30 abril 2011

Henrique Medina Carreira @ SIC Noticias 12-04-2011 Parte 2


Continuamos alegremente a acreditar numa nova máxima política que transmite a ideia de que quem nos aviso dos perigos do dia de amanhã, ou é nosso inimigo ou está a ficar senil. Pior ainda, o Estado perdera todos os mecanismos de controlo democrático de salvaguarda do bem público herdado. Não só é ilógico como inadmissível, e inexplicável, que um governo democraticamente eleito a prazo e reduzido no tempo do Estado, consiga fazer o que lhe dá na real gana, sem que o Estado, que é de todos e não de um governo particular - teoria política - tenha mecanismos eficazes de defesa intransigente desse dito bem público. Não se percebe que um governo de meia dúzia de anos possa de forma arbitrária subtrair ao Estado mais de 800 anos de História... Isto só significa, que todas as leis tendentes a assegurar o cumprimento de regras sãs para todos dentro do território são afinal leis destinadas a acções coercivas impostas aos cidadãos, em vez de garantir a integridade do todo, protegendo deste modo, não só o Estado secular como os cidadãos que o compõem...

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