11 maio 2010

Democracia política

Para o governo da República Portuguesa, mentir é como respirar. Como se o verbo mentir estivesse impregnado no sangue do governo. Esta afirmação não é fortuita nem responsabiliza quem a diz, uma vez que o descontrolo das contas públicas confirmam a asserção. Mais, justificam a demissão do governo, com a consequente queda da Assembleia da República (que de República só tem o nome). Uma vez demitidos os dois órgãos de soberania, dever-se-á sem demoras convocar as forças armadas, polícias, e secretas. Eleger um conselho de Estado com cidadãos íntegros, com provas dadas na sociedade Portuguesa. E de seguida, reformular-se a Democracia, com cidadãos responsáveis nomeados para os lugares adequados. Deve-se acabar sem demoras com o clientelismo estatal. Suprimir as empresas públicas que não justifiquem a sua existência. De igual modo, deve-se reduzir ao mínimo indispensável os institutos públicos. Os deputados da Assembleia devem ser em número estritamente necessário ao bom funcionamento das comissões que fiscalizam e controlam. A observância da fidelidade partidária por parte destes deputados enquanto serventes da nação, implica a demissão compulsiva, sem indemnização, nem outra possibilidade de servir o Estado.
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Existe mais doutrina, que será aplicável no momento exacto. Não pense o governo e companhia que o cidadão honesto está aqui para alimentar a extravagância governativa. Este tempo presente justifica qualquer medida tendente à protecção do Estado, o que significa, que pode ser necessário levar-se a cabo medidas restritivas de acesso ao poder para os actuais líderes...

2 comentários:

Carlos Portugal disse...

Perfeitamente de acordo, Caro Tot! Quando tiver um pouco de tempo livre, voltarei a esta Sua Casa, para comentar com o respeito que merece esta Sua linha de Pensamento.

Grande abraço.

Tot disse...

Caro Carlos,
a Doutrina já existe, embora no meu pensamento, e aos poucos vai sendo posta a nu no blogue. Urge agir, desmistificar a Democracia, isto é, ou a Democracia se renova, veste um fato novo ou perece. Fora assim no passado, e sê-lo-á no futuro.

Um abraço divino.