10 abril 2011

Será medo?

Dentro deste quadro português da não responsabilização governativa, permanece pelo menos um pensamento cada vez mais único, intocável, que afirma, a saber: que os administradores de empresas públicas, e titulares de cargos públicos saídos dos partidos são suficientemente capazes para justificar o lugar e o vencimento auferido.
O que nos diz a prática é precisamente o oposto. As empresas estão falidas, e o Estado está falido, e só não acontece em todas as empresas públicas, porque a protecção estatal vai ao ponto de permitir que os clientes não tenham mais alternativas dentro de um mercado que se diz concorrencial e livre; não poderia haver mentira maior e prejudicial para o bom desempenho da economia portuguesa, consequentemente, para as finanças públicas...

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