08 março 2010

Democracia

Na democracia portuguesa, as ovelhas dirigem e controlam as outras ovelhas. O rebanho anda assim, sem controlo eficaz de um pastor experimentado, acompanhado pelo seu fiel amigo. A democracia portuguesa prescindiu do acto médico, o doente prescreve a ele mesmo o seu remédio, que julga ser o melhor, não só para ele, como para os demais. O altar dos sacrifícios, é ritualizado pelos mitos da igualdade, da justiça, da segurança, em suma, oficializa-se a falta de mérito, a ignorância, o deixa andar, e as mãos nos bolsos...numa transmutação de tristes figuras que apenas rendem culto a um Deus que desconhecem!
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Se a vida não fosse única, haveria desculpa para tamanha inércia e inépcia, talvez! No entanto, que cobardia os faz apagar, deixarem-se ir abaixo, desistirem, abdicarem de viver a própria vida? Que sentido existe para justificar assim uma existência? Nenhum...

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