10 janeiro 2011

FMI

Se por um mero acaso, o FMI for convidado a dar lições de administração da coisa pública a Portugal, devemos de imediato tirar uma conclusão: o governo não conseguira gerir com eficácia exigível os dinheiros públicos, o que significa, que podemos de uma vez por todas demitir o governo, sem excluir a Assembleia da República e respectiva exoneração sem direito a indemnização de todos aqueles que até à data se têm servido do Estado em proveito próprio. Esta medida extraordinária deve ser apoiada por novas leis e decretos-leis de efectivo interesse público. Devem ser realizadas auditorias a todos as contas de políticos. Devem-se também auditar as direcções de recursos humanos existentes no seio do Estado, não excluindo todas as empresas que se sentam à mesa do orçamento. Não se trata de uma caça às bruxas, mas sim de uma reposição natural da competência. Não podemos querer ser bons, se temos o triste hábito de escolher sempre o mau, e se escolhemos o mau, este por sua vez, vai escolher outro mau para o acompanhar. É assim, não existe outra forma.
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Animais os bons e afastai os maus
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Tudo o resto é fantasia. Pior ainda, esta fantasia, cria nos funcionários desânimo, amargura, etc., urge agir, urge... Ficar quieto é continuar a concordar com a incapacidade ou não, depende do ponto de vista, que este governo demonstra enquanto gestor público...

1 comentário:

menvp disse...

A entrada do FMI significava o fim de certas negociatas...

ANEXO:
Só o 'Direito ao Veto de quem paga' (vulgo contribuinte) permitirá controlar a classe dirigente...
Manifesto: NÃO QUEREMOS POLÍTICOS PAIZINHOS - Fim da Cidadania Infantil!
http://fimcidadaniainfantil.blogspot.com/
Resumindo e concluindo: não se queixem do facto de estar a ser mal gasto dinheiro do Estado: abram os olhos... e vetem!