30 setembro 2010

País em guerra I

A alternância democrática provoca a corrida aos despojos, isto é, sempre que um partido chega ao poder, divide entre si as funções existentes no estado, e quando estas não o satisfaz, cria novas funções.
Tem sido assim a vida democrática do país, cujo sentido ou rumo reside na intenção dos partidos em dominarem os meandros do estado.
Dito isto, é aos partidos que se deve sacar responsabilidades, principalmente àqueles partidos que se têm servido da riqueza pública, enquanto detentores de poder como governantes.
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Mas a mentira democrática parece ter mais sentido do que a verdade. Passo a explicar. Ainda hoje, do debate na debilitada nação, o primeiro ministro, que já se devia ter demitido há muito tempo, afirmou muito convicto: que neste ano em exercício não houveram aumentos nem progressões na função pública. A verdade é contrária, e eu não minto, e não estou a dizer com isto que o senhor primeiro ministro mente, estou apenas a afirmar que a verdade de uns não parece ser a verdade dos outros.
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Em artigos anteriores afirmei que a situação do país iria ficar caótica, e o começo está aí...vai ficar muito pior, muito mesmo...o doce que deram à PSP, foi a prever o caos que aí vem, e da necessidade em controlar as manifestações...
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Volto a reafirmar o que já por diversas vezes disse: estarei sempre disposto a tomar as rédeas do país, seja pelo método democrático, seja pela força...
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