29 abril 2010

Demoracia à portuguesa...

A democracia à portuguesa é uma democracia assente na mentira governativa. Não é possível que os dois maiores partidos se unam para cortar no subsídio de desemprego, e não o façam para cortar nas verdadeiras despeças...
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O país esta a beira da banca rota, e que propõe o governo. Mais dividas. Vem aí uma nova auto-estrada, uma nova travessia sobre o Tejo, o TGV, o aeroporto, e outras quimeras que o dócil povo aguenta...
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E ainda têm coragem de pedir aos portugueses paciência face às medidas do PEC. Disse em tempos, que é hora de fazer a revolução social. Esperar pelo dia de amanhã poderá significar não ter nada por que lutar. Já chega de macacada. Já chega de mentiras. Fazer hoje a revolução social, é proteger o Estado face à falência do amanhã!!!

28 abril 2010

Democracia política...

A pseudo esquerda que governa e a pseudo direita que já governara, mais alguns pseudo democratas que ajudam a compor a trama, decidiram concertar esforços no sentido de nos tramar ainda mais. Depois de tantos anos de pseudo governação, agora querem ser os salvadores da pátria, aquela que eles nos últimos anos têm ajudado a afundar. Utilizando uma parábola à Deus Tot: é como pedir a um drogado, que acabe com a droga, se ele ainda não deixou de consumir...
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É a isto que estamos entregues?

25 abril 2010

25 de Abril...

Constituição da República Portuguesa
Artigo 9º
(Tarefas fundamentais do Estado)
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São tarefas fundamentais do Estado:
c) Defender a democracia política, assegurar e incentivar a participação democrática dos cidadãos na resolução dos problemas nacionais;
d) Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais;
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O texto fundamental da nação parece ser utópico. Quanto à alínea c, devemos dizer, para secretas gravarem, que um dos maiores partidos do país tem no tribunal constitucional, um processo contra uma sua secção por desrespeito a esta mesma alínea. Não basta parecer, é preciso sê-lo.
No que diz respeito à alínea d, o problema parece ser ainda pior, porque é transversal a toda a sociedade, e a utópica e irrealizável igualdade, seja ela de direitos sociais, culturais e económicos, reside apenas no papel da constituição. Neste sentido, não faz sentido nenhum ter um texto fundamental que de fundamental tem muito pouco!!!

24 abril 2010

SCUT

Façamos um recuo apenas ao plano rodoviário nacional de 1945. Aquele plano classificava as estradas em classes. As estradas nacionais do número 1 ao 125 pertenciam à primeira classe. Do número 201 ao 270, à segunda; e do número 301 ao 398 correspondiam à terceira classe.
Na primeira classe, do número 1 ao número 18 estavam reservadas àquelas vias principais que ligavam as capitais de distrito.
O plano rodoviário nacional de 2000, que actualiza o de 1985, que havia substituído o de 1945; transforma as estradas nacionais em itinerários complementares (vulgo IC'S). No entanto, convém apurar os mais diversos conceitos. Isto é, utilizando o caso específico do Concelho da Maia. Não se percebe que as nacionais 13 e 14 sejam consideradas alternativas. Alternativas a quê? Se elas são o cerne da rede viária que atravessa o Concelho da Maia. Alternativa é a auto-estrada A3 e a auto-estrada A28, sendo que a primeira já é paga a partir da sua passagem pela auto-estrada A41. Qualquer uma destas vias atravessa o Concelho da Maia de sul para norte. E sendo alternativas e não o contrário, como nos quer fazer ver erradamente o governo ou desgoverno, não se justifica que sejam pagas, uma vez que são redes complementares essenciais ao Concelho. Perpendicular a estas 4 vias, temos a auto-estrada A41, que também será tributada. Neste caso, e sendo uma via perpendicular, não se entende onde existam as alternativas e qual o motivo invocado pelo governo para a tributar.
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Mas a mentira maior, ou se preferirmos o engano maior do tempo moderno, reside no conceito mobilidade. Conceito que não só permite aos cidadãos deslocações longas e rápidas entre regiões, como, fora graças a este conceito que algumas regiões passaram de meros centros periféricos de habitação a centros activos de negócios, com claros retornos económicos para o país. Dito isto, não se percebe como pode o governo tributar as vias essenciais à economia regional, se estas justificam a sua existência face ao actual modelo de mobilidade económico, social e político das regiões. Assim, esta tributação forçada não é mais do que um novo imposto, imposto por um governo sem norte, sem rumo, e sem saber muito bem para onde vai...

20 abril 2010

Soberania a brincar

Constituição da República Portuguesa
Artigo 9º
(Tarefas fundamentais do Estado)
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São tarefas fundamentais do Estado:
a) Garantir a independência nacional e criar as condições políticas, económicas, sociais e culturais que a promovam;
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Diz-nos a constituição que a soberania reside no povo, que a exerce de acordo com a constituição. No entanto, o povo nunca fora chamado a pronunciar-se sobre o sentido da constituição ou a verificar a sua utilidade prática e efectiva. Dito isto, resta-nos garantir que a dita soberania popular não se esfume na união europeia, que ora em diante decide mais do que o estado de direito democrático que é a República Portuguesa.
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Neste sentido, que benefícios colhemos da diluição da independência nacional na união europeia?

18 abril 2010

Riqueza

Já tinha lido o livro em 2008. Agora volto a lê-lo. Uma nova leitura trás sempre uma nova abordagem, fruto de novos saberes, um novo tempo, também um novo espaço, e obviamente uma nova forma de ver a vida. Confesso que o livro é muito interessante, na medida em que nos diz, como se já não soubéssemos, mas que recusamos ouvir a voz interior, que sem dinheiro nada feito. A pobreza não acrescenta nada, porque também não tem nada para acrescentar. Por muito que custe a alguns, que dizem viver bem sem dinheiro, só o dinheiro permite adquirir bens materiais, ter acesso à cultura, ter tempo e disponibilidade para o usufruto desses bens. A própria educação escolar faz-se melhor com melhores e mais meios, o contrário é falso. Portanto, façam o favor de ler o livro. Permitam-me dizer três coisas, é bom ter uma excelente forma física, sabe bem ter conhecimento (e se por vezes não temos mais, tal motivo deve-se à preguiça intelectual), e por último, ter dinheiro alivia muita coisa...
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Toda a argumentação em contrário redunda não no alivio da falta de dinheiro mas na sua continuidade.

16 abril 2010

PEC de mentiras...

O Programa de Estabilidade e Crescimento não é mais do que o Poder do Estado Central. Quer isto dizer que o poder esta centrado apenas no Estado, e este pode indiscriminadamente fazer uso dele sem se preocupar com o bem comum ou com a verdade que deveria revestir a sua acção e os seus ditos. Ao invés, o Estado, nas mãos de «impreparados», diz e respira impropérios, sem que ninguém ouse perturbar a aparente calma governativa. Afirmamos isto, não porque achemos que o governante A, B, ou C seja mau, mas porque um desses governante mentiu; ao dizer aos portugueses que não há aumento de impostos no PEC. Mas se não há aumento de impostos no PEC, porque razão, a taxa de IRS descontada na folha de vencimentos subiu, o que significa, que o aumento de impostos é mais directo do que se pensa, uma vez que se sente logo no dinheiro vivo que cada português leva para casa. Diríamos que mentir é contra producente, que é imoral, se estivéssemos a educar uma criança para o futuro. Mas estando nós a tentar reeducar o governante, não parece fazer muito sentido utilizar as analogias, uma vez que este toma como certo o incerto, como moral o imoral; em suma, toma como verdade a mentira, ou a arte dos sofistas, a da retórica corriqueira e mesquinha.

15 abril 2010

Democracia em aniversário

Faz hoje quatro anos que o Deus Tot se fez visível aos humanos. Neste percurso tem-se visto muito, ouvido ainda mais. Lido sem parar, aprendido, investigado. São horas e mais horas sem tempo para dormir, fruto da ânsia de saber, de transformar, de querer estar informado. Neste mundo virtual, o excesso de informação tem sido a ruína de muitos blogues com qualidade. O surgimento das redes sociais, têm contribuído para a alienação em massa, sem que a aproximação pessoal se faça, e sem a qual, jamais haverá qualquer união de esforços, no sentido do derrube do Estado sem direito. Esta visto, para gáudio do poder, que o poder da "blogosféra" está cada dia que passa mais diluído no excesso de informação existente na rede. Dizem-nos alguns, ditos senhores do seu nariz, conhecidos por possuírem o antídoto contra o medo, que fazem isto e aquilo, mas na hora da acção, da dura acção, da luta diária - lá afirmam, tenho família, não tenho tempo, e outras frases feitas, bem ao jeito de quem tem apenas jeito para obedecer e nada mais...
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Agora é tempo de continuar. O futuro reserva-nos algumas surpresas. O que é preciso é alimentar a Ideia. E digo alimentar, porque sempre que uma ideia nasce e não é plasmada ou vivida, morre dali a pouco. Certeza confirmada pelos números do poder e outros...
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A hora de publicação deste texto, para os mais distraídos, é a mesma da criação do blogue!

13 abril 2010

Democracia à portuguesa...

Existe um aparente bem estar social, e digo aparente, porque por vezes fico na dúvida se a aparência é de facto real, ou se é apenas fruto da imaginação da escrita. E aparente porque? Ora aqui está, aparente, porque a paz social, o bem social parece imperar, parece satisfazer a saciedade geral, como se a fatia de bolo a servir por cada um fosse apenas uma migalha, e por vezes migalha nenhuma. É deste aparente que falo, que escrevo, que medito. Se o povo se encontra mal, desempregado, desamparado, enganado; porque razão sofre dentro de portas, porque razão mostra o sorriso a disfarçar o incómodo da pobreza, desse aparente bem estar social...A onde está o instinto de sobrevivência que caracteriza o animal. Bem sei, que somos seres dotados de razão. Mas que razão é esta que doma pela pobreza a espécie?

07 abril 2010

EDP

O gestor público da EDP, auferiu no ano de 2009, a soma admirável de 3100000,00€. O que represente cerca de 8493,150€ por dia. Dito isto, uma pergunta de imediato se impõe ao governo, se é que ainda é governo dos portugueses. A crise é para todos? Feitas as contas, facilmente se deduz que não. Este número obsceno dava para pagar 6526 salários mínimos nacionais, entenda-se: retribuição mínima mensal garantida (RMMG).
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Urge caros amigos, fazer a revolução social, sem a qual, seremos consumidos, qual fogo que arde até há extinção... falta saber de quê, ou de quem?

06 abril 2010

Acção

Quando falo de acção, faço-o porque ajo, porque acredito no poder transformador da acção dirigida, que sem mácula ou desmérito, tece diariamente o seu propósito. Disse também em tempos que era preciso criar-se um serviço de informações conducente a utilização selectiva da informação, no sentido de se criar uma base de dados sobre quem haja contra nós... A balança que equilibra a informação contra um ataque frontal é mais eficaz do que o que se possa imaginar, uma vez que o poder de posse de informações sensíveis permite gerir e aplacar o ataque...
Pena, que alguns, embora resistentes e determinados, se fiquem pelo uso inadequado do esforço despendido dentro de portas... Por vezes, a pseudo protecção do que se supõe possuir, esconde os parcos alicerces do edifício social, económico, e intelectual.
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A história não se faz de nadas, de vazios, de ausência de movimento...muito menos de quietude humana, cobardia, desinteresse, desistência, apagamento, rebaixamento, fraqueza, apatia...pelo contrário, ela vive dentro de nós, ela pula se nós pularmos, ela renova-se se nós nos renovarmos, ela é sangue que corre em nossas veias, portanto, caros amigos, a acção dirigida a um fim produz sempre um efeito, mesmo que nos digam, ou queiram convencer do contrário...
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Esta nas nossas mãos o poder discricionário de tomar as rédeas da história como bem entendermos...

02 abril 2010

Democracia

A essência da democracia, esta na renovação política, na renovação das ideias, das atitudes, da forma, mas todas essas renovações críticas e construtivas desembocam necessariamente numa outra renovação, esta mais dolorosa, menos consentida, e até proibida por lei. Que é a efectiva renovação da própria ideia democrática. De pouco nos serve proclamar e declamar a democracia aos quatro cantos do mundo, se no nosso recanto, preferimos o absolutismo, à difícil arte de contrabalançar ideias. E uma das razões que preside a esse absolutismo advém do facto de alguns ditos democratas nunca o terem sido, nem terem a capacidade, sagacidade intelectual para enfrentarem o adversário político no palco das ideias. E esta falha, assenta na falta de verdade intelectual, que pula de uma escolaridade quase inexistente para o décimo segundo ano com um simples estalar de dedos; como se o saber adquirido estivesse a disposição de qualquer decreto ministerial. Mas esse decreto, o que procura, são duas coisas, a saber, a primeira, entrar para as estatísticas como país culto e desenvolvido (santo Deus), e a segunda, escamotear formas legais de alguns senhores que ocupam cargos de responsabilidade e para os quais nunca tiveram qualificações, poderem aceder a um curso superior através do decreto que os transformara em detentores de um diploma que nunca fizeram. Este é o país da farsa, é o país que soube transformar o nada em tudo, que conseguiu transformar pela arte do decreto o ensino em Portugal. Enquanto ainda se procede ao fabrico contínuo de diplomas nunca feitos, os verdadeiros diplomados, que ao longo dos anos perderam tempo das suas vidas, continuam a mendigar um posto de trabalho, só porque, o estado, pela habilidade do decreto, conseguira subverter a verdade do jogo, o que significa, que no tempo presente, a história pode muito bem estar a ser escrita pela pena da mentira, que cada um tem de assimilar com sua verdade, se quiser continuar a viver ou a tentar viver sem se cansar muito nem pensar no que isso pode causar...

01 abril 2010

Museu etnomúsica da Bairrada



No dia 19 de Março, portanto, no dia do pai, realizara-se uma visita ao museu de etnomúsica da Bairrada. Os meninos e meninas do jardim de infância Vasco da Gama, no Porto, foram recebidos com a maior das simpatias pelos representas do museu. Com certeza, uma casa portuguesa com portas abertas e disponível às solicitações da comunidade, quer escolar, quer extra escolar. O saber popular de gerações tem aqui um porto seguro, um local fiel onde se deposita e se preserva a História.