18 fevereiro 2011

O pensamento estúpido de algum capital

O título deste artigo pode ferir alguma mente mais pura e perdida ou alienada no todo e no nada. No tempo contemporâneo, que alguns já tentam substituir por tempo presente, imediato, por ser o mais próximo, para evitar o longo tempo do que significa contemporâneo para a historiografia, existe um pensamento radicado no capital que tem decidido fomentar a ideia de que a livre iniciativa sem freios é benéfica para todos. Todavia, o que não diz o pensamento douto e sábio, é que a propósito da livre iniciativa provocada e incentivada, a Europa esta a braços com uma depressão, na medida em que tem deslocalizado para a Ásia e não só, a Indústria e serviços, outrora realizados no seu seio. O que não diz o pensamento douto e sábio, é que graças ele - ao pensamento - milhões de Europeus perderam o seu posto de trabalho, consequentemente, a economia, perdera milhões de euros em produtos agora produzidos fora, e que tem necessidade de adquirir, comprando o que outrora fazia, onerando ainda mais as contas públicas. Este lindo pensamento saído da cabeça de alguns eurocratas esta a arruinar a Europa.
Contudo, numa análise fria, distanciada dos acontecimentos, embora o não consigamos, por ser o nosso tempo; devemos perguntar se este pensamento é só produto do capital? Se o poder político não está envolvido na cooperação? Ou se fora o poder político quem fomentara o projecto de desestabilização Europeu?
São perguntas legitimas que deveriam ser levadas a concelho Europeu, por forma a averiguarmos se os eurocratas democraticamente eleitos estão a governar para o povo Europeu? Ou se existe uma agenda secreta algures?
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Disse em artigos passados, e só acredita quem quer, que podemos escrever a nossa História colectiva. Contudo, se ficarmos de braços cruzados, outros a escreverão em nosso nome...nem mais nem menos...

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