15 abril 2009

Conjuntura internacional

Dizem os entendidos, ou os desentendidos, mais Banco de Portugal à mistura, que só sairemos da crise quando a Europa, EUA, e companhia saírem. Esta análise, só por si, qualifica quem a profere. Mais, faz desse, ou desses mostrengos, homens doutos, homens conhecedores dos meandros económicos internacionais. É o desemprego a aumentar, o défice a crescer, as exportações a cair, o investimento estrangeiro estagnado, o nacional público e privado a meio ou nenhum gás, e o que há, só para amigos e companhia. Enfim, é disto que temos, é com isto que temos de viver, com políticos medíocres, instituições muito fracas, geridas por amigos do partido, que nem fazer contas sabem, e lá têm que ir tirar um curso à presa. Pois o cargo para o qual foram nomeados, era só para quadros superiores, com diploma, atestado por uma Universidade idónea. Este é o país real, feito de inveja, de mesquinhez, por gente impreparada, tacanha, triste, que no entanto, consume a riqueza que se produz no estado. Pois são eles que no dia a dia sugam com os seus salários de administrador público e não só, o produto do suor de quem, efectivamente trabalha. Se é isto que querem, continuem a baixar as calças, a dizer amém, a sorrir, a falar nas costas, a dizer sim à farsa. Se pelo contrário, querem um outro país, muito mais interessante do que este, só vejo uma solução, a saber: tomar pela força o poder, e impor sem medos e paliativos, o rigor que se deseja no seio do estado. Confúcio, tinha um lema: animai os bons e afastai os maus. O que está para além desta formula é mer...

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