27 novembro 2008

Democracia

Definições de democracia para consumo tardio, de preferência, logo a seguir ao jantar, que ajuda na digestão da já famosa dieta mediterrânea.
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A democracia é o braço político do capitalismo (qualquer coincidência com os tempos modernos é pura fantasia).
A democracia é o império da opinião sobre o juízo (porque será).
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A propaganda democrática é como um látego fenomenal, castiga quem nela não acredita, apesar de se intitular democrática, logo, plural, aberta, dialogante, enfim, tudo tretas, tudo ladainha destinada ao ouvidos daqueles que se esqueceram de os limpar...

18 novembro 2008

A Tradição e os pseudo líderes

Escrevo este artigo, por ser chegada a altura certa para o divulgar.
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Sobre a Tradição haveria muito que falar, se tivermos presente que ela é o veículo transmissor do que consignamos ser tradicional. Facto transmitido, oral ou por testemunho etnográfico e iconográfico.
Contudo, não existe Tradição para o presente, se não houver o tradicionalista, partidário do tradicionalismo, aquele que faz a ponte entre um tempo e outro, isto é, entre o berço do que designamos Tradição, e o tempo presente em que se capta o tradicional. Até aqui, tudo muito certo, todavia, se determinado facto, Ideia, corresponde a um tempo em que se pensava e vivenciava a Tradição; como podemos seguir alguém do tempo presente sem cair no erro de seguir o líder errado.
A interrogação é pertinente, pois "define" ela mesmo, quase por si só, o carácter do verdadeiro líder, o que consubstancia a sua natureza íntima com os demais sob determinado Ideal.
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Um líder tradicionalista não pode ser um chefe de um feudo, não pode trabalhar o Ideal em proveito próprio, nem maltratar os seus servidores, nem ter a blasfémia como irmã, muito menos cometer acções rancorosas, provocar a discórdia, subtrair o Ideal a outrem, manipular e apoderar-se da Tradição.
Esse não é um líder, é apenas um chefe de feudo, que enche o peito de ar e só olha para o seu umbigo - o contrário da Tradição, do que professa ou diz professar.
Este chefe, viola as regras da dação, do estar disponível para, provoca o contrário da sã vivência sob o Ideal, e com esta triste atitude singular, apaga inexoravelmente a chama de um fogo que deveria arder.
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Nem tudo o que reluz é ouro!!!

16 novembro 2008

Demografia

Pierre Chaunu, cita Pierre Goubert: "Os nascimentos que não tiveram lugar são nascimentos perdidos: sob o regime da demografia quase natural não existe nascimento retardado e toda a ausência de concepção é definitiva"
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O estado perdeu toda a noção de planeamento demográfico, daí que feche maternidades, por falta de nascimentos, seguido de encerramentos de escolas, hospitais, e aí a bater à porta, universidades, que o aceso a maiores de 23, veio de certo modo, não só possibilitar um maior número de possíveis alunos, como o de assegurar por uns anos a continuação do excesso de universidades. Mas não é tudo, a falta de planeamento, ou o que pensamos ser um falta grave, pode muito bem o não ser, isto é, a abertura das fronteiras, a livre circulação de pessoas dentro do espaço Schengen, a contratação de imigrantes para a construção de grandes obras públicas, pode muito bem ser o planeamento oculto do estado para colmatar a falta de planeamento demográfico dos seus cidadãos. Se perscrutarmos mais fundo, poderemos colidir com uma teoria vinda dos céus, quer dizer, de onde são originários a maior percentagem de imigrantes? Quem fornece à Europa e à América as matérias primas? Quais os países Africanos que ganham com este jogo? E no mundo Ocidental, quem ganha? Afinal, a aparente falta de planeamento pode muito bem ser um planeamento feito numa qualquer loja oculta que existe por aí, e mais não digo...

09 novembro 2008

Pensamento

"Um povo incapaz de assegurar a renovação das gerações é um povo incapaz de criar"

08 novembro 2008

Banca

A nacionalização da banca tem mais do que um objectivo. Desde logo, o ideológico, que permite a trama, e a pseudo regulação dos mercados, designado por democracia. Outro, este financeiro, para justificar e sustentar o ideológico. Outro ainda, sob a capa de promoções, e colocações, cargos criados na banca para alojar políticos no desemprego.
Dinheiro investido em lado nenhum, inspectores que se esquecem de inspeccionar, e o resultado está aí, tristemente testemunhado pelo país real.
Quem sofre?
Quem ganha?
Quem ficará mais pobre?
Quem continua a amealhar com a desgraça alheia?
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Quantos já estão presos?
E o estado, quem o prende?
Por não ter agido, e por continuar a olhar para o lado, como se nada tivesse a ver com ele.
Desgraçado...