20 junho 2009

Férias...e razão de Estado

O Tot ainda continua a ouvir outros fiéis, estes outrora pertencentes ao reino do Algarve. Como deus pagão, vejo este país entrar num marasmo intelectual, económico, social, e cultural. O pseudo desígnio nacional já nem serve para unir, apenas para provocar emoção nostálgica, não do que fomos mas do que poderíamos ter sido.
O que é preciso em primeiro lugar: é saber porque razão, alguns cargos de interesse nacional, estão nas mesmas mãos desde o vinte e cinco de Abril. Entenda-se aqui, não só a mesma pessoa, singular, mas a sua extensão, isto é, a passagem do cargo ao descendente. É estranho esta forma de agir democrática, se pensarmos que ela fora inicialmente instituída para enaltecer a diversidade em detrimento da tradição monárquica. Esta razão de Estado, deve ser investigada pelo poder judicial. Porque se existe livre acesso aos cargos do estado, qual será a oculta razão de estes estarem nas mãos das mesmas famílias, que, diga-mo-lo sem medos, ainda não deram provas da sua real devoção ao Estado, a não ser nos cargos que ocupam. Se o poder judicial precisa de uma denúncia para agir, treta, visto haver no Estado mecanismos de defesa contra os usurpadores, aqui tem uma denúncia, não pessoal, como eles tão bem gostam, para se escudarem nas costas do outro, mas uma denúncia bem precisa, quer dizer, histórica, que não deixa margens para dúvidas.
Esta primeira razão deve ser claramente explicada ao cidadão, sob pena de no futuro, esta servir para por em causa aqueles que do mesmo modo o fizeram com quem os precederam.
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Estarei sempre atento, sempre omnipresente. Bem sei que quem fala nas costas, cala na frente. Que quem denegri-de, diz que diz, que difama, não é Homem, mas um moço, um bobo que apenas serve de joguete a voos mais altos de quem dele se serve...
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Mas mesmo esse, será desmascarado, porque o que me move, não é o interesse deles, mas a aproximação à verdade Histórica, aquela que deve ser digna de ser mencionada nos manuais do futuro!

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