31 janeiro 2010

31 de Janeiro de 1891

Em história, um facto não se justifica sozinho. Tem atrás dele trama que chegue. No caso português, este acontecimento antecedera a implantação da República. Casamento forçado ou não com a pátria... Só uma investigação histórica desinteressada em relação ao resultado, é capaz de produzir alguma luz sobre os acontecimentos.

25 janeiro 2010

Orçamento de estado

O orçamento de estado é um orçamento de dívidas. Dívidas acumuladas pela incapacidade governativa. Dívidas contraídas tendo em vista previsões de recursos financeiros que são fruto do trabalho dos cidadãos, dito de um outro modo, dívidas contraídas face a previsões da riqueza produzida pelo trabalho alheio. Porque se eles efectivamente produzissem, saberiam orçamentar, e saberiam também onde fora gasto o dinheiro público, isto é, o dinheiro de todos, que pertence aqueles que produzem, e que com o seu labor diário, sustentam tanto o malandro como o burocrata.
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Tantos mestrados, e não há nenhum sobre administração da coisa pública, porque será?

24 janeiro 2010

Peter Gabriel - Don't Give Up

Dedico esta música a todos aqueles que se recusam a desistir, a baixar os braços, a deixar para os outros o que é deles por direito. Nenhuma adversidade deve ser motivo para desistência. O aqui e agora pertence-nos. Agarra-lo com as duas mãos é convocar o destino à nossa presença. Parafraseando Toynbee, o valor da vitória dependerá da oposição que lhe oporá o inimigo...

19 janeiro 2010

Banca e democracia I

Começo esta série de artigos sem alinhavar nenhuma Ideia no papel, não só por manifesta falta de tempo, como da despreocupação com a sintaxe, porque mais importante é o assunto em si mesmo.
Neste sentido, e com uma comparação simples, tento exemplificar, como o estado moderno tem tendência a preferir a banca aos cidadãos, isto é, soa mais depressa o alarme estatal se um banco entrar em processo de insolvência do que o socorro efectivo à falta de alimentos de alguns cidadãos.
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Neste aparente sem sentido entra um sentido oculto. Esmiuçando a fundo, a fome de um ou mais cidadãos é algo menor aos olhos do estado, se entendermos o ponto de vista do poder. Neste sentido existencial, o sentido do cidadão para o estado resume-se apenas aos impostos e à subserviência deste...
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Percebe-se que o poder temporal reside não no estado, como seria desejável, mas em cidadãos saídos dos partidos, e que absorvem o estado na sua totalidade, qual autocracia.
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No entanto, se o cidadão não tem um papel relevante no sistema democrático, o mesmo já não se pode dizer da banca. É esta quem financia, quer o cidadão anónimo, quer o estado. Mas vai mais longe, permite ao estado o controlo mais eficaz sobre os seus cidadãos, na medida em que, se estes desejarem satisfazer os seus desejos, terão de trabalhar, e como o salário auferido não é o suficiente, ainda têm de recorrer ao crédito, isto é, se desejarem acompanhar o tempo contemporâneo.
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O dinheiro posto à disposição da banca para colmatar os negócios menos claros praticados pelos bons gestores, é uma clara afronta ao pobre, ao que necessita, ao que nada tem. Contudo, e vendo o lado do estado, é a banca quem financia, mais ainda, é a banca quem garante, e é aqui que queria chegar, o sistema democrático. Quer dizer, se a banca entrar em insolvência colectiva, o sistema democrático sucumbe.
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É este o sentido oculto proteccionista do estado em relação à banca, pois é esta quem permite a existência do actual modelo governativo...

Contemporâneos - Videoclip: "Salvem os Ricos"

Este vídeo é dedicado aos que não se importam com a situação geral do país, aos que deixam andar, e aos que fomentam a discórdia, apenas com o intuito de se apoderarem dos parcos recursos daqueles que pouco têm...

15 janeiro 2010

Responsabilidade

Se o país cair em desgraça, ou entrar na banca rota, quem assumirá as responsabilidades? É tempo de deixar as meias palavras, as meias medidas, o deixa andar. É tempo de acção, de determinação. Não são precisos pseudo líderes ou chefes de trazer por casa, que se entretêm com quimeras, com pseudo organizações que dizem liderar, apenas para presunção pessoal, mas que o tempo se encarregará de apagar.
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O que é preciso é falar verdade.
É saber utilizar a informação em benefício próprio ou colectivo, dependendo do fim.
Exemplo: enumerar um ou mais governantes, e analisar o seu percurso profissional. Analisar os rendimentos auferidos, etc.; Garanto-vos que haveriam surpresas, bastantes surpresas...
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Este foi um pequeno exemplo.
Deixem-se de lamurias. Ou utilizam as armas deles ou utilizam as vossas. O medo não é conselheiro para ninguém! Muito menos para aqueles que dizem, de peito inchado, serem líderes. Na minha terminologia, são apenas pseudo líderes, sombras daqueles mestres que eles dizem venerar.
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Agora ide para casa ler coisas de entreter, que o mundo lá fora continua indiferente às vossas pseudo organizações...
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Um bom ano de 2010 para todos os mortais, são os desejos do Deus Tot.

13 janeiro 2010

Democracia política

Sempre que um político empresário ou vise versa, é ouvido na qualidade de arguido num processo de corrupção, tem aceso directo as televisões, num show repetitivo de má qualidade que serve obviamente os dois lados.
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Por este motivo é que o autocrata decreta o silêncio dos dois. Porque no jogo democrático, eles saem sempre a ganhar.
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A corrupção está para as democracias modernas como a droga está para os drogados...

12 janeiro 2010

Assalto a ourivesaria em Almeirim

Este vídeo mostra que o crime tem rosto, e que as forças da ordem andam a dormir, provavelmente à caça da multa.
O que proponho, é o recurso à Lei inscrita no código de Hamurabi.
Nem mais nem menos...

08 janeiro 2010

Casamento para todos...

A assembleia da república aprovou o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. O ano de 2010 vai assim ficar marcado pelo grande salto evolutivo social, cultural, económico, etc. O país não cabe em si de contente. O próximo passo a adoptar em matéria legislativa é a procriação para todos, isto é, se já podem casar, também irão poder trocar as voltas à natureza...E eu a pensar que o verdadeiro filósofo Sócrates, aquele da Grécia, tinha sido convidado a tomar a cicuta, corria o ano de 399, por desvio da juventude ateniense. Enfim, volta Salazar que estás perdoado!!!