02 fevereiro 2010

Défice 9.3

O ministro das finanças afirma que não estava à espera que o valor do défice fosse tão elevado. O governador do banco de Portugal também fora apanhado de surpresa, coisa esquisita. O primeiro ministro, na sua habitual forma de estar, lá diz que afinal já sabia que ia ser assim. Neste estado de confusão geral entre quem decide, ficam as interrogações. Se o ministro não sabe o défice das contas do ministério que gere, então, para que serve? Se o governador do banco de Portugal também não sabe onde anda o dinheiro do país, que sentido existe na função que ocupa?
Se o primeiro ministro já sabia de tudo, e deixou o país viver no engano, então deve pôr o lugar à disposição?
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Este país é um país a brincar, tipo país das maravilhas, onde cada acontecimento surge como uma surpresa.
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Disse em tempos, que tomaria o poder com gosto. Bastariam cerca de três anos, e as contas públicas entravam na ordem. E com as contas, entrariam outros meninos...E mais não digo, porque espero para ver, mas sempre atento...muito atento...

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