14 outubro 2011

Mentira democrática...

Consideramos demasiado grave o Orçamento de Estado para 2012. Percebemos que é mais fácil aplicar medidas avulsas, destinadas  ao universo da função pública, incluindo obviamente as empresas de capital público, por ora, por forma a controlar os efeitos catastróficos que poderão ocorrer socialmente, nomeadamente, com manifestações e alterações da ordem pública. Consideramos também, que qualquer manifestação de desagrado levada a cabo pelo cidadão, é da inteira responsabilidade do governo, na medida, em que é o governo, que pela via da lei, rouba o cidadão, e para que não ajam dúvidas, dissemos roubar.
O que agora vai ser aplicado aos funcionários públicos vai ser aplicado a todos. O governo só precisa de nomear um qualquer desvio colossal nas contas públicas para poder aplicar o que lhe vai na republica gana.
Temos afirmado neste espaço livre, que em Portugal, a mentira política é uma epidemia que afecta quem se aproxima do poder político e quem nele pousa. 
Neste sentido, consideramos estarem reunidas as condições necessárias a uma alternância de poder, poder que por ora, o cidadão não pede, por considerar que ainda vai estando bem, mas que clamará no futuro; e aí, estaremos disponíveis para tomar o poder, pelos meios que acharmos mais adequados à circunstância história presente de Portugal...

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