27 abril 2008

25 de Abril e Legião Vertical

O título esconde o que foi a celebração do dia da liberdade, ou dito de um outro modo, a libertação para a liberdade, e eu, Deus das alturas, pensava que a liberdade nascia com o primeiro choro, logo a seguir ao nascimento. O problema vem com o que o homem entende sobre liberdade e poder. Mas conceitos à parte. O dia da Legião, certeza de Deus, foi um dia passado com intenso treino físico e marcial. Desde a alvorada até ao por do sol, cada legionário suou a camisola, dignificou a sua adesão ao Ideal. Provou a si mesmo que a fidelidade é mais forte do que o fogo. Aqui, cada um, foi livre de escolher, de optar, de decidir antes de avançar, e uma vez feita a escolha, pode sempre decidir partir, é assim o conceito de liberdade, poder decidir, poder responsabilizar-se por essa mesma decisão. Aqui celebra-se o esforço, a honra, a fidelidade, o estar vivo para. Aqui a liberdade não é apenas um conceito, um mero acessório do pensamento, aqui é acção, é um compromisso com algo acima que não se define, mas que se entranha, que se vive, que sai dos poros, que se respira. Em suma, enquanto uns falam do que nada fizeram mas que dizem muito ter feito, outros celebram a escolha, a decisão, o empenho, a alegria, o esforço, a camaradagem, a fidelidade, e a própria vida, esse sopro vital que nos anima e nos torna únicos, seres diferenciados, fieis a princípios. Diria muito mais, mas para quê? Apenas para vos cansar, obrigar a ler, a reflectir; ficai-vos pelas duas últimas, e aplicai-o no dia a dia, e vão ver a compreensão física do conceito permite uma melhor definição teórica...e por hoje chega!

23 abril 2008

Spyware

Exemplo de um acesso remoto ao um computador sem controlo: key loggers, programa spyware, cujo propósito é registar as teclas pressionadas pelo utilizador, enviando essa informação a terceiros. Este programa também regista o acesso a sites protegidos, bem como os códigos que utilizamos para entrar, uma vez "teclados". Assim vai a espionagem pela Internet sem controlo nem regras!

Estado social

Quando se fala em estado social, não nos podemos esquecer do estado-justiça, bem como, do estado-cobrador de impostos. Estes, são os pilares que sustêm o edifício colectivo. O estado social, só existe se a justiça for efectiva, e se as receitas dos impostos (devidamente cobrados, e a todos, não só aos pobres!) forem distribuídas por quem precisa (e não por quem nada quer fazer, pois sabe de ante mão que pode ser mais um"pobre" pedinte), e sabiamente aplicadas no que é preciso fazer dentro do estado. Não podemos confundir fazer, com sustentar políticos assalariados muito bem pagos "vitaliciamente". A remuneração do político, contada ao cêntimo, deve ser coisa pública, como deve também ser público o valor do fazer. Sem estes pressupostos, o estado social cai por terra. Por outro lado, o estado-justiça, é pura ficção, se o estado cobrador de impostos não agir com zelo pela coisa pública, quer dizer, quando o estado cobra determinado imposto a um cidadão ou a uma empresa, deve ter em conta que esse valor cobrado é para o bem de todos, e não para a manutenção no poder de meia dúzia de falsos ideólogos democratas. Poderíamos andar de conceito em conceito, definir um em relação ao outro, mas não resolveríamos o problema do estado social...se é que tem resolução possível?

21 abril 2008

Democracia

Palavras para quê? Quem faz as leis? Quem determina o que se deve aprender? Quem paga aos tribunais? Quem promove? Quem é amigo? Quem? Interessante, muito interessante!

17 abril 2008

Crédito bonificado

-
Notícia do Público online. - O que me intriga, não é a descida da mensalidade, por força do aumento do número de anos de crédito, logo, mais taxas de juro, vezes 20. Mas o que poderá estar por detrás desta medida. Sê-lo-á pelo previsível aumento das taxas de juro? Pelo incumprimentos dos contratos de crédito hipotecário? Pelo galopante desemprego? Pela perca do poder de compra? E as interrogações, talvez, se prolongariam quase indefinidamente, tal é a dúvida que se me assalta neste momento, face a um estado que não sabe muito bem para onde vai. Pior ainda é o tempo de sacrifício, traduzido numa consentida perda de autonomia face à banca. A história, infelizmente, repete-se, e muitas vezes. Quer dizer, o ser escravo, o estar dependente de, o privar-se de, não é novo, aconteceu muito no passado, até que legisladores, homens sábios, intervieram no sentido de tentarem resolver o que outros haviam falsamente criado. Contudo, uma outra intriga me prende à interrogação: depois de 50 anos, como estará a casa? Depois de tanto sacrifício, que vamos deixar aos nossos filhos? Presumo que montes de ruínas? Ou uma casa, património, a precisar de ser demolida. Enfim, a artimanha está muito bem montada, e para se sair dela, vai ser demasiadamente complicado!

15 abril 2008

Viver

Nem a omnipresença que caracteriza a divindade, consegue o milagre da multiplicação do tempo. Conceitos e mais conceitos. Fiéis e mais fiéis. Uns e outros, sugam o tempo, sugam a energia. Reduzem a nada as certezas de um outro passado. O que importa realmente, é este eterno presente, este consciente passar e sentir o aqui e agora (coisas de mortal enamorado do zen). A brisa, o sol, a chuva, a noite e o dia, o calor e o frio, a tristeza e a alegria; quem as vive, quem as sente. Quanto de nós, de vós, fica no que toca, no que sente, no que vive. Conscientes, e com um sorriso nos lábios, alegres pela oportunidade única de se sentir vivos. Quantos de vós, mortais, pensa na vida, sente a vida, canta hinos á passagem terrena. Formulas vazias de conteúdo, é isso que vos vendem. Nada mais! Diria-vos mais, e até vos mostrava o caminho, mas para quê? Para não saboreardes por vós esse sentir único...Por agora, apenas vos digo um segredo "caro"..., ritualizem a vida, o momento presente, façam do aqui e agora, uma constante. Viver, é estar vivo!...

09 abril 2008

Legião Vertical

A imagem fala por si. O sentido é precedido pelo firme, e o à vontade, terminologia militar. A disciplina que daí advém, comporta algo mais do que uma saída da normalidade materialista. Ela, a disciplina, implica que a deslocação de faça em sentido vertical e horizontal. Vertical, sob o mesmo Ideal, e horizontal, em todos os aspectos da vida. Ser disciplinado sob o Ideal, requer disciplina sempre presente, como se o inimigo estivesse sempre à espera de um descuido do Legionário. Estar atento, agir com cautela, eis o que espera do novo Ser!...

08 abril 2008

Informação

O subtítulo da página informativa da No Média: a rede independente de informação, só por si, parece indicar que a mesma é independente. Haveria muito a dizer sobre o conceito de independência, entendido aqui como independência informativa, mas como Deus, irei apenas analisar no seu labor diário, os novos info-jornalistas, bem como a informação que oferecem aos cibernautas. Coisa que o sis já não tenha feito, ou ande a fazer. Esta rede de informação, vem provar que existem espíritos difíceis de domar. Por mais que o Estado determine por leis contrárias à natureza, que a igualdade deve ser a regra, haverá sempre gente diferente! Uma boa sorte para a No Média.
Agora (brincadeira de Deus), só falta criar uma base de dados sobre as travessuras dos políticos?