24 agosto 2009

DGS...

Voltem polícias do antigo regime, entenda-se, Estado Novo.
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Polícia Especial de Informações (Lisboa):
Decreto nº 12972 de 16 de Dezembro de 1926
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Polícia Especial de Informações (Porto):
Decreto nº 13342 de 26 de Março de 1927 e Decreto nº 14143 de 11 de Agosto de 1927
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Polícia de Informações:
Decreto nº 15195 de 17 de Março de 1928 e Decreto nº 20033 de 3 de Junho de 1931
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Polícia Internacional Portuguesa:
Decreto nº 20125 de 28 de Julho de 1931
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Polícia de Defesa Política e Social (P.D.P.S):
Decreto nº 22151 de 23 de Janeiro de 1933
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Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (P.V.D.E.):
Decreto-Lei nº 22992 de 29 de Agosto de 1933
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Polícia Internacional e de Defesa do Estado (P.I.D.E.):
Decreto-Lei nº 35046 de 22 de Outubro de 1945
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Direcção-Geral de Segurança (D.G.S.):
Decreto-Lei nº 49401 de 24 de Novembro de 1969. Decreto-Lei nº 368/72 de 30 de Setembro de 1972
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Só faltam aqui as actuais...quantas são? (:

23 agosto 2009

Democratizar a cultura

Um dos problemas inerentes a cultura para todos reside no facto de nem todos terem dinheiro para comprar a cultura. Alguns jornais já alimentam a ideia de cultura para todos, oferecendo livros. Esta medida não é contudo suficiente, não só porque comporta subjectividade na oferta de temas previamente escolhidos, como chega a um público que ainda tem um défice muito grande em termos culturais. Como se não chegasse, a ausência de conhecimento deriva também da falta de dinheiro ou falta de tempo para alimentar convenientemente a cultura.

16 agosto 2009

Dinheiro

Diz-se comummente que o dinheiro não trás saúde. Mas o contrário não é menos verdade. Não ter nenhum dinheiro também não dá saúde. Pior ainda, a falta de dinheiro pode ser fatal no socorro urgente a uma qualquer doença.
Se falamos assim da falta de dinheiro a propósito da saúde. Podemos muito bem ir mais longe, e transferir o âmbito da importância do dinheiro para outras necessidades contemporâneas.
O económico, ou se preferirmos, a economia doméstica também não foge há necessidade de dinheiro.
Se o dinheiro não trás felicidade. A falta dele também não dá nenhuma. Muito menos quando dele se tem urgência para socorrer as necessidades domésticas.
Todo o palavreado em prol da pobreza não passa de uma falsa segurança pessoal, doméstica e comunitária.
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Contudo, como já vimos, se a falta de dinheiro pode fazer perigar a saúde física e doméstica. Pode por outro lado, e aqui deixa-se o problema para análise de especialistas, afectar o psicológico, e tudo o que lhe estiver associado.
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Façam uma reflexão sobre ter e não ter. Sobre o poder adquirir ou não determinado bem. Sobre o tempo que medeia o desejo ou necessidade básica e o acto de posse.
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Analisem as necessidades básicas do homem contemporâneo, tais como: alimentação, vestuário, saúde e educação.
Depois de uma análise cuidada sobre cada uma, digam qual preferem glorificar. Se a pobreza ou a riqueza?
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O objecto de análise são vós mesmos no vosso percurso diário enquanto vivos.

09 agosto 2009

Xutos e Pontapés - Sem Eira nem Beira

A letra desta canção é um retrato fiél do banditismo dos poderosos. Quem não luta ou simplesmente baixa os braços, não merece a comida que tem em cima do prato...