18 maio 2010

Democracia

Para onde caminhamos como nação? Se os actuais governantes contradizem-se a cada nova semana. Governar deveria ser uma arte, não um permanente desenrasque. Ter coragem não é sinónimo de tirar aos mais desfavorecidos, e isso até é fácil e nem necessitamos de ter um governo. Ter coragem é levar a cabo medidas de controlo orçamental, proibir a subida constante de incompetentes na hierarquia das empresas públicas. Por cada incompetente que se nomeie, este por sua vez nomeia mais incompetentes. Estes incompetentes de cartão partidário são colocados em sítios chave, de modo a obstar a competência.
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Auditem os concursos e terão uma grande surpresa, mas que grande surpresa...

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