29 abril 2010

Demoracia à portuguesa...

A democracia à portuguesa é uma democracia assente na mentira governativa. Não é possível que os dois maiores partidos se unam para cortar no subsídio de desemprego, e não o façam para cortar nas verdadeiras despeças...
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O país esta a beira da banca rota, e que propõe o governo. Mais dividas. Vem aí uma nova auto-estrada, uma nova travessia sobre o Tejo, o TGV, o aeroporto, e outras quimeras que o dócil povo aguenta...
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E ainda têm coragem de pedir aos portugueses paciência face às medidas do PEC. Disse em tempos, que é hora de fazer a revolução social. Esperar pelo dia de amanhã poderá significar não ter nada por que lutar. Já chega de macacada. Já chega de mentiras. Fazer hoje a revolução social, é proteger o Estado face à falência do amanhã!!!

2 comentários:

Carlos Portugal disse...

Caro Tot:

É claro que esta «democracia» usa a mentira como princípio de desgovernação, de maneira a criar cortinas de fumo e realidades virtuais destinadas a encobrir as sujíssimas manobras de bastidores.

Agora, pensemos um instante na seguinte hipótese: Na «crise» criada artificialmente por Bilderberg e companhia, em que o resvalamento para a destruição de empresas, pessoas, famílias, economias e soberanias é feito controladamente, estado a estado, a «imagem» da partidocracia é de tal maneira odiada que qualquer extorsão adicional à população poderá causar graves agitações ou mesmo revolta popular. Mas os desgovernantes querem sacar muito mais da população - para eles próprios e para os seus mandantes.

Assim, uma «agência de rating» provoca um agravamento virtual, como tudo nesta economia demente) na situação económica do País, de modo a que os partidos e o governo chamem «à unidade» para «salvar o País». Então, em vez de haver medidas sérias, impõem-se mais extorsões (impostos, portagens, cortes de salários, etc.) ABSOLUTAMENTE INÚTEIS, pois que as grandes despesas não só se mantêm (remunerações escandalosas de boys, obras megalómanas, luxos cada vez mais ostensivos, etc.) como têm tendência a aumentar. E era muito, mas muito fácil sair da «crise». Mas os desmiolados economistas parece que nunca ouviram falar em Hjalmar Schacht, e continuam com os disparates do Kaynes e afins... Para justificar o injustificável, ou seja, mais extorsões.

Grande abraço.

Tot disse...

Olá caro Carlos,
como sempre, lê-lo é revigorante, porque acerta na trama, habilmente trabalhada pela «máfia» democrática.

Mas isto só acontece, porque o povo tem sido mantido na ignorância, e parece gostar da papel que lhe atribuíram. Na medida em que é mais cómodo não fazer nada do que ter de ser crítico, dada a situação do país.

No entanto, o pais parece ter muito dinheiro para gastar, uma vez que o orçamento destinado às obras públicas é medonho...

Um abraço e continuação de um bom fim-de-semana.