05 janeiro 2011

Austeridade

O silêncio perturbador do cidadão face às medidas inscritas no Orçamento de Estado para 2011, é difícil de explicar. O aumento da carga fiscal, o corte dos vencimentos, e redução e eliminação de prestações sociais, só por si, já justificavam a demissão do governo, quer pela via democrática, quer pela outra. O cidadão, fruto da apatia, ainda não percebera que estas medidas inscritas no OE, apenas se devem a decisões erradas tomadas pelo governo, à incapacidade ou não, em gerir os dinheiros públicos, e por último, para não me alongar mais, à falta de solidariedade constitucional que o governo deve ter para com os seus concidadãos...

4 comentários:

Carlos Portugal disse...

Caro Tot:

Até parece que o Povo de Portugal foi vítima de magia negra, para ficar de mãos e pés atados e não reagir. Urge quebrar essa maldição, para que as pessoas comecem a reagir e a revoltar-se contra os criminosos que as estão a roubar e a roubar Portugal.

Abraço.

Tot disse...

O povo, amigo Carlos,
ou se preferirmos o uso corrente da terminologia adequada, o cidadão, vive tolhido, fruto da governação socialista pelo medo...
Abraço

Anónimo disse...

Creio bem, Caro Tot, que esse tolher pelo medo tem muito a ver com um reflexo condicionado artificialmente induzido (quer por subliminares televisivas ou através de emissões de microondas, quer por acções de prepotência nos empregos, etc.), em que as pessoas estão condicionadas a venerarem - mesmo contra vontade - aqueles que detêm o que elas pensam ser algum poder, sejam chefes, superiores hierárquicos ou (des)governantes. Por vezes, quando lhes damos dois berros, elas acordam, mas a maior parte das vezes encolhem-se, a arrogância cai e começam a tratar-nos com uma deferência de sabujos.

É triste, mas já o tenho confirmado, dia após dia. E isso explicaria muitas coisas.

Abraço.

Carlos Portugal disse...

Caro Tot:

Perdoe-me, mas esqueci-me de colocar o meu nome no comentário anterior.

Abraço.