Notícia do Público online. - O que me intriga, não é a descida da mensalidade, por força do aumento do número de anos de crédito, logo, mais taxas de juro, vezes 20. Mas o que poderá estar por detrás desta medida. Sê-lo-á pelo previsível aumento das taxas de juro? Pelo incumprimentos dos contratos de crédito hipotecário? Pelo galopante desemprego? Pela perca do poder de compra? E as interrogações, talvez, se prolongariam quase indefinidamente, tal é a dúvida que se me assalta neste momento, face a um estado que não sabe muito bem para onde vai. Pior ainda é o tempo de sacrifício, traduzido numa consentida perda de autonomia face à banca. A história, infelizmente, repete-se, e muitas vezes. Quer dizer, o ser escravo, o estar dependente de, o privar-se de, não é novo, aconteceu muito no passado, até que legisladores, homens sábios, intervieram no sentido de tentarem resolver o que outros haviam falsamente criado. Contudo, uma outra intriga me prende à interrogação: depois de 50 anos, como estará a casa? Depois de tanto sacrifício, que vamos deixar aos nossos filhos? Presumo que montes de ruínas? Ou uma casa, património, a precisar de ser demolida. Enfim, a artimanha está muito bem montada, e para se sair dela, vai ser demasiadamente complicado!

15 abril 2008

Viver

Nem a omnipresença que caracteriza a divindade, consegue o milagre da multiplicação do tempo. Conceitos e mais conceitos. Fiéis e mais fiéis. Uns e outros, sugam o tempo, sugam a energia. Reduzem a nada as certezas de um outro passado. O que importa realmente, é este eterno presente, este consciente passar e sentir o aqui e agora (coisas de mortal enamorado do zen). A brisa, o sol, a chuva, a noite e o dia, o calor e o frio, a tristeza e a alegria; quem as vive, quem as sente. Quanto de nós, de vós, fica no que toca, no que sente, no que vive. Conscientes, e com um sorriso nos lábios, alegres pela oportunidade única de se sentir vivos. Quantos de vós, mortais, pensa na vida, sente a vida, canta hinos á passagem terrena. Formulas vazias de conteúdo, é isso que vos vendem. Nada mais! Diria-vos mais, e até vos mostrava o caminho, mas para quê? Para não saboreardes por vós esse sentir único...Por agora, apenas vos digo um segredo "caro"..., ritualizem a vida, o momento presente, façam do aqui e agora, uma constante. Viver, é estar vivo!...

09 abril 2008

Legião Vertical

A imagem fala por si. O sentido é precedido pelo firme, e o à vontade, terminologia militar. A disciplina que daí advém, comporta algo mais do que uma saída da normalidade materialista. Ela, a disciplina, implica que a deslocação de faça em sentido vertical e horizontal. Vertical, sob o mesmo Ideal, e horizontal, em todos os aspectos da vida. Ser disciplinado sob o Ideal, requer disciplina sempre presente, como se o inimigo estivesse sempre à espera de um descuido do Legionário. Estar atento, agir com cautela, eis o que espera do novo Ser!...

08 abril 2008

Informação

O subtítulo da página informativa da No Média: a rede independente de informação, só por si, parece indicar que a mesma é independente. Haveria muito a dizer sobre o conceito de independência, entendido aqui como independência informativa, mas como Deus, irei apenas analisar no seu labor diário, os novos info-jornalistas, bem como a informação que oferecem aos cibernautas. Coisa que o sis já não tenha feito, ou ande a fazer. Esta rede de informação, vem provar que existem espíritos difíceis de domar. Por mais que o Estado determine por leis contrárias à natureza, que a igualdade deve ser a regra, haverá sempre gente diferente! Uma boa sorte para a No Média.
Agora (brincadeira de Deus), só falta criar uma base de dados sobre as travessuras dos políticos?

31 março 2008

Sócrates

Depois de acesas discussões entre divindades, sobre quem iria sacralizar a unção a Sócrates, o Deus Thoth, ficou encarregue de verificar se a criação efectiva de 150.000 postos de trabalho era um número razoável, e se este, era suficiente para determinar a unção, posteriormente ritualizada em data a definir e por que Deus. Parte da discussão incidiu sobre o como? Quer dizer, sobre a capacidade do estado em criar postos de trabalho, e ao mesmo tempo, incentivar outros a criá-los. Pelo menos algumas conclusões se tiraram, contudo, neste momento, só posso revelar aos meus fies apenas uma conclusão, e esta diz respeito à hábil capacidade governativa de Sócrates, que assenta, a saber: em obra públicas. Ainda não estão aí, ainda não são suficientes para determinar a unção. Contudo, vêm aí 184 quilómetros de auto estradas, uma nova travessia sobre o Tejo, o TGV, e o novo aeroporto, mais umas pequenas obras aqui e ali, e no final, tudo adicionado, é bem capaz de perfazer os tais 150.000 postos de trabalho, logo, haverá lugar a ritualização do chefe do governo, entronizado como aquele que apesar dos consecutivos encerramentos do que é bem público, consegui cumprir a sua promessa, materializada na obra feita.

26 março 2008

Livros proibidos...

Depois de um mortal ter sussurrado qualquer coisa como: licença de uso e porte de livro. O Deus Thoth não podia deixar passar este desabafo mortal, pois fora de um mortal ocidental o conceito de guardiães, que assegurariam a segurança de todos, dentro desse estado ideal proposto. Esqueceu-se o mestre Platão de dizer se ia proibir algum livro, pelo menos, para aqueles que iriam viver sob as leis desse estado dito ideal. O recuo no tempo não é inocente, como também não é com certeza inocente o caminho pre-determinado que actualmente estamos a viver, e que, com muita certeza de Deus, iremos viver, quer dizer, ireis, enquanto do alto rio com as travessuras cá de baixo, todas em nome da segurança, da liberdade, do conforto, e da justiça igual para todos, ou o que isso possa significar. Um dia destes, ainda vamos ter livrete de livro, no qual, se enumeram as características, bem como, a saber: se é democrata, anti-democrata, fascista, Salazarista (e outros tantos ismos que agora não me apetece enumerar, por ser fastidioso). O atentado ao bem comum, sintetizado no atentado ao pensar correcto, dentro dos parâmetros democratas, é também um mal da personalidade daquele que pensa diferente, daquele que recusa fazer de ovelha, quando nasceu para ser pastor. O não se conformar com o bem colectivo, com a graça de cada governo democrata, configura uma falta grave: é ser-se anti-religioso (entenda-se - espiritualidade democrata), o que determina de imediato a apreensão da autorização para uso e porte de livro. Não se sabe ainda, se a detenção em residência de livro é crime, ou se apenas o seu uso público o é? Thoth, criador dos hieróglifos (criador, porque um Deus cria pelo Verbo Divino), vai arquivar no Pensamento o saber acumulado, evitando assim, a injuria terrena de crime por leitura...