30 junho 2011

Governo

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O que nos preocupa neste momento histórico de Portugal, não é este programa, que podemos concordar ou não, achar ou não necessário, na medida, em que as famílias políticas e famílias de sangue continuam a dividir o poder e a riqueza produzida no Estado. A nossa preocupação é de outra ordem, e pode-se resumir à execução das chamadas medidas de austeridade; o que desde logo impõe uma pergunta muito simples: e se as medidas de austeridade inscritas no programa de governo falharem?
Essa deve ser a preocupação fundamental, porque pode decidir do futuro de Portugal. Futuro esse que tomaremos nas mãos caso seja necessário...pelo método que considerarmos o mais adequado à circunstância futura...
Esta espera permite-nos avaliar calmamente a estratégia, de modo a que o primeiro embate seja decisivo...inexorável e inesquecível...

28 junho 2011

SAS

Obra de leitura obrigatória para operacionais e não só, na medida em que o mundo moderno vai assistir a mudanças bem bruscas...
Na Europa, já existe um país em que os seus cidadãos já fazem boicote às portagens e aos meios de transporte, indignados com as sucessivas austeridades e incapacidades governativas impostas pelos profissionais da política...
Estejamos ao menos preparados para enfrentar a mudança de poder...

26 junho 2011

CNPD

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Diz a dita comissão que: as informações respeitantes a eventuais acumulações de deputados são dados pessoais...
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Nós não percebemos nem queremos entender que um deputado sufragado e eleito pelo povo, seu soberano, segundo o artigo terceiro da Constituição da República Portuguesa, "não disponibilize" a sua informação fiscal e ou laboral. Esquecera-se a comissão, enredada em leis, que a Democracia participativa não se resume ao acto de eleger o representante, ela, a Democracia, obriga a que o representante do povo responda perante ele, o que significa, que sendo o povo soberano, é a este em último caso que se lhe deve prestar contas, na medida em que se obstar tal pedido, a dita soberania está posta em causa, o que equivale a dizer, que a Democracia deixa de ter sentido à luz da constituição...como parece já não ter muito sentido à luz do dia-a-dia da pátria que a vira nascer, copiada de outras tantas que existem por esse mundo fora...

24 junho 2011

O Estado lastimável...

Ora aqui está uma excelente reflexão que ajuda na compreensão da incapacidade da política actual, em resolver os problemas domésticos. Devemos acrescentar que Luís Marques Mendes é militante do PSD, partido que também ajudara na feitura do défice e da desmesurada despesa pública. Embora devamos afirmar que o governo de Sócrates fora o campeão do referido défice e do aumento brutal da despesa pública.
Neste sentido, resta-nos confirmar que a Democracia actual acabará por nos levar à insolvência colectiva, sem que nenhum responsável tenha ou venha a ser detido sob a acusação de alguma inspecção entretanto levada a efeito para se determinar o dolo e responsabilidade da falta de dinheiro nos cofres do Estado.
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Uma última ressalva, para inspector analisar e dormir sobre o assunto: toda a dívida pública é pública?

20 junho 2011

Democracia ilusória...

A existência de uma Democracia é tão falsa como a premissa que permite concluir que dois mais dois são cinco. Não existe Democracia, como não existe Estado; o que existe, são dois conceitos elaborados a partir de quem detém o poder de modo a permitir a continuação do dito sistema estabelecido. Existiria Democracia se o poder fosse efectivamente do povo; existiria Estado se a justiça que o sustém fosse universal, isto é, aplicada a todos de igual modo, independentemente da sua posição na sociedade, bem como a sua relação com o poder, portanto, o Estado contemporâneo apenas confirma o que está estabelecido, de modo a preservar o poder de meia dúzia, através do controlo coercivo do pensamento e da mobilidade social impostos a todos...

17 junho 2011

Princípios de Sabedoria e Estratégia

O título deste artigo é o subtítulo da obra de Takuan Soho, Espírito Indomável. Este livro fora lido em 2003; significa que temos vindo a cimentar o nosso conhecimento de modo a podermos dar consistência à Central. Nada nasce do nada. Nem parece que a inteligência se faça de nadas... Como alguns querem fazer passar, para que possam andar por aí de cabeça erguida mas sem nada la dentro...

13 junho 2011

Servidão voluntária

Este pequeno ensaio de La Boétie é tremendamente actual, apesar de ter sido pensado para o feudalismo.
Concordamos em parte com Platão, nomeadamente no que diz respeito ao exercício físico e ao tempo que deve ser dedicado ao pensamento, se preferirmos, à inteligência.
Neste sentido, existem livros de leitura obrigatória para quem quer ascender ao cume da inteligência, não só os clássicos, que deverão ser lidos e entendidos, como aqueles livros tidos por necessários para formar um bom carácter, como o que apresentamos aqui, devem ser lidos e relidos, coisa que fizemos (lido em 1997 e relido em 2011). Só deste modo podemos aceder à inteligência que entendemos ser a mais adequada ao nosso propósito...
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São, pois, os próprios povos que se deixam oprimir, que tudo fazem para serem maltratados, pois deixariam de o ser no dia em que deixassem de servir.
La Boétie
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Como diríamos, este pequeno ensaio encerra algumas verdades sobre a servidão voluntária, que aqui não se reproduzem, por considerarmos que cada um deve percorrer o seu caminho, o que equivale a dizer, que deve, se quiser, ler o livro.
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Como prometido no último artigo a propósito da revelação do nome da Central de Inteligência; afirmamos convictos que este dia e os que se seguirão, determinam um evento importante em 868 anos de História de Portugal, o que significa, que estamos efectivamente a escrever história. Por agora, apenas revelaremos a sigla, como prometido, da Central de Inteligência: SISD.
Boas leituras...

09 junho 2011

Central de Inteligência

Temos tido a coragem de dizer que a política portuguesa continua alegremente a praticar a oratória do entretenimento, como se o país conseguisse sair da crise só pelo simples facto de enumerar as razões da tragédia.
Temos também insistido na teoria confirmada pela prática, de que o poder político tem sido repartido por duas famílias, uma política, e a outra, aristocrata.
Neste sentido, o princípio inscrito na constituição que consagra a soberania do povo (artigo 3.º), é meramente decorativo, uma vez que não acrescenta nada, para além, obviamente, da existência da doutrina democrática.
Contudo, temos por outro lado escrito, que essas duas famílias, controlam todas as funções decisórias do Estado Português, impedindo desta forma menos democrática a ascensão e a mobilidade social dos restantes cidadãos...
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Consideramos que estão reunidas as condições para criarmos uma Central de Inteligência, cuja missão já está escrita, mas que permanecerá por ora oculta - no próximo artigo apenas revelaremos, coisas do deus Tot, a sigla da futura central...

05 junho 2011

Queen | The Show Must Go On


Tememos que a partir de amanhã o show persista, que a oratória do entretenimento persista, que o folclore político persista, que a mentira da democracia para todos persista.
Afirmamos convictos que as funções decisórias do estado irão permanecer nas mesmas mãos, o que equivale a dizer, que permanecerão no seio das duas famílias que controlam o estado, a saber: famílias de sangue, herdeiras das tradições monárquicas, e das famílias políticas, dadas à luz pelo republicanismo...
Dito isto, todas as eleições tidas por democráticas não são mais do que transições de poder entre famílias acima aludidas, sufragadas pelo voto popular.
Ora aqui está a grande ilusão dos tempos modernos...

03 junho 2011

Revolução latente..

Artigo 3.º
(Soberania e legalidade)
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
Constituição da República Portuguesa
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Depois da ajuda financeira internacional concedida pelo FMI e pelo FEEF, e de Portugal ter de implementar medidas de controlo orçamental inscritas no memorando de entendimento assinado pelo Estado português, pelo FMI, pelo FEEF e pela Comissão Europeia, temo que a soberania seja algo do passado, apenas inscrita na Constituição para português ler e historiador confirmar... Temo também pelo futuro da Pátria, do futuro das gerações, descendentes do português glorioso de outros tempos. Temo acima de tudo pelo futuro dos actuais jovens, homens do amanhã.
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No entanto, aqui fica o aviso em forma premonitória, escrito, com data e hora, para MAI e ITIJ, e companhia, analisarem, e produzirem como prova.
Se o país no futuro entrar em banca rota levado pela incompetência do governo em normal exercício de funções, garanto-vos que faremos tudo o que estiver ao nosso alcance de modo a providenciar soluções alternativas de poder, válidas e capazes de elevar de novo o nome de Portugal para além do futebol...
Neste sentido, aqui deixamos um aviso sério ao Estado, ou muda de vida, ou mudamos de Estado, mais claro não podemos ser...
Só quem age é que inscreve o seu nome nos umbrais da História da Humanidade...