30 maio 2010

Adagio For Strings

A música é talvez aquela arte capaz de nos elevar acima do meramente humano. Opera transformações momentâneas na sensibilidade da alma - aquele fogo interior que nos anima, que queima, que nos eleva para além do físico, eis a definição de alma que carregamos sem todavia a sentirmos, por recusarmos convenientemente estar acima dos outros...

28 maio 2010

Doutrina democrática


Na parábola do piloto, se o povo pudesse decidir pelo voto secreto e universal, democrático e livre o piloto, a esta hora, já nem havia avião, nem povo (passageiros) para contar como foi que aconteceu...

Doutrina democrática

Quando entramos num avião, não interrogamos o piloto sobre a sua competência para voar. Porque sabemos de ante mão que o piloto tem brevê, o que lhe confere capacidade técnica para desempenhar a sua função profissional com um mínimo de horas de voo exigíveis por lei. No entanto, confiamos o governo do nosso país, do Estado, nas mãos de políticos assalariados, sem formação na arte de governar. Incapacitados para administrar o bem público com zelo e diligência. Se procedemos com responsabilidade com os primeiros, porque supomos que são pilotos. Porque razão negligenciamos em relação aos segundos, uma vez que estes apenas necessitam de ser eleitos por sufrágio universal, não precisando de mais nenhum requisito indispensável para poder gerir com responsabilidade o bem comum...

25 maio 2010

Democracia

Agora descobrimos que afinal o governo não pode ser demitido durante os próximos tempos. Dizem os entendidos na matéria, que é para evitar que os especuladores especulem mais. Até na crise, este desgoverno parece ter sorte. Pena que o povo ainda não tenha percebido que tudo não passa de um embuste. Que existem lá fora e cá dentro especuladores a enriquecerem com a crise; e cá dentro, gente sem preparação no governo da República (que a esta hora já deve estar arrependida de ter vindo para Portugal).
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O caos, o deixar andar só prova a ineficácia da actual doutrina capitalista. Quando esta falha, a doutrina democrática sucumbe face ao caos teórico doutrinário, que parece muito bonito por fora, mas por dentro, apenas a solidariedade da pouca vergonha...

22 maio 2010

Demoracia à portuguesa...

Neste momento particular da economia portuguesa, ser-se patriota vai para além do pagamento extra de impostos para equilibrar as contas publicas. Ser-se patriota requer responsabilidade, e essa responsabilidade confere ao português que trabalha e paga impostos, uma tomada de consciência patriótica destinada a subtrair o poder ao actual governo português, que não cessa de causar danos à República Portuguesa.
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Neste sentido, é urgente demitir o governo, alterar a Democracia, e reformular a administração pública.
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Cada dia que passe sem que nada se faça, só piora a situação económica, social e política do país. O contrário, isto é, o deixar andar não resolve nada. Esta provado que o actual governo é incapaz de governar o país.
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Uma prova inequívoca desta trapalhada tremenda encontra-se na apresentação em despacho das novas tabelas de retenção na fonte de IRS 2010.
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" O presente despacho produz efeitos no dia seguinte ao da sua publicação".
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O referido despacho fora publicado a 20 de Maio de 2010, logo, a entrada em vigor do despacho seria o dia 21 de Maio de 2010. No entanto, e depois de estar publicado em diário da república, o primeiro ministro veio dizer, de forma verbal, que aquele despacho só seria aplicado a 1 de Junho de 2010. Sinceramente, existe muito pouco para provar ou contra argumentar, uma vez que as evidências dos factos demonstra que governo mente, que o governo não sabe produzir despachos, que o governo lida mal com o dinheiro dos outros (aqueles que trabalham), e acima de tudo, que o governo se perde com facilidade nos meandros da lógica e da dialéctica.
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Por tudo isto, não se percebe por que razão ainda permanece no poder o governo...

19 maio 2010

Democracia política...

Faliu o Estado, faliu a actual conjuntura económica, e faliu o sistema doutrinário político que o suporta, a saber, a Democracia...
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Faliu o Estado, porque o Estado não tem dinheiro, vive dos empréstimos estrangeiros e dos impostos caseiros...

18 maio 2010

Democracia

Para onde caminhamos como nação? Se os actuais governantes contradizem-se a cada nova semana. Governar deveria ser uma arte, não um permanente desenrasque. Ter coragem não é sinónimo de tirar aos mais desfavorecidos, e isso até é fácil e nem necessitamos de ter um governo. Ter coragem é levar a cabo medidas de controlo orçamental, proibir a subida constante de incompetentes na hierarquia das empresas públicas. Por cada incompetente que se nomeie, este por sua vez nomeia mais incompetentes. Estes incompetentes de cartão partidário são colocados em sítios chave, de modo a obstar a competência.
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Auditem os concursos e terão uma grande surpresa, mas que grande surpresa...

17 maio 2010

Democracia

O governo da República está a prestar um mau serviço ao Estado Português. Pedir a quem trabalha para pagar o descontrolo orçamental mal gerido pelo governo, é no mínimo uma ultraje para quem produz e com o seu suor alimenta o Estado Português.
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Afirmei-o o volto a reafirmar: a demissão do governo pelo bem ou pela força é uma mais valia para o Estado Português...

15 maio 2010

Democracia política...

O primeiro ministro pede aos portugueses um "esforço patriótico". No entanto, o primeiro ministro enganara-se na formulação do pedido, o excelentíssimo não pretendia dirigir-se a todos os portugueses, mas apenas aqueles que pelo seu trabalho abnegado, sincero, contribuem para a riqueza do país.
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Contudo, pedir aos portugueses que trabalham, que sejam mais patriotas no seu contributo é no mínimo deselegante, na medida em que estes já suportam o fardo de sustentarem o Estado.
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Dito isto, antes do senhor primeiro ministro formular a tal questão, deveria antes pedir desculpa a quem trabalha, e por o seu lugar à disposição daqueles que fazem com que o país seja Estado.
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Neste sentido, só tem sentido uma alteração doutrinária daquilo que pensamos ser a Democracia. Pois só assim tem sentido a justificação do esforço de quem trabalha no sustento da nação...

14 maio 2010

Democracia política...

Começo algumas das minhas reflexões com o Escudo da Pátria em cima. Faço-o porque sou patriota. Mas quando afirmo que sou patriota, digo-o convicto da verdade da sentença. Não preciso da mentira diária, do subterfúgio demagogo dos actuais sofistas governativos.
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Diz o ditado que aquele que não sente não é filho de boa gente. Por outro lado, o ministro das finanças (que nunca sabe como andam as finanças) afirma que não haverá violência. Por mim, seria um dos primeiros a ter violência à porta. E porquê? Porque quem trabalha, quem paga impostos, tem de alimentar malandros, assassinos, drogados, violadores, criminosos, pedófilos, corruptos, políticos, empresários que se esquecem de pagar os impostos, e agora, a crise. Pagamos tudo, como se fossemos os responsáveis pela incapacidade governativa do governo. Dito isto, resta apelar ao bom senso dos que ainda acreditam que o país pode ser diferente, para de uma vez por todas, demitirmos o governo. Acabarmos com a falsa separação de poderes. Acabarmos com os gastos sumptuosos dos titulares da cargos políticos, cargos públicos, administradores, directores, chefes e pseudo chefes. Quem não acatar esta forma de ver, de estar, que emigre, pois quem cá ficar, ficará com um país melhor, livre desta pseudo elite que vomita ignorância sempre que abre a boca...

13 maio 2010

Democracia política...

Mais uma vez o governo de Portugal está para a mentira como os trabalhadores estão para pagar a crise. Por mais de uma vez, o excelentíssimo primeiro ministro afirmara que não haveria aumento de impostos. Efectivamente, o contrário desta afirmação está aí. A subida do IRS, IRC, e o IVA, vai penalizar todo o cidadão, já não se limita a quem trabalha. Quem vai adquirir bens de primeira necessidade, também vê aí um aumento, que não se justifica, por serem eles mesmos bens de primeira necessidade. Todos sabemos que o primeiro ministro e companhia não necessitam, no entanto, os chamados bens de primeira necessidade são mesmo bens de primeira necessidade, doutra forma, algumas famílias passariam fome.
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Caros mortais, por que esperam para demitir o governo? Porque esperam para depurar o sistema Democrático?
A Democracia tal como está hoje, tem tendência a perecer. Basta auditar as contas públicas, isto é, basta analisar os gastos diários com o sistema democrático, que crescem todos os dias e a cada legislatura, para concluir que a cada novo ano, o problema tenderá a ser insolúvel, se se mantiver o actual sistema tripartido de poder, que não é mais do que um engano democrático liberal...

11 maio 2010

Democracia política

Para o governo da República Portuguesa, mentir é como respirar. Como se o verbo mentir estivesse impregnado no sangue do governo. Esta afirmação não é fortuita nem responsabiliza quem a diz, uma vez que o descontrolo das contas públicas confirmam a asserção. Mais, justificam a demissão do governo, com a consequente queda da Assembleia da República (que de República só tem o nome). Uma vez demitidos os dois órgãos de soberania, dever-se-á sem demoras convocar as forças armadas, polícias, e secretas. Eleger um conselho de Estado com cidadãos íntegros, com provas dadas na sociedade Portuguesa. E de seguida, reformular-se a Democracia, com cidadãos responsáveis nomeados para os lugares adequados. Deve-se acabar sem demoras com o clientelismo estatal. Suprimir as empresas públicas que não justifiquem a sua existência. De igual modo, deve-se reduzir ao mínimo indispensável os institutos públicos. Os deputados da Assembleia devem ser em número estritamente necessário ao bom funcionamento das comissões que fiscalizam e controlam. A observância da fidelidade partidária por parte destes deputados enquanto serventes da nação, implica a demissão compulsiva, sem indemnização, nem outra possibilidade de servir o Estado.
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Existe mais doutrina, que será aplicável no momento exacto. Não pense o governo e companhia que o cidadão honesto está aqui para alimentar a extravagância governativa. Este tempo presente justifica qualquer medida tendente à protecção do Estado, o que significa, que pode ser necessário levar-se a cabo medidas restritivas de acesso ao poder para os actuais líderes...

09 maio 2010

Justiça para pedófilos...

Hoje vem em destaque no Correio da Manhã online uma noticia sobre um jovem de 18 anos que abusou sexualmente da prima de apenas 4 anos. Segundo o Correio da Manhã, o jovem com agora 20 anos, está em liberdade, e como medida de coacção, apenas se apresenta na GNR três vezes por semana.
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Não sei o que a justiça representa, se é que representa coisa alguma. Vamos aos factos. A menina de 4 anos fora abusada pelo primo que tinha 18 anos. Segundo a notícia, a menina, devido às lesões da violação, perdera o controla das fezes. O trauma nunca mais sairá da cabeça da menina, que viu a sua inocência ser assim violentada, não só pelo primo de 18 anos, como pelo tribunal, e também pelo Estado, que protege, vá-se lá saber porquê, mais os violadores do que os menores vítimas de violação.
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Dito isto, não se percebe a pseudo separação de poderes, se os tribunais apenas e só, julgam os casos à luz da Lei imposta pelos outros dois poderes. Falar de separação de poderes sem cair no ridículo da terminologia utilizada já foi vinha que deu uvas. Está mais do que visto, que uns se encobrem aos outros, num empurra para lá que a culpa não é minha.
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No entanto, quem defende a menina, quem a protege, quem a auxilia no sua dor, quem repara os danos, quem lhe pedirá desculpas...
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Neste país, citando Sócrates, o político: a civilização avança com mudanças ao nível social, entenda-se, com casamento entre pessoas do mesmo sexo. No entanto, a barbárie da civilização proclamada é a realidade do dia-a-dia. Do desleixo, da pouca vergonha, do deixa andar, de políticas conducentes a provocar fracturas na sociedade civil.
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Um vez no poder, jamais um pedófilo será protegido. Terá um castigo adequado à circunstância, nem que para isso se tenha de recuperar os princípios do Código de Hamurabi.

05 maio 2010

Democracia

Na Grécia morreram as primeiras três vítimas da crise. A revolução social está em curso. Já o tinha antevisto, como também prevejo que se transfira para o resto da Europa. Os políticos europeus têm andado a olhar para o lado, como se nada fosse com eles, e o resultado esta aí. Admira-me que ainda nenhum político, tanto lá como cá, tenha sido preso por má gestão das contas públicas. Mas não é tudo, devemos aos políticos europeus a actual falta de empregos, devido ao incentivo das deslocalizações da industria europeia. Este incentivo esconde a abertura de fronteiras alfandegarias, que deixam entrar os produtos exteriores à Europa sem taxas, produtos que outrora eram produzidos cá. Estamos a falar de milhões de empregos perdidos, e biliões de euros de prejuízos para a Europa.
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Mais uma vez, temos que reconhecer que a Democracia precisa de uma lavagem urgente, E garanto-vos que é fácil, basta auditar as contas dos políticos para se perceber muita coisa...
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Estarei sempre disponível para assumir o poder!

04 maio 2010

Democracia da treta...

O governo da República Portuguesa fora empossado para governar todos os cidadãos da pátria. Essa responsabilidade de governação é devida ao povo. Portanto é ao povo que o governo deve prestar contas. No entanto, quando o povo critica o seu governo por má governação, este deve corrigir de imediato a sua acção. Fazer orelhas moucas ao pedido do povo deve ser tido como um desvio de acção governativa contra este, o que significa que o governo deixou de representar o povo. Dito isto, resta ao povo substituir com a maior brevidade o seu governante. Todavia, se o governante não aceder ao pedido do povo, tanto para governar para si, como para demitir-se, o povo, face a esta falta de sentido de Estado por parte do seu governo, deve de imediato por ao seu serviço as forças armadas, as polícias, e as secretas, no sentido de repor a ordem. Esta atitude do povo que é soberano, é excepcional, e só deve ser levada a uma práxis sempre que o estado esteja em perigo, o que é o caso. Neste sentido, justifica-se a demissão do governo, e se esta não se fizer pela lei, faz-se pelo uso devido e justificado da força.
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Estarei sempre disposto a tomar em mãos o destino do povo...sempre!

03 maio 2010

Demoracia à portuguesa...

Devíamos dar graças a Deus por termos um Estado incontrolável. A despesa corrente anda sem rei nem roque. Existe dinheiro em fartura para investir. Existem dois mil milhões de euros para empresta-dar à Grécia; que à semelhança de Portugal, vive um dia de cada vez, sem saber muito bem como há-de gerir o dia de amanhã. Não só deveríamos dar graças por sermos portugueses, como deveríamos ter o prazer de conviver com estes políticos iluminados que transformam o nosso dia a dia num fantástico mundo ilusório de sombras e nadas...
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Que Deus esteja convosco seres terrenos...

02 maio 2010

Democracia à portuguesa...

Agora que vai começar o jogo que durante uns dias irá manter as massas mais dóceis, apetece-me falar da riqueza do meu país, e devo dizê-lo com espanto que afinal somos um país rico. Afirmo-o porque o número de obra públicas a levar a cabo nos próximos anos, confirmam esta minha tese, senão vejamos. Eu que nem sou matemático, depois de feitas algumas contas, cheguei a módica quantia de 7286,27 mil milhões de euros. O que significa que o país tem muito dinheiro, que o défice é coisa para meninos, e que o desenvolvimento económico esta de vento em poupa. Dito isto, daqui para a frente pensarei sempre em termos de grandeza, que sou rico, tal como o meu país...