06 abril 2011

Portugal

Chegou o tempo em que temos definitivamente de decidir o que queremos. Se queremos políticos incompetentes, se queremos continuara a representar, se queremos adiar a tomada de poder, se queremos apenas desabafar, escrevendo um pouco sobre este triste país; ou se queremos efectivamente assumir um papel preponderante no destino da nossa pátria colectiva. E este papel, devemos dizê-lo com determinação, não se compadece com falsos actos, com falsas teorias ou organizações, requer homens fieis, que sintam que o tempo histórico presente lhes pertence.
Hoje, mais do que nunca, Portugal necessita de homens determinados, homens capazes de subjugar o corrupto, de alterar as solidariedades existentes entre famílias políticas e famílias de sangue. Portugal precisa que nos levantemos contra a actual democracia da alternância governativa e da consequente transferência de responsabilidade política entre os dois maiores partidos. Portugal, mais do que nunca, apela de forma tímida a uma subversão inexorável da práxis. Enfim, Portugal precisa de nós, na nossa voz, da nossa energia, e da nossa concertada acção. Vamos todos dizer em uníssono que estamos vivos, e que estamos prontos para o que der e vier...

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