14 dezembro 2009

Alterações climáticas

Parece haver por aí uma corrente de pensamento defendida por alguns cientistas, que afirma que a libertação de CO2 para atmosfera não interfere com a mudança que ocorre nas variações climáticas.
-
Esta é para meditar e se possível, para investigar.

3 comentários:

Carlos Portugal disse...

Caro Tot:

Na verdade, o alegado aquecimento antropogénico supostamente devido ao inofensivo CO2 é provavelmente uma das maiores fraudes científicas de todos os tempos modernos.

Como engenheiro, repugna-me que cientistas se possam prestar a tal encenação. Mas passo a explicar:

Segundo os adeptos do «aquecimento global», o CO2 e outros «gases de estufa» subiriam às altas camadas da atmosfera e, aí, impediriam que os raios de Sol reflectidos na superfície da Terra saíssem para o espaço, aquecendo a baixa atmosfera como uma estufa.

Ora tal é uma simples impossibilidade física, já que - como em qualquer tabela de gases se pode verificar - o CO2 é 1,5 vezes mais pesado do que o ar, mantendo-se sempre junto ao solo, indo-se depois dissolver na água dos rios e oceanos, ou acabando reciclado na fotossíntese das plantas, que precisam dele para a função clorofilina.

Aliás, uma das razões pelas quais não há vegetação arbórea nas montanhas muito acima dos 1500 metros é a baixíssima concentração de CO2 a essas altitudes.

A isto acresce o facto da percentagem de CO2 na atmosfera ser de pouco mais de duas centenas de partes por milhão, e que, na actualidade, o contributo da actividade humana para isso (a «pegada», como estes indivíduos gostam de lhe chamar) não ultrapassa as dezasseis partes por milhão. É claro que a maior parte das pessoas não faz a mínima ideia destas ordens de grandeza, e de quão ínfimas são dezasseis partes por milhão no todo.

Portanto, posto de parte o contributo do CO2 para o «aquecimento», por simples impossibilidade física, e perante aumento preocupante da área de gelo das calotes polares e da cobertura de neve (exactamente ao contrário do que os apoiantes do Sr. Gore apregoam; mas, pelos vistos, não gostam de olhar para as fotos e dados de satélite), vejamos o que na realidade provoca as alterações climáticas.

O principal factor é a actividade solar, que não é aleatória, mas sim cíclica. E o final de 2008 e todo o ano de 2009 viu um sol sem manchas, o que significa um abrandamento da actividade. Isto é preocupante, pois pode ser sinal da aproximação de uma glaciação (o aumento do gelo polar - descontando o degelo cíclico durante os Verões - pode ser uma indicação disso.

A actividade solar é tão poderosa que qualquer actividade humana terá o peso de uma gota de água num oceano. Nem mesmo o aquecimento local - enorme se comparado com o dos dias de hoje - provocado pelos incêndios das cidades europeias e japonesas durante a 2ª Guerra Mundial conseguiu evitar os Invernos gélidos de 1942/43 e 1944/45.

É pois tudo uma questão de escala. Até mesmo uma grande erupção vulcânica liberta mais calor e gases do que dezenas de bombas nucleares.

E até a cobertura de nuvens tem uma influência - de arrefecimento - várias vezes maior do que qualquer hipotético «efeito de estufa»...

Então, para que serve um embuste destes, elevado à escala global? Afiguram-se-me três motivos principais, e óbvios:

1 - Impedir a industrialização dos países do 2º e 3º mundos, para que não façam sombra às mega-indústrias do 1º e lhes continuem a fornecer mão-de-obra quase escrava;

2 - Criar novos impostos gravosos - a que chamam «taxa de carbono» - aplicáveis a tudo o que viva ou se mova, sem grandes protestos por parte dos espoliados - nós;

3 - Criar novos nichos de mercado para as ditas «energias renováveis», as quais, no actual estado de desenvolvimento, não são exequíveis em grande escala sem investimentos gigantescos e desproporcionados, ou muitas são, simplesmente, outra fraude, por rendimento energético baixíssimo ou degradação rápida (caso das centrais de marés, devido à corrosão salina).

-- Conclui no próximo comentário

Carlos Portugal disse...

-- Continuação do comentário anterior

Depois, há indicações de outras movimentações e «conspirações», estas políticas, tendentes a formar um governo mundial efectivo, na mão dos grandes bancos e das mega-empresas que estão por detrás da fraude do «aquecimento global», e que o tentam impor à força, como desculpa para o «take-over» dos governos locais e destruição das soberanias.

Para isso, contam com legiões de adeptos do «greening» e do «New Age», tão incultos como fanáticos, inculcados com o mito de uma religião baseada na «ciência» dos verdadeiros detentores do poder, que dispõem de inúmeros acólitos da área científica, dependentes de subsídios e avenças.

É uma vergonha, um tal espectáculo de ignorância e de estupidez, aliadas a uma maldade calculista e diabólica. É nosso dever lutarmos contra isto, pois há muita coisa em perigo - e não é o Planeta ou a Natureza, infinitamente mais poderosos do que os seres humanos - e a principal delas somos nós, as nossas Pátrias, as nossas Culturas, as nossas Famílias e - acima de tudo - as nossas vidas.

Que os Deuses nos ajudem!

Cumprimentos.

Tot disse...

Caro Carlos Portugal,
folgo em lê-lo. Até pensei que teria emigrado :)
Mas não, faço-lhe um repto: faça um artigo completo sobre o dito aquecimento e terei todo o gosto em o "postar" aqui na Democracia.

Mas caro amigo, a ignorância das massas é-lhe vantajosa, na medida em que não se têm de preocupar com mais nada, a não ser viver, ou sobreviver, apenas vivendo e nada mais, como se não fossemos dotados de razão, enfim, ser-lhes-a mais fácil lidar com as vicissitudes da vida desta forma...

Um abraço do Deus até breve

Cumprimentos