16 abril 2010

PEC de mentiras...

O Programa de Estabilidade e Crescimento não é mais do que o Poder do Estado Central. Quer isto dizer que o poder esta centrado apenas no Estado, e este pode indiscriminadamente fazer uso dele sem se preocupar com o bem comum ou com a verdade que deveria revestir a sua acção e os seus ditos. Ao invés, o Estado, nas mãos de «impreparados», diz e respira impropérios, sem que ninguém ouse perturbar a aparente calma governativa. Afirmamos isto, não porque achemos que o governante A, B, ou C seja mau, mas porque um desses governante mentiu; ao dizer aos portugueses que não há aumento de impostos no PEC. Mas se não há aumento de impostos no PEC, porque razão, a taxa de IRS descontada na folha de vencimentos subiu, o que significa, que o aumento de impostos é mais directo do que se pensa, uma vez que se sente logo no dinheiro vivo que cada português leva para casa. Diríamos que mentir é contra producente, que é imoral, se estivéssemos a educar uma criança para o futuro. Mas estando nós a tentar reeducar o governante, não parece fazer muito sentido utilizar as analogias, uma vez que este toma como certo o incerto, como moral o imoral; em suma, toma como verdade a mentira, ou a arte dos sofistas, a da retórica corriqueira e mesquinha.

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