18 julho 2011

Democracia de fingimento II

O título deste artigo remete-nos para uma realidade bem portuguesa, que assenta na dissimulação constante que o governante faz sempre que é sufragado para governar...
Dito isto, devemos exigir ao novo governo que mostre, se já fora elaborado, a auditoria exaustiva às contas públicas de modo a podermos avaliar a necessidade de cobrança coerciva, pois não tem outro nome, de um imposto extraordinário cobrado em sede de IRS no subsídio de natal.
Voltamos ao tema por considerarmos que a austeridade pedida aos portugueses deve consubstanciar realidade financeira com realidade política, de modo a que todos os cidadãos, nomeadamente aqueles que com os seus impostos mantém o país vivo, possam aferir das medidas tomadas. O que significa, que o governo, deveria, antes de tomar uma acção coerciva concreta, tornar pública a auditoria feita pelo FMI, de modo a percebermos como estão na realidade as contas públicas... Uma vez que parece não existir nenhuma auditoria interna digna desse nome...
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