03 junho 2011

Revolução latente..

Artigo 3.º
(Soberania e legalidade)
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
Constituição da República Portuguesa
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Depois da ajuda financeira internacional concedida pelo FMI e pelo FEEF, e de Portugal ter de implementar medidas de controlo orçamental inscritas no memorando de entendimento assinado pelo Estado português, pelo FMI, pelo FEEF e pela Comissão Europeia, temo que a soberania seja algo do passado, apenas inscrita na Constituição para português ler e historiador confirmar... Temo também pelo futuro da Pátria, do futuro das gerações, descendentes do português glorioso de outros tempos. Temo acima de tudo pelo futuro dos actuais jovens, homens do amanhã.
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No entanto, aqui fica o aviso em forma premonitória, escrito, com data e hora, para MAI e ITIJ, e companhia, analisarem, e produzirem como prova.
Se o país no futuro entrar em banca rota levado pela incompetência do governo em normal exercício de funções, garanto-vos que faremos tudo o que estiver ao nosso alcance de modo a providenciar soluções alternativas de poder, válidas e capazes de elevar de novo o nome de Portugal para além do futebol...
Neste sentido, aqui deixamos um aviso sério ao Estado, ou muda de vida, ou mudamos de Estado, mais claro não podemos ser...
Só quem age é que inscreve o seu nome nos umbrais da História da Humanidade...

3 comentários:

Carlos Portugal disse...

Tem toda a razão, Caro Tot. Aliás, a maior parte da «divida» é virtual, fabricada pelos globalistas e pelos seus assalariados no travestismo de governo que temos tido.

O seu post recorda-me o episódio ocorrido a 1 de Dezembro de 1640, quando D. Antão de Almada e os seus conspiradores se dirigiam para o Terreiro do Paço e foram interpelados por um nobre que perguntou a D. Antão ao que ele ia. Este respondeu:

- Vou ali mudar de rei e já volto!

E mudou.

Por isso, pela sua acção patriótica e heróica, ficou na História, tal como o Caro Tot muito bem escreve.

Cumprimentos.

Skedsen disse...

Esse artigo 3ºque refere é uma mentira desde a sua criação. Nunca, efectivamente o povo exerceu qualquer tipo de soberania, e como muito bem sabemos o sufrágio universal nunca serviu para isso, nem serve. Esta revolução latente, tem de ser antes de tudo, revolução no verdadeiro sentido da palavra. É preciso uma reorientação do pensamento e conseguir perceber que esta democracia é falsa, derivou para partidocracia, cleptocracia e plutocracia. Só quando este pontos forem bem compreendidos é que qualquer revolução poderá ter sucesso. Saudações.

Tot disse...

Caro Carlos, quem não age por medo ou simplesmente com conveniência, por vezes conveniência de nada, na medida em que são números que justificam as funções decisórias de quem está no poder que não vemos nem temos acesso..., jamais verá o seu nome inscrito na história...

Cumprimentos

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Caro Skedsen
o que me diz não é novidade, todavia, é quase o dogma abordar este assunto ao comum dos mortais, por estes estarem convencidos, de que assim está melhor...
Portanto, como diria o Carlos em cima, vamos ali é mudar o sistema, e deixamos, palavras minhas a explicação para depois...

Cumprimentos