29 dezembro 2011

Assembleia da República

É interessante a análise da organização Transparência e Integridade, sobre a ética que veste alguns representantes do cidadão, eleitos para o parlamento.

Citámos: escritório de representações.

28 dezembro 2011

Democracia...

Continua a oratória do entretenimento e o folclore político. A austeridade imposta aos cidadãos pelos políticos que dividem o poder desde o 25 de Abril de 1974, ainda não foi igualmente imposta a si mesmos. Ainda não perceberam que um dia, aparecerá alguém capaz de o fazer, mesmo com retroactivos, na medida em que a justificação para o fazer, advém do facto de se perceber que os actuais políticos vivem de solidariedade em solidariedade, sem cuidarem do bem comum nem se preocuparem com o bem-estar do cidadão que teve a coragem de os eleger...

26 dezembro 2011

NSA

O próximo ano irá ser dedicado à iniciação, tendo em conta que a inteligência aplicada à informação, requer constante aprendizagem, constante renovação e actualização de conceitos.

Este é um tempo novo, de oportunidades, de escolhas e de mudanças...

19 dezembro 2011

Demagogia II

Já não chegava a oratória do entretenimento e o folclore político, agora temos o incentivo institucional verbalizado no, a saber: emigrem se fazem o favor e chateiem o menos que puderem...

17 dezembro 2011

Demagogia

Não temos escrito muito sobre as diabruras do governo, não porque acreditamos no que dizem, mas por manifesta falta de tempo, e até aqui, estamos mais à frente do que o governo, isto é, já tínhamos diagnosticado muito mais cedo o verdadeiro problema, cujas raízes são mais extensas e variadas do que se pode supor. No entanto, como também tínhamos dito, consideramos que o governo, eleito por mais de dois milhões de votantes, parece ter descoberto a galinha dos ovos de ouro, que são, a saber: todos os cidadãos que se incluem dentro da classe média e classe média alta. Todavia, antes de o governo o ser, já esta classe média trabalhava, pagava impostos, era diligente no seu labor diário, e sustentava o país, os políticos de trazes por casa e os malandros do sistema, sejam estes malandros pobres, sejam estes malandros ricos. Alimentamos uns e outros, sem esmorecer, até que o novo governo apareceu para reduzir o nível de vida da classe que eles outrora quiseram fazer parte...

Dito isto, e para não nos alongarmos mais por hoje, afirmamos, como no passado, que o deus Tot tem direitos de autor, logo, o que diz, fá-lo consciente de que as palavras escritas podem induzir alguns espíritos menos esclarecidos em erro. Assim sendo, reafirmamos: este governo, tal como o seu predecessor, pratica a oratória do entretenimento e o folclore político, de modo a que o cidadão se distraia com questões menores e acessórias, sem se aperceber que está a ser iludido, ludibriado e enganado. Se estivermos enganados, digam...

Abram os olhos mortais...

14 dezembro 2011

Democracia...

A crise económica, social e política, advém do facto de haver mais do que uma concepção de estado, isto é, cada vez que um partido é chamado a formar governo, tenta contra toda a lógica de estado, impor a sua perspectiva, mesmo que esta esteja completamente errada, ou no pior dos cenários, vá mesmo contra o estado e seus cidadãos. Dito isto, não parece fazer muito sentido que se continue a brincar às democracias como se de um jogo qualquer se tratasse...

12 dezembro 2011

Criptologia

Um verdadeiro serviço de informações, nomeadamente, a Central de Inteligência, tem de ter formas seguras de comunicar, de transferir informação autêntica sem o risco associado à contra-informação. Deste modo, consideramos necessário e urgente a adopção de um sistema novo de controlo de informação que proteja os dados disponíveis utilizados pela Central...

06 dezembro 2011

SISD

A 23 de Agosto de 2011, divulgamos a missão dos SISD. Que se ocuparia da análise científica dos  poderes e suas solidariedades, apenas no território nacional.

Com o SSI pretendemos ir mais longe, de modo a que nenhuma análise interna ou externa fique por realizar.
O tempo contemporâneo é um tempo onde vamos assistir a mudanças profundas no tecido económico e social, que se irão repercutir  inexoravelmente no aspecto político. Nada permanecerá como dantes, o que significa, que a análise dessas relações de poder e solidariedade devem ser tidas em conta, se queremos ser partícipes ou agentes da mudança.

Posto isto, provavelmente, e ainda no decorrer do presente ano, divulgaremos o símbolo da Central de Inteligência.

05 dezembro 2011

A verdade nua a crua...



Aqui, descobrimos que a mentira é tão doce como um pouco de marmelada... E que os políticos costumam mentir com os dentes todos..

Descobrimos também que afinal não era preciso roubar o décimo terceiro e décimo quarto mês aos funcionários públicos, funcionários de empresas públicas e aposentados...

A mentira, neste país de brandos costumes parece não ter fim nem rosto... A cada novo dia que passa confirmamos a nossa tese, aquela que afirma que a mentira sustentada pelo poder político é contrária aos interesses do cidadão eleitor... 

01 dezembro 2011

1 de Dezembro de 1640

A restauração da independência levada a cabo em 1640 aparece-nos hoje como mero elemento da história de Portugal, na medida em que no período actual, o poder político apenas lhe dedica escassas palavras, numa retórica de puro entretenimento, e de desrespeito pelos 868 anos de história que a Nação Lusa já possui, por mérito próprio e sem interferência externa...

Neste dia, pelo menos uma reflexão deveremos fazer, colocando uma questão de interesse nacional, e não político ou partidário. A saber: queremos continuar a ser portugueses legítimos? Ou queremos ser diluídos numa Europa sem rumo e ainda à procura de líderes capazes de dar e impor algum sentido à história dos povos europeus...?

A nossa a escolha já está feita, independentemente da contemporaneidade. No entanto, pensamos que os 868 anos de história já deveriam ser suficientes para justificar um debate profícuo e sincero sobre a perca de independência política e económica que o país atravessa sem pestanejar nem se quer esboçar um mero grito de indignação...

26 novembro 2011

Democracia...

Pensamos que a responsabilidade da dívida pública, é da exclusiva competência do poder político que tem dividido o poder entre si. Se ao cidadão é imputada a responsabilidade de eleger, sufragar; ao poder político democraticamente eleito, deve ser exigida responsabilidade para além do meramente político, isto é, devemos responsabilizá-los também de forma cível e até criminal. Não podemos continuar com esta farsa aparente, que responsabiliza em última instância os cidadãos pelos erros cometidos pelos políticos sem preparação da gestão do bem público, sem moral e sem sentido de Estado.

Leva-los a tribunal equivale a enaltecer a democracia, efectivando o debate democrático como única forma saudável de reagir e agir aos desmandos dos políticos irresponsáveis...

24 novembro 2011

Greve Geral

Existem direitos que foram alcançados ainda durante o estado novo, e que agora, estranhamente, são alienados pela democracia. Dito de um outro modo mais acutilante, existem democratas piores do que o ditador...

22 novembro 2011

Luta...

Mais um livro destinado a preparar aqueles que almejem estarem prontos para liderar. O ano que se avizinha não só requer conhecimento teórico de como fazer, como requisita o saber prático de quem já sabe o que pode fazer...

20 novembro 2011

Livros...

No lado direito do blogue surge uma capa de uma livro, sempre diferente, de modo a que cada um possa ler o que puder. Todavia, são capas de livros importantes para a formação do carácter, logo, tratam-se de livros que moldam, que permitem a nível intelectual desenvolver competências. Raciocínio e aptidões várias para o desempenho de funções destinadas ao controlo da informação... 

14 novembro 2011

Nigel Farage


A Europa parece estar louca. Pior ainda, é termos governantes loucos... cujo pensamento é perigoso e ingénuo. A ignorância e a idiotice andam de mãos dadas com a inexperiência política e económica... fruto de uma ideia democrática já decadente, onde a primazia assenta nos mercados financeiros, que não olham a meios para criar pobreza em seu benefício, dito de um outro modo, para enriquecerem à custa de austeridade de outros, que eles não conhecem nem querem conhecer...

Este pensamento de liberalismo total, já está a fazer vítimas, vítimas famintas, que se recusam a lutar pelo que é seu. Idiotas uns e outros!!!

12 novembro 2011

Utilidade da vida...

A utilidade do pobre reside na necessidade do rico

Esta frase por nós reinventada ilustra muito bem as relações sociais existentes neste tempo moderno, entendido no meio académico como contemporâneo.

Séculos de informação livresca, e agora de informação digital não foram nem são suficientes para esclarecer o cidadão, que tem preferido viver como o animal, isto é, prefere ir vivendo sem se importar muito com esse facto. A não ser lamentar-se "de nada fazer". Parafraseando Séneca, o problema existe na lamuria, o que significa que é preciso passar para além da lamuria, que é como quem diz, fazer mais que a lamentação contínua, sem um qualquer esforço de mudança...

Sendo mais acutilante, apenas acrescentamos que a parte animal do homem, parece prevalecer sobre a razão. O que de certo modo justifica a inacção, o deixar andar, a indiferença, a falta de cultura e inteligência. Talvez por este motivo, a frase acima reproduzida caracterize sem artefactos o cidadão, que face ao ataque constante do governo à sua ideia de bem-estar social, continue a ignorar que o tempo presente é um tempo de mudanças profundas na sociedade, onde ele está inserido. Logo, que é um tempo onde o cidadão pode agir, ajudando a reformular conceitos e práticas de vida em sociedade, em seu benefício e das gerações vindouras.

Ignorando este facto, bem como recusar-se a agir, ou impedindo outros de agir pela coação física, moral e intelectual, o cidadão irá assistir no futuro bem próximo a um retrocesso sem precedentes da  sua economia familiar.

Consideramos que o cidadão, talvez por esse motivo, não mereça mais, na medida em que já abdicou de lutar pelo que é seu...

10 novembro 2011

Indignados...

Parece haver no movimento dos indignados uma tendência dirigida para as manifestações pacíficas, como se os Estados se tivessem forjado na passividade. Consideramos que existe um pensamento oculto que impõe tal atitude, de modo a que os verdadeiros indignados e revoltados se diluam no movimento por simpatia  e comodismo intelectual,  o que implica por parte destes um ajuste aos primeiros de modo a serem aceites como cidadãos conscientes e integrados na sociedade. Enquanto isso, o governo, por via de novos decretos-lei, viola a constituição, a própria lei, sem que uma indignação digna desse nome se sobreponha...
Governo saído de um partido que também tem dividido o poder desde o 25 de Abril. Logo, tem pouca legitimidade para dar pareceres sobre moral, ética e austeridade.
Continuamos, como sempre, disponíveis para liderar qualquer tentativa de transformação do que entendemos já estar desadequado ao tempo contemporâneo...

08 novembro 2011

Brincar em democracia

Por mais que nos custe, temos de afirmar o primado da democracia sobre os outros poderes políticos existentes e ensaiados desde Atenas, berço da democracia, e de outros saberes distintos. Foi na Grécia clássica  que foram ensaiados os modelos políticos e  filosóficos, para não falarmos de outros, como a história, a poesia, o teatro, as religiões, e por aí fora... Tudo foi lá encubado, a exemplo das incubadoras de ideias empresariais modernas. Contudo, o homem democrático, como tão bem exemplificou Platão, inclina-se mais para a insolência, a opinião, os prazeres desenfreados, os lucros, o desprezo pelos princípios, a ignorância e a avareza, havendo mais adjectivos que o caracterizem... Parece anormal afirmar que existe normalidade nesta amalgama de nadas, mas este princípio é um princípio muito democrático, onde a ovelha é chamada a comandar as outras ovelhas. Não importa se está preparada ou se foi devidamente instruída para a gestão da coisa pública, o que parece importar é que agrade ao cidadão, nem que para isso tenha de lhe mentir, mentir continuamente até não suportar mais os desastres provocados por tão e tão grandes mentiras docemente praticadas ao longo da história da democracia...
 
A Atenas de hoje, agora já adulta, já mais Grega, ensaia a catástrofe, mais um princípio a ser aplicado religiosamente pelo ocidente, tão ávido de sangue e de asneira...

05 novembro 2011

A farsa da democracia para todos...

Compramos o jornal porque consideramos que ainda é o mais independente de todos, apesar da subjectividade normal dos seus colaboradores.

Contudo, vamos mais longe, isto é, se estivéssemos à frente do dciap, à muito que alguns ditos líderes, políticos de trazer por casa, já estavam presos...

01 novembro 2011

Comunicado_ASPIG

Este comunicado também pode ser lido no blogue da ASPIG, de modo a que todos percebam a preocupante realidade das forças de segurança, que a cada novo dia, deixam de acreditar no Estado que juraram defender...

Já tínhamos alertado para as graves consequências que poderiam advir do facto de termos acreditado na liderança de incompetentes para o comando do país. Não podemos continuar a permitir que a opinião se sobreponha ao juízo, sob pena de a factura futura ser ainda pior do que a actual...

Continuaremos a utilizar este meio para produzir prova contra a consequente incompetência da política na Democracia portuguesa...

31 outubro 2011

Significado do trabalho...

A utilidade do pobre reside na necessidade do rico

Procurar um outro fundamento para esta problemática social é querer negar uma evidência histórica que tem perdurado no tempo, e que teima em continuar para lá deste presente...

28 outubro 2011

Estado agiota

O título é para levar a sério, se pensarmos que o estado tira aos que menos tem para dar aos que têm quase tudo. Os cortes anunciados a propósito da austeridade para todos, não vão chegar para pagar  os juros da dívida, mas como se isso não bastasse, ainda temos de pagar até 2014 655 milhões de euros em comissões. Não se está a falar de amortização de dívida, ou de pagamento de juros da dívida, mas de comissões, traduzido, de agiotagem a roçar o roubo. Sabemos que a especulação bolsista tem razões ocultas que a própria razão desconhece, no entanto, vamos fazer sacrifícios, não para bem do país, mas para enriquecer ainda mais quem promove o endividamento dos estados meio soberanos...

Consideramos demasiado grave os acontecimentos contemporâneos, que o cidadão ainda prefere não ver, por considerar que sentado no sofá a ver a bola, faz mais pela pátria do que partir para a luta... O que só por si, já multiplica a gravidade da situação actual, que apenas é controlada por meia dúzia, e provavelmente, por cidadãos não naturais...

27 outubro 2011

Desgoverno...

A riqueza cria-se através da criatividade, da abundância e do acreditar que se é capaz. Todavia,  esta premissa parece não ser assim tão verdadeira para o governo português, que tem feito mais pela pobreza do que qualquer outro, na medida em que tira aos que menos têm, para dar aos que já têm quase tudo. A austeridade é apenas um meio, habilmente criado para praticar, não a dita criatividade mas a competitividade, aqui entendida como saque, aos que ainda resignados se conformam com tão grande incompetência...

25 outubro 2011

Constituição da República Portuguesa III

Artigo 21.º
(Direito de resistência)

Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.

Mais claro é difícil: é nosso direito e dever, resistir pela força a qualquer agressão, seja esta de índole particular ou estatal.

O retrocesso social em democracia é um contra-censo político contemporâneo. É um disparate pensado e posto em prática, contra o próprio cidadão eleitor...

22 outubro 2011

Constituição da República Portuguesa II

Artigo 13.º
(Princípio de igualdade)

1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica ou condição social.

Pensamos que a leitura da constituição deveria ser suficiente para que o governo percebesse que o que invoca para subtrair/roubar os subsídios aos funcionários do Estado, é inconstitucional, viola a constituição. Sabemos também que a mentira é parte importante da diplomacia política portuguesa, logo, não nos admiramos que mentir seja para o governo tão natural como respirar...

21 outubro 2011

Constituição da República Portuguesa

Princípios fundamentais

Artigo 1.º
(República Portuguesa)

Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

Presumimos que este texto fundamental, tido como que, quase uma bíblia da República, represente agora um mero texto de artigos ditos fundamentais, que pouco ou nada justificam a sua existência efémera, quase também sem significado nem poder de impor um modo de agir aplicado a todos os cidadãos da república.

Dito isto, parece evidente que os sucessivos governos, que por norma enchem o boda de asneira e de constituição, serem os primeiras a ignorarem os direitos dos cidadãos consagrados na constituição, o que significa, como parece ser, que violam com certeza o que definiram como artigos fundamentais do direito português.

Mais uma vez, estamos perante mentirosos, gente de má fé e possivelmente perigosos...

19 outubro 2011

Governo de Portugal


Pedro Passos Coelho - Primeiro-Ministro
Vítor Gaspar - Ministro de Estado, Ministro das Finanças
Paulo Portas - Ministro de Estado, Ministro dos Negócios Estrangeiros
José Pedro Aguiar Branco - Ministro da Defesa Nacional
Miguel Macedo - Ministro da Administração Interna
Paula Teixeira da Cruz - Ministra da Justiça
Miguel Relvas - Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Álvaro Santos Pereira - Ministro da Economia e do Emprego
Assunção Cristas - Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Paulo Macedo - Ministro da Saúde
Nuno Crato - Ministro da Educação e Ciência
Pedro Mota Soares - Ministro da Solidariedade e da Segurança Social

No dia 5 de Junho de 2011, 2.159.742 de portugueses fizeram uma cruz no boletim de voto, no quadrado que correspondia ao partido PPD/PSD para as eleições da Assembleia da República. Este sentido de voto possibilitou que o PPD/PSD tivesse 38,65% dos votantes. A este partido adiciona-se-lhe o CDP-PP com 653.987 votantes, o que significa, que os dois partidos de "direita" juntos conseguiram fazer uma maioria parlamentar, de modo a legislarem sobre o que quiserem e sem quase nenhuns impedimentos democráticos de maior relevo...

Neste sentido, devemos recordar ao cidadão que pouco liga à política, que a alternância democrática só poderia dar nisto, isto é, nesta pouca vergonha, afirmamos pouca vergonha, convictos de que a afirmação ficará para prova futura, para quando for necessário levar alguns ditos líderes à responsabilidade, para não utilizarmos um outro substantivo mais adequado à situação presente do país...

Concluiremos, afirmando que estes são os nomes que devem reter, pois foram aqueles que escolheram para governar...

18 outubro 2011

A farsa democrática II

A Democracia tem destas coisas admiráveis, na medida em que retira ao que menos tem para dar ao que já tem quase tudo!!!

17 outubro 2011

A farsa democrática

A Democracia portuguesa actual é uma farsa gigante, aterradoramente gigante, que pelo medo tenta coercivamente controlar o pensamento do cidadão, quanto mais livre, mais perigoso, quanto mais independente, mais perigoso, quanto mais académico, mais perigoso. Esta farsa democrática é triste, tenta insuflar no homem mediano a resignação, a lamuria, a deixa andar, a aceitação antecipada da derrota, do veredicto imposto sem discussão, à presa, quase ditatorial!
O que é preciso é que hajam homens dispostos a sacrificar-se pelo bem comum, homens prontos para o combate, para a insubordinação, para a revolta, para a manifestação, para alterar e reescrever a História...

15 outubro 2011

Militares, polícias e serviços de informação contra a austeridade...

Fazemos aqui um apelo sincero aqueles que por força do seu ofício, têm de guardar segredo das asneiras dos políticos mentirosos que temos tido e ainda temos. O apelo é feito aos militares, aos polícias, e aos que prestam serviço nos serviços de informação e segurança, no sentido de deixarem de servir o governo de Portugal, na medida em que servir o governo, é o mesmo que servir contra o Estado português. 
Temos produzido prova e teoria sobre o percurso de alguns pseudo líderes, gente que não se lhe reconhece nenhum mérito, seja este profissional ou académico... O ataque inconstitucional aos vencimentos, confirma a tese que defendemos à já alguns anos; logo, caros operacionais, depende de vós, escolher o lado da trincheira, se querem continuar a servir quem não está preparado, se querem continuar a servir quem pela via da lei, rouba um direito consagrado e bem soado por vós, se querem continuar a servir quem não tem respeito por quem mantém a ordem pública e garante que o cidadão possa conviver em liberdade...Ou se arriscam, e servem quem efectivamente pode de uma vez por todas por ordem na casa...
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Continuardes a servir este sistema, tal como ele está neste momento, é  mesmo que permitir que a Nação de todos nós naufrague, se afunde num mar de dívidas contraídas pelos políticos mal preparados, mal formados, e alguns deles, formados até nas novas oportunidades...Uns ao domingo, outros ao feriado...
É suficiente que digam que já chega... O resto fazemos nós...

14 outubro 2011

Mentira democrática...

Consideramos demasiado grave o Orçamento de Estado para 2012. Percebemos que é mais fácil aplicar medidas avulsas, destinadas  ao universo da função pública, incluindo obviamente as empresas de capital público, por ora, por forma a controlar os efeitos catastróficos que poderão ocorrer socialmente, nomeadamente, com manifestações e alterações da ordem pública. Consideramos também, que qualquer manifestação de desagrado levada a cabo pelo cidadão, é da inteira responsabilidade do governo, na medida, em que é o governo, que pela via da lei, rouba o cidadão, e para que não ajam dúvidas, dissemos roubar.
O que agora vai ser aplicado aos funcionários públicos vai ser aplicado a todos. O governo só precisa de nomear um qualquer desvio colossal nas contas públicas para poder aplicar o que lhe vai na republica gana.
Temos afirmado neste espaço livre, que em Portugal, a mentira política é uma epidemia que afecta quem se aproxima do poder político e quem nele pousa. 
Neste sentido, consideramos estarem reunidas as condições necessárias a uma alternância de poder, poder que por ora, o cidadão não pede, por considerar que ainda vai estando bem, mas que clamará no futuro; e aí, estaremos disponíveis para tomar o poder, pelos meios que acharmos mais adequados à circunstância história presente de Portugal...

13 outubro 2011

Assembleia da República

O poder legislativo ainda não acabou com as suas reformas ricas, auferidas a fim de meia dúzia de anos mais dois. Bem sabemos que é difícil impor austeridade em casa. Mas também sabemos que é mais fácil impor coercivamente austeridade aos outros...

11 outubro 2011

Democracia

Não se percebe que um político utilize o dinheiro dos impostos dos portugueses, para  fazer dívidas que sabe que não vai poder honrar. 
Não entendemos que o cidadão continue a dar o benefício da dúvida, quando o poder político democrático tem sido maioritariamente repartido por apenas dois partidos. Partidos que neste preciso momento têm os dois ex "jotas" à frente, um no destino do país, outro na oposição. O benefício da dúvida é apenas uma desculpa para escamotear a pseudo rotatividade democrática, que não existe, na medida em que o eleito tem sempre uma função à sua espera quando estiver no papel de eleitor; neste sentido, o sistema político parece beneficiar apenas aquele que utiliza a política como meio de obtenção de poder...

10 outubro 2011

Madeira

Lá com cá, o cidadão ainda prefere quem lhe prometa o que não tem para dar, ainda prefere a mentira, ainda prefere confiar o destino do dinheiro dos seus impostos em quem tem o mau hábito de gastar sem regras o que não é dele. Este parece ser o sentido do dinheiro dos impostos em Democracia...Haja algum decoro, alguma responsabilidade, e algum sentido de Estado. Esperamos para ver, mas não esperamos muito, e enquanto esperamos, o dinheiro daqueles que pouco têm tem servido para insuflar e manter a banca, única garante da Democracia. Escrevemos no passado, que sem banca não existe sistema capitalista, logo, não existe Democracia...

07 outubro 2011

A queda de um conceito...

Citamos algumas vezes o mestre JAL, de modo a podermos reflectir sobre o futuro da Democracia, e dos conceitos errados que lhe estão associados. JAL afirmava que a Democracia era o império da opinião sobre o juízo, isto é, fazendo a analogia com o tempo presente, o número, a quantidade sobrepõe-se à qualidade, aquela capaz de formular conceitos e estabelecer o que é mais adequado para todos. A maior quantidade de número de votos não é significado de mais inteligência, de eleição dos mais capazes, de certeza de termos escolhido os melhores; significa apenas que se escolhera o que havia para escolher, escolha previamente imposta pelo bom sistema que peneira quem não é bem vindo, dito de um outro modo, afasta aqueles que estariam à partida mais capacitados para defender o real interesse do Estado, interesse esse que não deve ser confundido com o interesse do partido mais votado, e que é chamado a governar após as eleições. Este sistema esta viciado, e se queremos realmente mudá-lo, não podemos confiar em quem se tem servido do sistema político para proveito próprio, é preciso mudá-lo, mas de fora, com outros cidadãos, mais capazes, quase intrépidos, quase estóicos.
A Democracia esta a deixar cair uma das suas maiores bandeiras, aquela que sustentava que a evolução social era contínua, crescente e sempre melhor. 
O dia-a-dia confirma o contrário, na medida em que se tira ao que menos tem para dar ao que mais tem...

05 outubro 2011

5 de Outubro...

Esta data encerra dois acontecimentos relevantes para a nação portuguesa:
I - Em Zamora, corria o ano de 1143, é assinado um tratado que paz que consagra a independência de Portugal.
II - Em 1910 é implementada a República em Portugal.
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Por alguma contingência histórica contemporânea e política, no tempo presente apenas se comemora a segunda data, o que não deixa de ser estranho, se pensarmos que nacionalidade acontecera na primeira...

04 outubro 2011

Democracia...

Pensamos em fazer uma crítica construtiva sobre as assimetrias existentes na sociedade portuguesa, uma simples reflexão sobre as manobras sociais, económicas e políticas postas em prática, tendentes a promover a continuação das desigualdades... Tendentes a subtrair os ganhos sociais adquiridos pela classe média nos últimos trinta anos de Democracia... Mas não o vamos fazer por ora, por considerarmos que o cidadão  anónimo deve sair do casulo em que se encontra, da comodidade aparente, para fazer ele mesmo essa crítica social...
Diremos apenas que a comodidade contemporânea advém do facto da técnica ter evoluído, o que tem obviamente proporcionado um maior conforto material.
Dito isto, deixaremos dois pontos para reflexão:
I - A evolução do pensamento do político contemporâneo, absorto no conceito democrático, parece ter ficado refém do poder efectivo, entendido como capital.
II - A educação como protecção do intelecto, a educação como armadura do cidadão face às contingências da existência, sejam contingências naturais ou artificiais, mas ambas reais, ainda não fora completamente assimilada pelo cidadão, que tem estranhamente abdicado de querer compreender o mundo em que vive, para se distrair com coisas e causas menores...
Este último ponto reflecte a falta de conhecimento daqueles que foram descritos no primeiro ponto, o que significa, que não fomos capazes de lidar com a oportunidade oferecida pelos ideais do iluminismo...

03 outubro 2011

Democracia

O governo do eng Sócrates ficara conhecido como o governo dos sucessivos PEC's, isto é, pelos sucessivos Programas de Estabilidade e Crescimento, embora a estabilidade e crescimento crescessem sempre na razão inversa da apresentação de um novo PEC.
O governo do dr Passos Coelho arrisca-se a ficar conhecido como o governo dos desvios colossais, que parece não saber muito bem como acontecem, tomando apenas conhecimento depois, o que não deixa de ser estranho se pensarmos que as funções decisórias continuam nas mãos dos mesmos, como sempre temos vindo a afirmar.
Dito isto, o governo actual não é diferente do anterior, utiliza a mesma arma, o mesmo meio para atingir o seu fim, que é o fim de outros, a saber: o medo.
Por intermédio desse medo habilmente cultivado, conseguem fazer aprovar sem lamurias e manifestações medidas destinadas a subtrair o bem comum, prometido pelo sistema político, entendido como Democracia.
Esquecendo-se, que fora ele mesmo, o sistema político a criar esta situação financeira de ruptura existente no país...

02 outubro 2011

Polícias II

Consideramos que o Estado está definitivamente ferido, e ferido pelos seus, isto é, por aqueles que deveriam zelar pela ordem, segurança, e pela manutenção do Estado de direito...
Haveria muito mais a acrescentar a mais esta triste situação originada dentro da PSP, mas por ora ficaremos por aqui, sem nos alongarmos muito, e conscientes de que as palavras e os actos vão ser necessários para utilizar nos dias que aí virão...

29 setembro 2011

Polícia

http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=2025730

No link que em cima se disponibiliza, pretende-se que a sua visualização demonstre que a autoridade do Estado está ferida, na medida em que os seus fiéis agentes se rebelaram contra o próprio Estado, que para além de já estar meio insolvente, agora parece querer ficar com a sua autoridade diminuída...
-
A Democracia tem destas coisas...

27 setembro 2011

Ministro das Finanças...

Sempre que um ministro das finanças é empossado na função, acha-se o salvador da pátria, o que não deixa de ser um contra-senso, se pensarmos nos ministros que já passaram pelas finanças no pós 25 de Abril.
Não só se acha o salvador, como deduz que está acima de, é capaz de, quando na verdade, quando sair, acontece como com todos tem acontecido, isto é, as finanças estarão pior do que quando fora empossado na função.
Mas vamos ao que nos levou a escrever estas palavras: afirmara à dias o excelentíssimo senhor ministro das finanças, alegadamente o mais académico cá do burgo, que o aumento da taxa do IVA de 6 para 23% nas facturas da EDP e do GÁS era uma prática quase comum nos países europeus...
Esquecera-se, o mais douto doutor de um país quase insolvente, que nesses países europeus a prática é também seguida noutras actividades, e para doutor mais sábio perceber que afinal não sabe assim tanto, damos apenas um exemplo que deve ser significativo e irrefutável pela inteligência de senhor doutor, e esse exemplo, podemos encontrá-lo nos mais diversos valor pagos pelo salário mínimo em vigor nesses países ditos mais civilizados e aos quais sua senhoria fora socorrer-se para fazer uma triste analogia, ou se preferirmos, uma analogia de trazer por casa. 
Suíça -  2.916,00€
Luxemburgo - 1.757,56€
Irlanda - 1.653,00€
Bélgica - 1.415,24€
Holanda - 1.400,00€
França - 1.377,70€
Espanha - 748,30€
Portugal - 485,00€
Não é preciso ser-se um bom académico para perceber a disparidade existente entre os países ditos desenvolvidos, onde dizem estarmos, para concluirmos que afinal a mentira da analogia é só para quem estiver distraído, ou para quem não souber fazer contas, o que parece ser um mau hábito nestes últimos anos de Democracia na "pasta" das finanças...

24 setembro 2011

Wikileaks

Como diz a frase contida na fotografia: é tempo para abrir os arquivos; que no nosso caso, é tempo de falar verdade, revelar os documentos dos serviços de informação e do ministério público, onde se prova com clareza a responsabilidade cível e criminal de alguns governantes, no que diz respeito à dívida publica do país...
Virá o dia em que, aqueles que ajudaram a suportar estes políticos de meia tigela, também serão responsabilizados, levados a tribunal por ocultação de provas. E o nome desses ou dessas instituições contrárias ao próprio estado de direito, apenas serão revelados quando assim o entendermos... Por considerarmos que o momento actual ainda se vai degradar mais, devido precisamente a esses maus políticos e seguidores exemplares...
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Existe neste país uma prática sobejamente conhecida por quem conhece os meandros da trama, que concerne ao facto de só ser motivo de prova o que convém, isto é, o que convém ao que está em cima, dito de um outro modo, ao que detém o poder, mesmo que seja momentâneo... 
Esta afirmação não é fortuita, fora confirmada na prática, numa empresa pública com 490 anos de história... E mais não dizemos por ora para não provocar maior indisposição...

22 setembro 2011

Cidadania

A cidadania implica um esforço considerável, uma vontade quase inquebrável,  um ritual diário de paciência, de diligência e serviço à causa comum. 
Contudo, a cidadania, para quem não sabe, faz com que Homem esteja activo, consciente, desperto, inserido no seu tempo e espaço.
Esta vivência sã da cidadania permite-lhe, e aqui reside o verdadeiro segredo de comunhão com os outros, permite-lhe aceder a outro patamar da existência pessoal e colectiva, possibilitando deste modo simples que o Homem escreva a sua própria História, sem intermediários ou falsos mestres ou até pseudo pedagogos...
Em suma, a cidadania está para o homem como a vida está para o Ser!!!

20 setembro 2011

Mentiras colectivas...

Temos afirmado neste nosso meio humilde espaço, que agora tem direitos de autor para o deus Tot, que em Democracia parece existir o mau hábito de tratar os cidadãos como meros reprodutores de asneiras cometidas no topo da hierarquia estatal.
Mas como se isso não fosse suficiente, ainda temos de pagar cada irresponsabilidade governativa feita em nome da Democracia, logo, em nome do povo, ou o que isso possa representar...
Mas para cumulo dos nossos pecados mal realizados, ainda temos de ceder parte do décimo terceiro mês para pagar dívidas vizinhas desconhecidas, que ninguém ousou ainda por em papel para povo ler...
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Os desvios orçamentais ocorridos na Madeira, são maiores do que o valor que o Estado vai arrecadar com o imposto extraordinário cobrado coercivamente no décimo terceiro mês, o que significa, que a mentira político partidária tem vários nomes, e parece oscilar sempre que o povo é levado a sufragar  sobre quem não conhece, mas que diz conhecer muito bem, depois de ter visto os dentes numa ou noutra campanha eleitoral...
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Mas não é tudo, temos ainda o primeiro-ministro que se desloca em carro de muito luxo, tipo seis estrelas, num país pobre, quase insolvente, quase resignado ao deixa andar, ao diz que diz, ao entretenimento diário da oratória político partidária que continua a alimentar as solidariedades existentes entre famílias políticas e famílias de sangue...

16 setembro 2011

Democracias a brincar...

A conjuntura económica internacional tem revelado a incapacidade de gestão dos dinheiros públicos, por parte de quem é eleito para o fazer, independentemente da origem partidária... 
O caso Grego é revelador de muitas tramas democráticas, de mentiras urdidas em nome da Democracia, e que infelizmente, desembocaram na insolvência do Estado...
Lá como cá, as solidariedades políticas continuam a justificar o saque, a contínua mentira, a artimanha do aumento dos impostos, de modo a esconder a divisão contínua das funções do estado entre partidários do sistema...
Não se percebe que sendo o Estado pobre, continuem a haver funções, muitas funções ricas dentro do Estado, como se a dita justificação de ser bom académico servisse para aumentar o valor pago pelo desempenho da função... A mentira é tão grande que ficamos siderados perante o interesse manifestado pelo bem público; ou será pelo que a função possibilita, seja enquanto detentor, ou mesmo após a detenção... (e alguns bem precisavam de ser detidos)...

14 setembro 2011

Democracia ilusória

O défice público esconde anos de trama, de mentiras, de jogos de poder, de dinheiro desviado, dinheiro que o tribunal de contas tenta seguir o rasto, dinheiro canalizado para os amigos.
O défice público esconde a pouca vergonha da política caseira, do diz que diz, da ameaça, das solidariedades entre famílias políticas e famílias de sangue.
Este défice público esconde também o drama de um país triste, abandonado á sua sorte, que bem entendido, concorda com a sorte de quem tem poder... Esconde a vergonha de quem já segue rendido quem nunca nada vez...
O défice público esconde enfim as assimetrias entre quem domina e quem é dominado, de quem tem duplicado o seu vencimento público com a mudança estratégia do nome da função, e de quem continua a viver de esmolas, agora ainda mais reduzidas pela pseudo crise internacional...

09 setembro 2011

Segurança e Defesa da Democracia...

Produz-se muita teoria sobre como preservar e assegurar a continuidade da democracia nos dias de hoje, face às relações de inter-dependência regional e internacional, mas produz-se pouca informação sobre os problemas domésticos decorrentes da governação, tendo em conta a situação financeira internacional.
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Convém salientar que o esforço de orçamentação imposto pelo governo advém do facto de o anterior governo ter investido sem se preocupar com o orçamento geral do estado. A haver uma divisa, diríamos que o anterior governo desbaratava dinheiro como se não houvesse amanhã.
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Fiz esta ressalva, de modo a podermos perceber quão ténue é a fronteira de segurança e defesa, no que concerne à segurança interna; isto é, não tem muito sentido produzir informação sobre movimentos com meia dúzia de pseudo militantes, quando um só governo compromete financeiramente o futuro de todo um povo, introduzindo o problema de possíveis convulsões sociais decorrentes de medidas erradas tomadas sem preparação durante uma legislatura.
Significa que dirigimos, ou dirigem o olhar para tensões facilmente controláveis, em vez de assegurarem a defesa da nação por intermédio de controle da estratégia governativa imposta coercivamente a todos sem que os serviços exponham as tramas que permitem que um dado governo possa numa só legislatura não só destruir o país financeiramente, como propiciar condições sociais e políticas que podem a qualquer momento eclodir  em revoltas de desagrado contra um sistema que não se soube nem quis controlar...
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Dito isto, devemos concluir que a crise financeira que o estado atravessa, deriva de um problema de gestão bem simples, que assenta naquela velha máxima que afirma que só se deve gastar o que se tem, de modo que quem fizer o contrário, sofre as consequências, tal como as que agora estamos a sentir, impostas pelo exterior, o que é ainda mais grave do que suporíamos, na medida em que o governo, ou os governos, ocultam o real défice público, logo, ocultam do povo o total da dívida, que neste caso coincide com o dinheiro gasto sem que houvesse sentido de estado ou sequer interesse em manter a coesão social intacta, perigando deste modo quase infantil a segurança interna de um país com mais de oito séculos de existência...

07 setembro 2011

Segurança e Defesa

É preciso assegurar a informação do presente, de modo a preparar a chegada do futuro.
Os serviços de inteligência devem estar intransigentemente ao serviço do Estado democrático, nunca ao serviço de governos passageiros que tentam estender os seus tentáculos às funções operacionais.
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Revista de leitura obrigatória para quem deseja perceber o pensamento teórico produzido sobre a Segurança e Defesa...

06 setembro 2011

Austeridade...

Em nome da austeridade, o governo parece ter encontrado a galinha dos ovos de ouro, dito de uma outra forma mais simpática, parece ter encontrado uma via directa de ataque sem precedentes à classe média, o que significa, que ataca aqueles que usualmente pagam impostos, e que deste modo sustentam o Estado, e quem dele se alimenta.
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Temos afirmado que a exploração de cada função é levada ao limite, sem que aja no dito Estado mecanismos internos de auto-regulação limitadores do saque dos dinheiros públicos.
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Era bom que o Estado, tido como pessoa de bem, ou o que isso possa representar, contabilizasse o número de funções que todas as legislaturas são exploradas pelos políticos, gestores de empresas públicas e amigos...
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Pensamos que aludir constantemente à crise não resolve o problema da crise, a não ser que se queira atingir determinado fim, pelo meio que é o recurso sistemático à crise...

30 agosto 2011

Governos democráticos...

Sempre que um partido da oposição passa a ser governo após o sufrágio universal, deixa de ser aposição para passar a ser governo, o que significa, que vai continuar a fazer o que o anterior estava a fazer. A única diferença reside na forma, quer dizer, pode fazer melhor ou pior do que o seu antecessor, mas nunca bem feito...

28 agosto 2011

Espiões...

Parece que a politização das secretas não tem fim, nem se esgota na simples nomeação de directores e afins.
Quem se der ao trabalho de ler alguma da informação que está disponível nas páginas das secretas, cedo compreende que nem tudo o que está online é para levar a sério, senão vejamos:
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"O SIS é um serviço público que se integra no Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), depende directamente do Primeiro-Ministro e, por natureza, encontra-se ao serviço dos cidadãos." fonte SIS
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"...sendo rigorosamente apartidário..." fonte SIS
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A simples escolha de um director por confiança política, só por si já configura intromissão partidária, o que significa, que a expressão - rigorosamente apartidário - parece não ter muito sentido, entendida à luz da normal intromissão do governo na escolha do secretário geral do SIRP ou dos dois directores do SIS e do SIED, para já não falar em outras possíveis funções detidas por quem detém o poder...

26 agosto 2011

Augusto Cury

Mais um excelente livro de Augusto Cury.
Não se trata apenas de um livro de leitura em tempo de férias ou de um fim-de-semana, é mais do que isso... Portanto, aconselho a leitura a quem pretende ter algum controlo das suas emoções, bem como almeje ver a sua inteligência suficientemente aberta a novas formas de estar...
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"Muitos vivem em sociedades livres, porém são escravos das suas emoções. Escravos modernos, algemados pelo medo, insegurança e angústias; sem correntes físicas, mas acorrentados por preocupações irrefreáveis..." p. 13
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Boas leituras...

23 agosto 2011

SISD

Como prometido, hoje será divulgada a missão do SISD, serviço directamente dependente da Central de Inteligência, que actualmente coordena o SISD e o recentemente criado SSI.
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Vários foram os motivos que nos levaram à criação de uma Central de Inteligência. Enumeramos apenas aqueles que consideramos relevantes para o leitor.
1 - Temos afirmado que a actual Democracia é governada por apenas duas famílias, uma política, a outra de sangue, entenda-se nobre.
2 - A informação veiculada pela comunicação social obedece ao pensamento único, aquele que sustém o politicamente correcto.
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Poderíamos continuar a desfazer a trama histórica e sociológica da política presente, mas deixamos propositadamente ao leitor essa tarefa, de modo a que a crítica social seja efectiva e eficaz...
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Missão do SISD:
Investigar cientificamente as relações sociais e económicas ocorridas no território nacional com o poder político contemporâneo.

22 agosto 2011

Pensamento

Vivemos ou sobrevivemos?
Sentimos que somos senhores do nosso destino, ou concordamos em ser menores no destino de outros?
Para a inteligência, a resposta já está dada!!!

19 agosto 2011

Força Aérea Portuguesa

A revista nº 392 de Julho/Agosto de 2011 da Força Aérea Portuguesa prima pela excelente qualidade de conteúdos e de grafismo. Aborda o 59º aniversário da Força Aérea, e o 70º aniversário da Base das Lajes, situada na ilha Terceira Açores.
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O preço quase simbólico desta magnífica revista, de 2,80€, não servem de desculpa para a sua não aquisição. As imagens sublimes dos aviões F-16AM; F-16; EF-18A; Mirage 2000C; F-16C/D; JAS-39C; F-18D; ou os MiG29, falam por si...

16 agosto 2011

País ingovernável...

Não se percebe, como já escrevermos neste espaço, que o governo mantenha atitudes de rico, com o dinheiro dos contribuintes, num país de pobres.
Também não se entende que o governo prefira o ataque constante aos mais desfavorecidos do que um ataque corajoso às despesas obscenas do Estado. Despesas de ricos num país pobre!!!!!!!!!!
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Temos como exemplo o aumento imoral do IVA de 6% para 23% nas facturas da EDP e da EDP gás... Bem sei o que pensam alguns, contudo, o que ainda não ouvi, porque já começo a deixar de ver notícias programadas pelo sistema, fora falar-se num motivo que está para além de... Isto é, o aumento da taxa do IVA vem de certo modo, trazer receitas adicionais; todavia, trás também valor acrescentado, na medida em que aumenta de forma exponencial os lucros, o que agrada sobremaneira aos accionistas, e aos futuros investidores, isto é, àqueles que estão dispostos a comprar a totalidade destas duas empresas... Caros amigos, neste país a brincar, nem tudo o que parece é.. Portanto, estaremos sempre atentos, sempre a produzir informação de modo a não sermos nem apanhados desprevenidos nem trucidados...

12 agosto 2011

O fim da pátria...

...O Mundo Ocidental é um mundo de hipocrisias, onde os ricos são senhores dos governos... p. 31

11 agosto 2011

Central de Inteligência

Ainda no decorrer do presente mês, será desmistificada a missão do SISD. Serviço adstrito à Central de Inteligência. Deste modo, consideramos, como já o tínhamos referido em artigo anterior, que o serviço de inteligência não é fechado, isto é, articula-se de acordo com a sociedade, por forma a acompanhar todas as mudanças tidas no seu seio. O que significa, que a necessidade de um novo serviço depende da urgência com que os acontecimentos ocorram. Deste modo, criou-se o SSI, que complementa o SISD e torna a Central de Inteligência mais eficaz...

10 agosto 2011

Londres

É imperativo que se questionem os motivos dos motins que estão a deixar Londres num caos, sob várias perspectivas, sejam elas sociais, do ponto de vista sociológico, económicas e até históricas, e operacionais, do ponto de vista de segurança pública...

09 agosto 2011

1.467.012.000 milhões

Este é o actual número de barris de petróleo em reservas à disposição do mundo. O que não deixa de ser um contra senso se pensarmos no preço final pago pelos portugueses que abastecem o seu veículo.
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Bem sabemos que o tempo moderno, dito contemporâneo, não é um tempo onde a verdade seja efectiva, tida como necessária enquanto instrumento de mediação entre seres, empresas ou Estados. Logo, para quê continuar com a farsa, com a mentira descarada, todos os dias propagada como se de verdade oficial se tratasse.
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O que está a acontecer em Londres que sirva de aviso, pois iremos responsabilizar quem governou o país nestes últimos anos. Quando o caos social se instalar, não seremos brandos nos costumes com quem se governou nestes últimos anos, nem queremos sequer ouvir lamurias, daqueles que sempre que ocupavam uma função de poder, trucidavam quem lhes dava na real gana.
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Não iremos ser misericordiosos, iremos apenas aplicar o mesmo sentido de justiça aplicado desde o princípio dos tempos e que Platão tão bem soube colocar na boca de Trasímaco, ao afirmar que a justiça é a conveniência do mais forte...
Logo, aplicá-la-emos sem medos nem temores............

05 agosto 2011

Insegurança...

A insegurança crescente dos cidadãos, seja real ou percebida, é preocupante, e tem raízes profundas na indiferença política em relação ao acto criminoso, que ao longo dos últimos anos tem sido despenalizado, como se de um acto vulgar se tratasse. Pior ainda, o crime prescreve, como se um crime cometido hoje, por via da lei, fosse amanhã considerado nulo, isto é, um não crime... O que significa que o político, quase criança social, tem por mau hábito legislar sobre o que não conhece... e mais não digo para não ficar aborrecido...

03 agosto 2011

Endividamento público...

Nestes últimos anos, mais precisamente, a partir da instituição pela lei da bala da Democracia, o Estado Português tem vendido sonhos ao povo, que agora se estão a reflectir no endividamento público sem controlo e cada vez mais perigoso para as futuras gerações.
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Temos afirmado que se mente muito em Democracia, que a oratória do entretenimento e o folclore político são as palavras chave para compreender a trama, sem contudo esquecer o controlo quase totalitário das funções decisórias do Estado pelas famílias políticas e famílias de sangue.
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Mas vamos mais longe, ao ponto de dizermos que o Estado, isto é, aqueles que se servem do Estado, em nome do povo (que eles não gostam), continuam a viver uma vida de ricos. Dizem-nos que o Estado não tem dinheiro, que é pobre, mas eles vivem vida de rico com o que o Estado não tem, quer dizer, vivem à grande e a Francesa, vivem com bons vencimentos que a função permite, e quando esta não permite, muda-se a designação da função para aumentar o vencimento (não pensem que andamos aqui a dormir), andam em bons carros, carros de ricos num país pobre - enfim, suspenda-se já este sistema de governo, que não governa o todo, ou para o todo, mas que governa o dinheiro do todo em benefício próprio, entenda-se do sistema...

02 agosto 2011

Psicologia do medo...

Compete-nos, sempre que achamos conveniente, fazer uma análise da situação presente da sociedade portuguesa. Deste modo, consideramos haver em nosso entender duas situações que fundamentam o título deste artigo, e a primeira remete-nos logo para o BPN, banco de má memória para as contas públicas, dito de um outro modo mais realista, de má memória para a riqueza produzida no estado, e que fora em mais de 5 mil milhões absorvida pelo BPN sem que o povo dissesse amém.
A outra situação prende-se obviamente com o aumento desmesurado dos transportes públicos.
Nas duas situações aludidas, o medo parece impedir que o povo exerça a sua acção fiscalizadora, isto é, se indigne contra aqueles que prometeram em campanhas virtuais governá-los (ao povo), de forma justa e equitativa. Mas vamos mais longe, e afirmamos que o medo que o povo tem, lhe está a tolher a acção, embora consideramos haver na sua forma de estar, alguma dose de cobardia à mistura...
Neste sentido, esperamos para ver e observar a acção ou a inacção do povo face à constante mentira urdida em sem nome...

30 julho 2011

SIRP...

Depois das últimas noticias sobre o ex-director do SIED, confirmamos as nossas maiores suspeitas, de que os serviços de informação podem ser partidarizados, se pensarmos na nomeação dos seus directores por simpatias partidárias, e na nomeação de demais quadros superiores, directamente dependestes desses mesmos directores...
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Por este motivo, consideramos que o nosso SISD está pronto a nascer, embora já exista em pensamento, isto é, em inteligência. Advogamos um serviço livre das influências nefastas da política e dos negócios que não trazem mais valor acrescentado ao Estado Português...

28 julho 2011

O exército secreto da Nato

Temos afirmado que à Central de Inteligência cabe a salvaguarda de informação sensível, sempre confirmada ou provada a partir da verificação de autenticidade de documentos que a sustenta. Dito isto, disponibilizamos um link para um vídeo produzido pelo Canal de História, sobre o exército secreto da Nato.
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http://vimeo.com/22815663
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Que analogia podemos aferir a partir da comparação com o tempo contemporâneo; onde os fins para se poder obter o máximo de lucro justificam todos os meios, mesmo que se tenha de recorrer aos serviços secretos de inteligência para fornecerem informação valiosa sobre os inimigos, sejam estes exteriores ou domésticos, não importa, se o negócio do pseudo-inimigo representar uma ameaça ao lucro daquele que detém o poder...

24 julho 2011

Noruega

Este triste acontecimento, mostra a incapacidade de os serviços de informação produzirem informação em tempo útil, de modo a evitarem-se tragédias semelhantes a esta...
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Mostra também que a operacionalidade dos serviços, incluindo as polícias e as forças armadas, é ainda muito débil, se pensarmos no tempo que se perdera no socorro ao segundo ataque...
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É preciso repensar alguns serviços... a resposta operacional deve ser dada quase em tempo real, sob pena de não servir para o fim para o qual fora criada...

21 julho 2011

Exploração da função...

Institutos públicos - 256
Fundações - 639
Empresas públicas - 95
Empresas públicas municipais - 343
Parcerias público-privadas - 87
MENDES, Luís Marques, O estado em que estamos, Lisboa, Matéria prima edições, 2011, p. 55
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Quando se analisa a história sob a perspectiva da investigação social, facilmente percebemos as conjunturas e toda a estrutura que encadeia os acontecimentos, sejam estes passados sejam contemporâneos. Depois do trabalho árduo da investigação, depressa compreendemos a trama dos acontecimentos, que no caso particular e presente, nos remete para uma exploração da função, o que equivale a dizer-se que cada função de direcção é uma função a explorar, a tirar um maior partido uma empossados na respectiva função. Não interessa o bem comum, tão pouco o Estado, tudo isso é relevado para segundo plano, deixando a primazia para a exploração, para a troca de favores, das nomeações, dos clientes, das famílias, dos amidos, dos partidários, dos amigos dos amigos, enquanto se conseguir explorar todo o potencial da função...

19 julho 2011

Tribunal de Contas

Auditoria orientada às aquisições de bens e serviços do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil, EPE.
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Mais uma vez, a auditoria confirma os nossos receios. Sem querermos entrar em pormenores, na medida em que é disponibilizado o respectivo link para o texto, e que cada um deve ler, para poder formar um juízo sobre este assunto específico, afirmamos que a produção de prova sobre o percurso profissional de alguns quadros é mais fácil do que alguns pensam, embora seja preciso algum tempo para produzir a informação tida como necessária.
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Longe vai o tempo em que o cidadão se resignava ao deixa andar, ao controlo coercivo imposto pelo Estado. O que temos vindo a assistir nestes últimos anos provoca-nos alguma apreensão, na medida em que as famílias políticas e famílias de sangue não só dominam as funções decisórios administrativas do Estado, como obstam a que seja feita justiça, quando esta aparentemente é posta em causa...

18 julho 2011

Democracia de fingimento II

O título deste artigo remete-nos para uma realidade bem portuguesa, que assenta na dissimulação constante que o governante faz sempre que é sufragado para governar...
Dito isto, devemos exigir ao novo governo que mostre, se já fora elaborado, a auditoria exaustiva às contas públicas de modo a podermos avaliar a necessidade de cobrança coerciva, pois não tem outro nome, de um imposto extraordinário cobrado em sede de IRS no subsídio de natal.
Voltamos ao tema por considerarmos que a austeridade pedida aos portugueses deve consubstanciar realidade financeira com realidade política, de modo a que todos os cidadãos, nomeadamente aqueles que com os seus impostos mantém o país vivo, possam aferir das medidas tomadas. O que significa, que o governo, deveria, antes de tomar uma acção coerciva concreta, tornar pública a auditoria feita pelo FMI, de modo a percebermos como estão na realidade as contas públicas... Uma vez que parece não existir nenhuma auditoria interna digna desse nome...
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14 julho 2011

Democracia de fingimento

A mentira precisa sempre que o mentiroso a sustente com outras mentiras. A verdade, justifica-se a si mesma, por mais escondida que esteja!

12 julho 2011

Central de Inteligência

Por estes dias revelaremos a Missão que justifica a existência do SISD. Deixamos propositadamente de fora a Estratégia ou se se preferir, os objectivos que norteiam este serviço, inserido naquilo que designamos Central de Inteligência.
Num mundo em constante mudança, compete-nos estar constantemente capacitados para acompanhar as alterações que ocorram no território nacional. O que significa, que a Central de Inteligência será apenas um ponto de partida.

08 julho 2011

Central de Inteligência


...Secretárias de ex-administradores posteriormente promovidas a Quadro Superiores; filhos, sobrinhos, ex-cônjuges, cunhados e outros graus de parentesco de administradores, directores, membros do governo, amigos, etc.; golfista e especialista em pastéis; ex-apresentador de televisão falhado; consultor de segurança cujo ócio perturba os trabalhadores vizinhos...
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Este comunicado da comissão de trabalhadores dos CTT é elucidativo quanto ao que temos vindo a afirmar; e confirmar a trama que existe entre famílias de sangue e famílias políticas, que tudo controlam, impedindo deste modo completamente anti-democrático a mobilidade social aos restantes cidadãos.
Pretendemos deste modo, salvaguardar a informação sensível ou não, de modo a podermos usar sempre que necessária. Há muito que o respeito pelo bem público sucumbiu, mas como se isso não bastasse, aqueles que ocupam determinadas funções fazem currículo, por vezes sem perceberem muito bem o negócio em que estão metidos, só porque a cor do cartão é a adequada. Diz com a camisola que esta vestida...
Continuaremos atentos ao desenrolar dos processos elaborados pela Inspecção Geral das Finanças, de modo a permanecermos informados do espírito de missão de que alguns gestores públicos estão imbuídos...

05 julho 2011

Mossad

Obra excelente (lida em 2005) para quem pretende conhecer um pouco do que poderá ser um serviço de informações. A política e diplomacia não lhe ficam atrás, por vezes até o superam, na medida em que mentem mais e dissimulam constantemente, de modo a manter as mentes entretidas com ninharias... O que permite continuar com a farsa de que a Democracia existe, e de que a igualdade de oportunidades favorece a mobilidade social...

04 julho 2011

BPN

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Este despacho ministerial é muito interessante, se pensarmos que dias antes tinha sido anunciada uma medida de austeridade tendente a subtrair (e a trair) 50% do subsídio de natal acima do salário mínimo em sede de IRS.
Pensamos que o descaramento político na democracia portuguesa é já um sintoma do que há-de vir, e do que temos vindo a afirmar: oratória do entretenimento, e folclore político...
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Cada vez estamos mais decididos na persecução da Central de Inteligência, que deverá ser a garante de uma informação limpa, desintoxicada, e ao serviço da verdade histórica...

02 julho 2011

A queda dum anjo

Esta obra quase esquecida propositadamente pelos políticos e humanistas da política, é de leitura muito obrigatória, que deve ser lida o quanto antes, como se de alimento se tratasse. Lê-mo-la em 96, e desde lá para cá, temos confirmado a trama em que assenta a obra, que deveria ser lida por todos os portugueses maiores de idade.
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Lembramo-nos da queda dum anjo a propósito do novo imposto sabiamente, salvo seja, instituído pelo novo governo: tributar em sede de IRS, 50% do subsídio de natal acima do salário mínimo. O que as famílias políticas e famílias de sangue sorvem é muito mais do que o Estado vai arrecadar com a receita deste imposto dito extraordinário...

30 junho 2011

Governo

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O que nos preocupa neste momento histórico de Portugal, não é este programa, que podemos concordar ou não, achar ou não necessário, na medida, em que as famílias políticas e famílias de sangue continuam a dividir o poder e a riqueza produzida no Estado. A nossa preocupação é de outra ordem, e pode-se resumir à execução das chamadas medidas de austeridade; o que desde logo impõe uma pergunta muito simples: e se as medidas de austeridade inscritas no programa de governo falharem?
Essa deve ser a preocupação fundamental, porque pode decidir do futuro de Portugal. Futuro esse que tomaremos nas mãos caso seja necessário...pelo método que considerarmos o mais adequado à circunstância futura...
Esta espera permite-nos avaliar calmamente a estratégia, de modo a que o primeiro embate seja decisivo...inexorável e inesquecível...

28 junho 2011

SAS

Obra de leitura obrigatória para operacionais e não só, na medida em que o mundo moderno vai assistir a mudanças bem bruscas...
Na Europa, já existe um país em que os seus cidadãos já fazem boicote às portagens e aos meios de transporte, indignados com as sucessivas austeridades e incapacidades governativas impostas pelos profissionais da política...
Estejamos ao menos preparados para enfrentar a mudança de poder...

26 junho 2011

CNPD

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Diz a dita comissão que: as informações respeitantes a eventuais acumulações de deputados são dados pessoais...
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Nós não percebemos nem queremos entender que um deputado sufragado e eleito pelo povo, seu soberano, segundo o artigo terceiro da Constituição da República Portuguesa, "não disponibilize" a sua informação fiscal e ou laboral. Esquecera-se a comissão, enredada em leis, que a Democracia participativa não se resume ao acto de eleger o representante, ela, a Democracia, obriga a que o representante do povo responda perante ele, o que significa, que sendo o povo soberano, é a este em último caso que se lhe deve prestar contas, na medida em que se obstar tal pedido, a dita soberania está posta em causa, o que equivale a dizer, que a Democracia deixa de ter sentido à luz da constituição...como parece já não ter muito sentido à luz do dia-a-dia da pátria que a vira nascer, copiada de outras tantas que existem por esse mundo fora...

24 junho 2011

O Estado lastimável...

Ora aqui está uma excelente reflexão que ajuda na compreensão da incapacidade da política actual, em resolver os problemas domésticos. Devemos acrescentar que Luís Marques Mendes é militante do PSD, partido que também ajudara na feitura do défice e da desmesurada despesa pública. Embora devamos afirmar que o governo de Sócrates fora o campeão do referido défice e do aumento brutal da despesa pública.
Neste sentido, resta-nos confirmar que a Democracia actual acabará por nos levar à insolvência colectiva, sem que nenhum responsável tenha ou venha a ser detido sob a acusação de alguma inspecção entretanto levada a efeito para se determinar o dolo e responsabilidade da falta de dinheiro nos cofres do Estado.
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Uma última ressalva, para inspector analisar e dormir sobre o assunto: toda a dívida pública é pública?

20 junho 2011

Democracia ilusória...

A existência de uma Democracia é tão falsa como a premissa que permite concluir que dois mais dois são cinco. Não existe Democracia, como não existe Estado; o que existe, são dois conceitos elaborados a partir de quem detém o poder de modo a permitir a continuação do dito sistema estabelecido. Existiria Democracia se o poder fosse efectivamente do povo; existiria Estado se a justiça que o sustém fosse universal, isto é, aplicada a todos de igual modo, independentemente da sua posição na sociedade, bem como a sua relação com o poder, portanto, o Estado contemporâneo apenas confirma o que está estabelecido, de modo a preservar o poder de meia dúzia, através do controlo coercivo do pensamento e da mobilidade social impostos a todos...

17 junho 2011

Princípios de Sabedoria e Estratégia

O título deste artigo é o subtítulo da obra de Takuan Soho, Espírito Indomável. Este livro fora lido em 2003; significa que temos vindo a cimentar o nosso conhecimento de modo a podermos dar consistência à Central. Nada nasce do nada. Nem parece que a inteligência se faça de nadas... Como alguns querem fazer passar, para que possam andar por aí de cabeça erguida mas sem nada la dentro...

13 junho 2011

Servidão voluntária

Este pequeno ensaio de La Boétie é tremendamente actual, apesar de ter sido pensado para o feudalismo.
Concordamos em parte com Platão, nomeadamente no que diz respeito ao exercício físico e ao tempo que deve ser dedicado ao pensamento, se preferirmos, à inteligência.
Neste sentido, existem livros de leitura obrigatória para quem quer ascender ao cume da inteligência, não só os clássicos, que deverão ser lidos e entendidos, como aqueles livros tidos por necessários para formar um bom carácter, como o que apresentamos aqui, devem ser lidos e relidos, coisa que fizemos (lido em 1997 e relido em 2011). Só deste modo podemos aceder à inteligência que entendemos ser a mais adequada ao nosso propósito...
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São, pois, os próprios povos que se deixam oprimir, que tudo fazem para serem maltratados, pois deixariam de o ser no dia em que deixassem de servir.
La Boétie
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Como diríamos, este pequeno ensaio encerra algumas verdades sobre a servidão voluntária, que aqui não se reproduzem, por considerarmos que cada um deve percorrer o seu caminho, o que equivale a dizer, que deve, se quiser, ler o livro.
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Como prometido no último artigo a propósito da revelação do nome da Central de Inteligência; afirmamos convictos que este dia e os que se seguirão, determinam um evento importante em 868 anos de História de Portugal, o que significa, que estamos efectivamente a escrever história. Por agora, apenas revelaremos a sigla, como prometido, da Central de Inteligência: SISD.
Boas leituras...

09 junho 2011

Central de Inteligência

Temos tido a coragem de dizer que a política portuguesa continua alegremente a praticar a oratória do entretenimento, como se o país conseguisse sair da crise só pelo simples facto de enumerar as razões da tragédia.
Temos também insistido na teoria confirmada pela prática, de que o poder político tem sido repartido por duas famílias, uma política, e a outra, aristocrata.
Neste sentido, o princípio inscrito na constituição que consagra a soberania do povo (artigo 3.º), é meramente decorativo, uma vez que não acrescenta nada, para além, obviamente, da existência da doutrina democrática.
Contudo, temos por outro lado escrito, que essas duas famílias, controlam todas as funções decisórias do Estado Português, impedindo desta forma menos democrática a ascensão e a mobilidade social dos restantes cidadãos...
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Consideramos que estão reunidas as condições para criarmos uma Central de Inteligência, cuja missão já está escrita, mas que permanecerá por ora oculta - no próximo artigo apenas revelaremos, coisas do deus Tot, a sigla da futura central...

05 junho 2011

Queen | The Show Must Go On


Tememos que a partir de amanhã o show persista, que a oratória do entretenimento persista, que o folclore político persista, que a mentira da democracia para todos persista.
Afirmamos convictos que as funções decisórias do estado irão permanecer nas mesmas mãos, o que equivale a dizer, que permanecerão no seio das duas famílias que controlam o estado, a saber: famílias de sangue, herdeiras das tradições monárquicas, e das famílias políticas, dadas à luz pelo republicanismo...
Dito isto, todas as eleições tidas por democráticas não são mais do que transições de poder entre famílias acima aludidas, sufragadas pelo voto popular.
Ora aqui está a grande ilusão dos tempos modernos...

03 junho 2011

Revolução latente..

Artigo 3.º
(Soberania e legalidade)
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
Constituição da República Portuguesa
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Depois da ajuda financeira internacional concedida pelo FMI e pelo FEEF, e de Portugal ter de implementar medidas de controlo orçamental inscritas no memorando de entendimento assinado pelo Estado português, pelo FMI, pelo FEEF e pela Comissão Europeia, temo que a soberania seja algo do passado, apenas inscrita na Constituição para português ler e historiador confirmar... Temo também pelo futuro da Pátria, do futuro das gerações, descendentes do português glorioso de outros tempos. Temo acima de tudo pelo futuro dos actuais jovens, homens do amanhã.
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No entanto, aqui fica o aviso em forma premonitória, escrito, com data e hora, para MAI e ITIJ, e companhia, analisarem, e produzirem como prova.
Se o país no futuro entrar em banca rota levado pela incompetência do governo em normal exercício de funções, garanto-vos que faremos tudo o que estiver ao nosso alcance de modo a providenciar soluções alternativas de poder, válidas e capazes de elevar de novo o nome de Portugal para além do futebol...
Neste sentido, aqui deixamos um aviso sério ao Estado, ou muda de vida, ou mudamos de Estado, mais claro não podemos ser...
Só quem age é que inscreve o seu nome nos umbrais da História da Humanidade...

29 maio 2011

Interrogação?

Enquanto não sabemos quem nos vai governar, a campanha eleitoral corre dentro da chamada normalidade lusa, o que equivale a dizer, que nada se tem dito de concreto sobre as medidas de austeridade que serão impostas aos portugueses pós 5 de Junho.
Falar de normalidade é o mesmo que afirmar que a oratória do entretenimento ou o folclore democrático de ocultação, continuam bem activos e cujo propósito, temos vindo a afirmar, é o de desviar as atenções do real problema, isto é, da hereditariedade das funções decisórias do Estado, que estão na posse das famílias política e de sangue, como se de uma obrigação democrática estivesse na sua génese, quer dizer, estivessem ali - as funções - para serem divididas entre as duas famílias.
Quem ainda não vira o controlo eficaz do Estado por parte destas duas famílias ainda não percebera nada de política, nem conseguirá entender que a trama está para durar...

23 maio 2011

Esquizofrenia política VI

A radicalidade do sistema político democrático português contemporâneo parece fundamentar-se em alguns princípios, que uma vez analisados, ajudam-nos a compreender o quão inócuos, e desprovidos de conteúdo teórico são, que justifiquem a práxis, isto é, a transformação saudável da teoria em prática, testada e percebida por todos. Mas vamos por ora falar daqueles fundamentos que achamos serem condição para percebermos porque razão chegamos a este estado, ao ponto de ser necessário pedir um resgate financeiro externo ao país...
Existe uma cultura muito própria que advoga que o português tem de fazer aquilo que vê, onde estiver em determinado momento. Percebe-se que o português colhe o exemplo dos políticos, que habilmente praticam a oratória do entretenimento. A representação quotidiana da tragédia portuguesa, que a cada novo dia, por um acto tresloucado, consegue mais adeptos, mais alienados, mais almas que apenas se limitam a sobreviver, como se o tempo presente fosse um tempo sem nada, isto é, um outro passado, onde não havia o que há no presente em que escrevemos estas linhas, e nem vale a pena nomear o que ora existe, pois é trabalho para um historiador experimentado e conhecedor do seu tempo.
Mas voltemos a texto, e aos fundamentos, sem deixar um aviso ao leitor, que por agora economizamos nas linhas que escrevemos para o não maçar na leitura. Existe um fundamento que justifica que o eleito possa governar o eleitor, aquele que sufraga. Todavia, trata-se de um fundamento sem sentido, na medida em que deixa ao eleitor o simples acto de sufragar, impedindo-o de exercer no dia-a-dia uma cidadania mais participativa e fiscalizadora, face ao eleito, que uma vez empossado na função, passa a designar-se de pequeno ditador, por achar subjectivamente que é capaz de trabalhar sozinho, e de que tudo o que diz, está conforme à divindade por ele nomeada e por ele oficializada... Parece que existe um ritual de mentira, de ilusão constante, que uma vez oficializado pelo poder parece querer tornar-se verdade...
À oratória do entretenimento adicionamos a falsa alternância política, e falsa porquê? Porque, o que mudam são as caras que vemos, não aqueles que deveriam realmente mudar, e que são as que efectivamente mandam, pois são elas que detêm as funções decisórias do aparelho de Estado, portanto, falar-se de alternância política é tão falso como dizer-se que a soma de um mais um são três...