28 junho 2010

Doutrina democrática

Depois de analisadas as relações de solidariedade entre partidos e seus servidores, deduz-se que o tempo histórico presente, é um tempo de ressurgimento de um tipo de poder que pensávamos já ter desaparecido, a saber, o feudalismo. Agora vivemos um novo tipo, assente nos vícios do passado, e a que chamamos: "neofeudalismo", que com todas as consequências nefastas do primeiro, e do poder tecnológico que o segundo permite, controla o pensamento pelo politicamente correcto. Se o primeiro já era totalitário, dentro dos limites do seu tempo, o segundo, é-o quase dum totalitarismo omnipresente...

24 junho 2010

Doutrina democrática

Na actual doutrina democrática do estado ou da nação, ainda não se definiu sobre a autonomia do estado face ao governo eleito democraticamente por sufrágio universal. Fica a dúvida sobre quem manda em quem, isto é, não tem sentido, que um governo provisório, decida mais do que o estado que o viu nascer. Pode até acontecer que esse governo esteja a governar contra o estado, sem que o estado tenha energia e as ferramentas necessárias para se defender. Pior ainda, pode o governo por desvario temporal e histórico fazer perigar a existência da autonomia nacional, seja esta política, económica ou militar.
Dito isto, que sentido haverá em dizer-se ou falar-se em estado de direito, se um governo provisório muda esse direito conforme a disposição da manhã. Como se pode facilmente deduzir, a primeira interrogação leva-nos quase a interrogações infindáveis, e todas elas põem em causa o actual sistema de doutrina, que parece não ter muito sentido. Uma vez que assenta no sufrágio universal como primado de escolha dos representantes do povo, que afinal representam, não o povo, mas os partidos pelos quais concorreram...

17 junho 2010

Democracia

Para onde caminhamos como portugueses? Como Nação? Uma vez que podemos no futuro vir a ser um outro povo.
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Desde o princípio do ano até ao dia de hoje já foram contabilizados 48443 óbitos contra 46993 nascimentos, o que significa que o saldo é negativo, menos 1450 portugueses desde o início do ano...

14 junho 2010

Doutrina democrática

Esta crise europeia, que poucos até ao momento conseguiram definir, é em primeiro lugar uma crise de valores, valores Democráticos, que ninguém parece saber quais são, uma vez que o dinheiro da livre iniciativa determina o jogo democrático.
Neste sentido, a actual crise financeira, em que o especulador aposta na banca rota de uma estado, independentemente de quem lá vive, é também ela uma crise profunda de valores, valores que a democracia não sabe onde encontrar...

13 junho 2010

Doutrina democrática

A Democracia representa a ditadura da maioria silenciosa, que apenas detém o poder do voto no momento em que faz a cruz.

07 junho 2010

Democracia a brincar...

O título faz justiça à débil democracia que se enamora de aparências em vez de resolver os problemas reais do país, que prefere não ver.
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A fome para milhares de crianças é uma evidência escamoteada pelo governo, governo esse que faz alarde do salto civilizacional que é o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Provavelmente, pensa o governo: se não houver filhos não há crianças e se não houver crianças, não existirá fome no futuro. Presumo que seja esse o motivo do tão falado salto civilizacional.
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A família levou a machadada final. Com esta lei, já não há mais retrocesso. Venha o diabo e escolha...

02 junho 2010

Doutrina democrática

A democracia é o império da opinião sobre o juízo, o que significa que existem muitos a opinar, incluindo governantes, o poucos com juízo.
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A democracia, quer queiramos quer não, sofre de um mal endémico, provocado pelo governo democraticamente eleito. E esse problema reside no absolutismo ou autismo da razão de Estado sobre a razão individual. Isto é, a primeira é sempre superior há segunda, mesmo que não exista razão nenhuma para essa superioridade. Pode até acontecer que essa dita pseudo superioridade seja prejudicial há própria saúde do Estado, e continue a ser superior, apenas e só porque é razão de Estado. No entanto, um outro problema se levanta, na medida que a razão de Estado invocada poder afinal não ser razão de Estado nenhuma. Quer isto então dizer, que existe uma capa, um subterfúgio, uma mentira democraticamente elaborada que forja a verdade, verdade essa que demonstra que a razão não é de Estado, mas sim de governo, governo democraticamente eleito mas também governo a prazo, passageiro, com mandato para um número de anos específico. Tratando-se de um governo mandatado para governar o Estado em nome dos cidadãos, não se pode falar em razão de Estado. Dito isto, podemos considerar que a razão do governo equivale à razão individual, e se assim é, como ficara demonstrado, deixa de ter sentido que essa razão seja tida como superior...