28 julho 2009

Gripe A

Escrevo-o para que fique bem escrito. Muito me engano ou este país vai perder o combate face à gripe A. Digo-o, porque pressinto que os governantes, mais directores de primeira linha andam por aí a brincar aos arranjos florais. Ainda ninguém conseguiu explicar o que acontecerá se houver um surto num qualquer hospital de primeira linha. Se houver um surto nos serviços de segurança, entenda-se, secretas, forças de segurança, protecção civil, INEM, bombeiros, serviços públicos, etc., etc.
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Como se não chegasse, o cidadão que trabalha, se por mero acaso contrair a gripe da moda, tem apenas 65% do salário que estiver a auferir na altura. Assim, resta-me dizer que por mim, se apanhar a dita gripe, irei trabalhar com todo o gosto e contaminar aqueles que mais tenho estima - coisas de Deus!

2 comentários:

Carlos Portugal disse...

Caro Thoth:

Não ceda ao véu sujo de propaganda da OMS, peço-lhe! A «gripe» é mais uma fraude gigantesca, a contar a muitas outras, destinada a forçar a venda de «medicamentos» e «vacinas» (isso mesmo, entre aspas), fazer desviar atenções de coisas realmente importantes e fazer passar «medidas» inaceitáveis noutros contextos (despedimentos em massa, fecho de serviços, «vacinações» obrigatórias, etc.).

Na verdade, o H1N1 é um derivado laboratorial do vírus da gripe espanhola, que matou dezenas de milhões de pessoas aquando da epidemia de 1918. Contudo, os biliões sobreviventes contraíram a imunidade ao vírus. Ora esses biliões são os nossos avós e bisavós, que transmitiram uma certa imunidade genética aos filhos e estes aos netos.

Assim, quando em 1976 tentaram iniciar a «pandemia» nos E.U.A. com o H1N1, a «coisa» não pegou. Ou seja, o contágio era difícil. Assim, provocaram a morte de um desgraçado para forçar a necessidade de vacinação. As vacinas provocaram, nas primeiras semanas, mais de 300 mortes e deixaram 4000 pessoas estropiadas para sempre. Ainda hoje correm processos de indemnização às vítimas.

Com este «surto» propagandeado até à náusea, o contágio revela-se cada vez mais difícil, e os números anunciados são empolados grosseiramente (num caso concreto, quis confirmar o número noticiado de internados num hospital lisboeta, e uma amiga médica, interna no serviço respectivo, disse-me que ninguém deu entrada com essa gripe, que era tudo uma mistificação.

Ou seja, o vírus existe, é pouco medianamente contagioso, e é menos perigoso do que um vírus de gripe vulgar (que mata milhares anualmente, só em Portugal, por complicações). E falar em «epidemia» ou ainda «pandemia» com uns poucos milhares de casos mundiais é de um ridículo e de uma má-fé atrozes.

É a «pandemia do lucro», como alguém já lhe chamou.

O meu Caro aceite um grande abraço deste humano...

Tot disse...

Caro Carlos Portugal,
é com muito gosto que volto a tê-lo nesta santa casa, casa de Deus.

O que me diz sobre a dita gripe, é bem verdade. Já outros amigos mortais fizeram chegar documentos que atestam a pouca vergonha da fabricada pandemia.

E ainda bem que não existe pandemia, a não ser no ilusório.

Esse abraço, ainda o vai dar ao Deus pessoalmente. Porque muito em breve terei que ir à capital em negócios políticos e sindicais, coisas que qualquer deus não pode deixar de ter em consideração.

Um abraço do Tot