18 abril 2010

Riqueza

Já tinha lido o livro em 2008. Agora volto a lê-lo. Uma nova leitura trás sempre uma nova abordagem, fruto de novos saberes, um novo tempo, também um novo espaço, e obviamente uma nova forma de ver a vida. Confesso que o livro é muito interessante, na medida em que nos diz, como se já não soubéssemos, mas que recusamos ouvir a voz interior, que sem dinheiro nada feito. A pobreza não acrescenta nada, porque também não tem nada para acrescentar. Por muito que custe a alguns, que dizem viver bem sem dinheiro, só o dinheiro permite adquirir bens materiais, ter acesso à cultura, ter tempo e disponibilidade para o usufruto desses bens. A própria educação escolar faz-se melhor com melhores e mais meios, o contrário é falso. Portanto, façam o favor de ler o livro. Permitam-me dizer três coisas, é bom ter uma excelente forma física, sabe bem ter conhecimento (e se por vezes não temos mais, tal motivo deve-se à preguiça intelectual), e por último, ter dinheiro alivia muita coisa...
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Toda a argumentação em contrário redunda não no alivio da falta de dinheiro mas na sua continuidade.

2 comentários:

Carlos Portugal disse...

Caro Tot:

Os livros de Wallace Wattles são muito interessantes, especialmente o «The Science of Being Well». Se quiser, envio-lhe as versões digitalizadas que possuo.

Quanto ao «The Science of Being Rich», ou «A Ciência de Enriquecer», foi aproveitado (mal, pois deturpam a obra) pelos arautos de «O Segredo». Até parece que querem torpedear toda a estrutura mental e espiritual do livro original.

Quanto às «virtudes» da pobreza, só me ocorre a frase de Charles Chaplin acerca disso: «A única coisa que aprendi com a pobreza foi a determinação em nunca mais ser pobre». Creio que está tudo dito.

Mas parece que há por aí muita «gente» (para não usar outro termo) apostada em empobrecer forçadamente todo um País, com PECs, desvios de dinheiros, extorsões contínuas, etc., de uma forma nada consentânea coma preconizada por Wallace Wattles.

Grande abraço.

Tot disse...

Caro Carlos,
é óbvio que pretendo as versões digitalizadas de Wallace Wattles.

Não invalida que depois possa ter os livros na minha biblioteca; não fosse o Tot também o patrono das bibliotecas.

Um grande abraço, e boas leituras.