17 maio 2011

Esquizofrenia política IV

A esquizofrenia crónica de que padece o país já contaminara o FMI, ao ponto do seu director ter sido preso por alegada esquizofrenia sexual. Sempre afirmamos que a trama política se sobrepõe ao dever de servir o bem comum. Nada é ao acaso, e a história - nem que tenhamos de sermos nós a fazê-la - há-de encarregar-se de escrever sobre a verdade, isto é, sobre a necessidade do FMI, ou do FEEF, da necessidade da União Europeia, da necessidade da indexação das taxas de juro, da necessidade de manter a banca a salvo, de modo a que o sistema político, designado Democracia se mantenha de pé. É essa a única razão, quer dizer, se a banca internacional colapsar, todo o sistema político internacional entra em rotura.
Os analistas políticos e analistas das secretas de todo o lado, ainda não perceberam que o fim do sistema político conforme o conhecemos poderá estar perto, mais perto do que imaginam, como também não imaginam que no momento actual é muito fácil acelerar a queda do sistema sem muito alarido...nem muito esforço...
Neste sentido, considero que as análises que produzem sobre os perigos do presente devem também incidir sobre a análise da retórica do entretenimento político, bem como do radicalismo patente no actual sistema, consequentemente, na intransigente reforma política...

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