27 abril 2009

Estado...

O D. Nuno já está a fazer-nos muita falta. Agora, não são apenas espanhóis que devemos combater, o combate, esse, estende-se para além do nacional, isto é, até aqui temos que travar constantes batalhas, não só pela honra, verdade, e justiça, como: pela dignificação do nome, da palavra dada, e do exemplo a seguir. Mais tarde ou mais cedo, não o sei muito bem, iremos ser convocados a travar a batalha decisiva, e aí, iremos ver definitivamente, quem ainda se encontra de pé, não a pregar fórmulas passadas, mas a suportar o peso do fardo presente...E mais não digo!

15 abril 2009

Conjuntura internacional

Dizem os entendidos, ou os desentendidos, mais Banco de Portugal à mistura, que só sairemos da crise quando a Europa, EUA, e companhia saírem. Esta análise, só por si, qualifica quem a profere. Mais, faz desse, ou desses mostrengos, homens doutos, homens conhecedores dos meandros económicos internacionais. É o desemprego a aumentar, o défice a crescer, as exportações a cair, o investimento estrangeiro estagnado, o nacional público e privado a meio ou nenhum gás, e o que há, só para amigos e companhia. Enfim, é disto que temos, é com isto que temos de viver, com políticos medíocres, instituições muito fracas, geridas por amigos do partido, que nem fazer contas sabem, e lá têm que ir tirar um curso à presa. Pois o cargo para o qual foram nomeados, era só para quadros superiores, com diploma, atestado por uma Universidade idónea. Este é o país real, feito de inveja, de mesquinhez, por gente impreparada, tacanha, triste, que no entanto, consume a riqueza que se produz no estado. Pois são eles que no dia a dia sugam com os seus salários de administrador público e não só, o produto do suor de quem, efectivamente trabalha. Se é isto que querem, continuem a baixar as calças, a dizer amém, a sorrir, a falar nas costas, a dizer sim à farsa. Se pelo contrário, querem um outro país, muito mais interessante do que este, só vejo uma solução, a saber: tomar pela força o poder, e impor sem medos e paliativos, o rigor que se deseja no seio do estado. Confúcio, tinha um lema: animai os bons e afastai os maus. O que está para além desta formula é mer...

10 abril 2009

Mensagem de páscoa...

Se o dinheiro que está a ser aplicado para salvar a banca fosse canalizado para o cidadão, deixaríamos de ver pobreza, descontentamento, endividamento, infelicidade, apatia, desconforto, desgosto, indiferença, etc.
Todavia, este dinheiro que muita falta faz ao comum dos mortais, não se destina só a suster a queda da banca, vai mais além, isto é, permite a continuidade do sistema, do liberalismo sem freios, do capital sem rosto, da ideologia única democrática. Se se deixasse cair a banca, era o mesmo que sentenciar o fim da ideologia democrática, e de tudo o que ela comporta, logo, pode tudo ruir num estado, pode até a economia perecer aos poucos, o que não pode é não haver banca, dívidas...e tudo o que lhe está associado.
Meditem neste mantra, e aproveitem a época santa para reflectirdes sobre o engano, a mentira diária, sobre a falsidade ideológica democrática posta em causa nesta crise de excesso...

05 abril 2009

Crise...

A crise internacional, quer dizer, a crise globalizada, é essencialmente uma crise dual, isto é, primeiro, é financeira, por haver muita gente a roubar e a depositar em paraísos fiscais. Segundo, por a produção não visar a procura mas o "estoque". O que significa, que se produzia, não para repor uma percentagem mínima necessária de estoque, mas, produzia-se para um estoque absurdo, com percentagens elevadíssimas que o mercado actual não consegue escoar.
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Bem fizemos nós, portugueses, que produzíamos pouco...e ainda o continuamos a fazer...
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Se a produção de bens não visar a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, que irão usufruir desses bens, então, para que serve produzi-los em quantidades desnecessárias?

02 abril 2009

Crise

Estão reunidos em Londres, os países que compõe o já famoso G20. Vamos ver se as medidas são avulsas ou se são medidas destinadas a todos. A regulação da banca mais parece uma fábula. Neste teatro diário, neste entreter de gente, quem ganha são os políticos. O logro democrático, a ilusão da igualdade, da fraternidade, começa finalmente a ser posta em causa. Quem ainda acredita, que ponha o dedo no ar, ou que fique sem ele!