25 janeiro 2008

Parasitas

Para que se entenda melhor o que irei dizer, e para que não haja mal entendidos, socorrer-me-ei de uma singela parábola, à maneira dos filólogos, nossos amigos das letras. Quando um tumor maligno, entenda-se "cancro", destroi ou tenta destruir o sistema imunitário de um ser; esse ser deve logo agir, no sentido de fortalecer o sistema imunitário, bem como, por todos os meios disponíveis, aniquilar o agressor, sem que este tenha possibilidade de reacção. Se assim agimos para com um outro ser que não vemos a olho nu, mas cujo anseio é evitar que vivamos. Como poderemos entender que ao vermos o agressor a olho nu, não façamos nada, não ajamos em defesa da nossa vida. Do que sabemos ser o certo. Enfim, lutamos contra seres minúsculos (por comparação), e não temos a coragem suficiente de enfrentar aquele que se nos opõe diariamente, sem pudor nem vergonha na cara. Por considerar que somos meros seres descaráveis, que apenas servem para preencher os censos. Calar, ficar inactivo, a deambular sem sentido pelo que se entende ser a vida, é permitir que o outro, o verdadeiro parasita, floresça, se é isso que quereis, continuai assim! E muita boa sorte...Eu por mim, já tenho um outro remédio eficaz!!!

2 comentários:

PintoRibeiro disse...

Bom domingo, abraço K'mrd.

Santos R. Queiroz disse...

Meu caro Thoth,

Que a sua vontade seja contagiosa. E que triunfe a Nova Idade, do Futuro dos Grandes, a do verdadeiro Quinto Império, Idade do Espírito Santo.

Cumprimentos.