09 junho 2011

Central de Inteligência

Temos tido a coragem de dizer que a política portuguesa continua alegremente a praticar a oratória do entretenimento, como se o país conseguisse sair da crise só pelo simples facto de enumerar as razões da tragédia.
Temos também insistido na teoria confirmada pela prática, de que o poder político tem sido repartido por duas famílias, uma política, e a outra, aristocrata.
Neste sentido, o princípio inscrito na constituição que consagra a soberania do povo (artigo 3.º), é meramente decorativo, uma vez que não acrescenta nada, para além, obviamente, da existência da doutrina democrática.
Contudo, temos por outro lado escrito, que essas duas famílias, controlam todas as funções decisórias do Estado Português, impedindo desta forma menos democrática a ascensão e a mobilidade social dos restantes cidadãos...
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Consideramos que estão reunidas as condições para criarmos uma Central de Inteligência, cuja missão já está escrita, mas que permanecerá por ora oculta - no próximo artigo apenas revelaremos, coisas do deus Tot, a sigla da futura central...

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