06 abril 2010

Acção

Quando falo de acção, faço-o porque ajo, porque acredito no poder transformador da acção dirigida, que sem mácula ou desmérito, tece diariamente o seu propósito. Disse também em tempos que era preciso criar-se um serviço de informações conducente a utilização selectiva da informação, no sentido de se criar uma base de dados sobre quem haja contra nós... A balança que equilibra a informação contra um ataque frontal é mais eficaz do que o que se possa imaginar, uma vez que o poder de posse de informações sensíveis permite gerir e aplacar o ataque...
Pena, que alguns, embora resistentes e determinados, se fiquem pelo uso inadequado do esforço despendido dentro de portas... Por vezes, a pseudo protecção do que se supõe possuir, esconde os parcos alicerces do edifício social, económico, e intelectual.
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A história não se faz de nadas, de vazios, de ausência de movimento...muito menos de quietude humana, cobardia, desinteresse, desistência, apagamento, rebaixamento, fraqueza, apatia...pelo contrário, ela vive dentro de nós, ela pula se nós pularmos, ela renova-se se nós nos renovarmos, ela é sangue que corre em nossas veias, portanto, caros amigos, a acção dirigida a um fim produz sempre um efeito, mesmo que nos digam, ou queiram convencer do contrário...
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Esta nas nossas mãos o poder discricionário de tomar as rédeas da história como bem entendermos...

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