12 novembro 2010

CTT

Não vou aqui falar da polémica sobre os despachos da nomeação dos dois novos funcionários dos CTT, não porque não queira, mas porque o dever profissional me obriga a respeitar com probidade e urbanidade a empresa centenária, que todos os dias serve os portugueses com abnegação e orgulho.
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Todavia, o que se tem dito sobre o caso, lembra tão só, uma prática democrática levada a cabo e até à exaustão pelo poder político desde o 25 de Abril, logo, penso eu, nenhum dos partidos com assento parlamentar deve estranhar, na medida em que a prática é sobejamente conhecida.
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Dito isto, serve o retrato de D. Manuel I, rei da 2ª dinastia, para lembrar que fora este magnânimo monarca quem criara os correios, corria o ano de 1520, precisamente, um ano antes da sua morte. É óbvio, que não passa pela cabeça de nenhum dos portugueses atentos, que quem fez os despachos, desconheça esta história; o que significa, que no interior desta histórica empresa, também existem muitos perfis com competências para administradores, incluindo-se neles, pois claro, o deus Tot!

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