29 setembro 2011

Polícia

http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=2025730

No link que em cima se disponibiliza, pretende-se que a sua visualização demonstre que a autoridade do Estado está ferida, na medida em que os seus fiéis agentes se rebelaram contra o próprio Estado, que para além de já estar meio insolvente, agora parece querer ficar com a sua autoridade diminuída...
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A Democracia tem destas coisas...

27 setembro 2011

Ministro das Finanças...

Sempre que um ministro das finanças é empossado na função, acha-se o salvador da pátria, o que não deixa de ser um contra-senso, se pensarmos nos ministros que já passaram pelas finanças no pós 25 de Abril.
Não só se acha o salvador, como deduz que está acima de, é capaz de, quando na verdade, quando sair, acontece como com todos tem acontecido, isto é, as finanças estarão pior do que quando fora empossado na função.
Mas vamos ao que nos levou a escrever estas palavras: afirmara à dias o excelentíssimo senhor ministro das finanças, alegadamente o mais académico cá do burgo, que o aumento da taxa do IVA de 6 para 23% nas facturas da EDP e do GÁS era uma prática quase comum nos países europeus...
Esquecera-se, o mais douto doutor de um país quase insolvente, que nesses países europeus a prática é também seguida noutras actividades, e para doutor mais sábio perceber que afinal não sabe assim tanto, damos apenas um exemplo que deve ser significativo e irrefutável pela inteligência de senhor doutor, e esse exemplo, podemos encontrá-lo nos mais diversos valor pagos pelo salário mínimo em vigor nesses países ditos mais civilizados e aos quais sua senhoria fora socorrer-se para fazer uma triste analogia, ou se preferirmos, uma analogia de trazer por casa. 
Suíça -  2.916,00€
Luxemburgo - 1.757,56€
Irlanda - 1.653,00€
Bélgica - 1.415,24€
Holanda - 1.400,00€
França - 1.377,70€
Espanha - 748,30€
Portugal - 485,00€
Não é preciso ser-se um bom académico para perceber a disparidade existente entre os países ditos desenvolvidos, onde dizem estarmos, para concluirmos que afinal a mentira da analogia é só para quem estiver distraído, ou para quem não souber fazer contas, o que parece ser um mau hábito nestes últimos anos de Democracia na "pasta" das finanças...

24 setembro 2011

Wikileaks

Como diz a frase contida na fotografia: é tempo para abrir os arquivos; que no nosso caso, é tempo de falar verdade, revelar os documentos dos serviços de informação e do ministério público, onde se prova com clareza a responsabilidade cível e criminal de alguns governantes, no que diz respeito à dívida publica do país...
Virá o dia em que, aqueles que ajudaram a suportar estes políticos de meia tigela, também serão responsabilizados, levados a tribunal por ocultação de provas. E o nome desses ou dessas instituições contrárias ao próprio estado de direito, apenas serão revelados quando assim o entendermos... Por considerarmos que o momento actual ainda se vai degradar mais, devido precisamente a esses maus políticos e seguidores exemplares...
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Existe neste país uma prática sobejamente conhecida por quem conhece os meandros da trama, que concerne ao facto de só ser motivo de prova o que convém, isto é, o que convém ao que está em cima, dito de um outro modo, ao que detém o poder, mesmo que seja momentâneo... 
Esta afirmação não é fortuita, fora confirmada na prática, numa empresa pública com 490 anos de história... E mais não dizemos por ora para não provocar maior indisposição...

22 setembro 2011

Cidadania

A cidadania implica um esforço considerável, uma vontade quase inquebrável,  um ritual diário de paciência, de diligência e serviço à causa comum. 
Contudo, a cidadania, para quem não sabe, faz com que Homem esteja activo, consciente, desperto, inserido no seu tempo e espaço.
Esta vivência sã da cidadania permite-lhe, e aqui reside o verdadeiro segredo de comunhão com os outros, permite-lhe aceder a outro patamar da existência pessoal e colectiva, possibilitando deste modo simples que o Homem escreva a sua própria História, sem intermediários ou falsos mestres ou até pseudo pedagogos...
Em suma, a cidadania está para o homem como a vida está para o Ser!!!

20 setembro 2011

Mentiras colectivas...

Temos afirmado neste nosso meio humilde espaço, que agora tem direitos de autor para o deus Tot, que em Democracia parece existir o mau hábito de tratar os cidadãos como meros reprodutores de asneiras cometidas no topo da hierarquia estatal.
Mas como se isso não fosse suficiente, ainda temos de pagar cada irresponsabilidade governativa feita em nome da Democracia, logo, em nome do povo, ou o que isso possa representar...
Mas para cumulo dos nossos pecados mal realizados, ainda temos de ceder parte do décimo terceiro mês para pagar dívidas vizinhas desconhecidas, que ninguém ousou ainda por em papel para povo ler...
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Os desvios orçamentais ocorridos na Madeira, são maiores do que o valor que o Estado vai arrecadar com o imposto extraordinário cobrado coercivamente no décimo terceiro mês, o que significa, que a mentira político partidária tem vários nomes, e parece oscilar sempre que o povo é levado a sufragar  sobre quem não conhece, mas que diz conhecer muito bem, depois de ter visto os dentes numa ou noutra campanha eleitoral...
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Mas não é tudo, temos ainda o primeiro-ministro que se desloca em carro de muito luxo, tipo seis estrelas, num país pobre, quase insolvente, quase resignado ao deixa andar, ao diz que diz, ao entretenimento diário da oratória político partidária que continua a alimentar as solidariedades existentes entre famílias políticas e famílias de sangue...

16 setembro 2011

Democracias a brincar...

A conjuntura económica internacional tem revelado a incapacidade de gestão dos dinheiros públicos, por parte de quem é eleito para o fazer, independentemente da origem partidária... 
O caso Grego é revelador de muitas tramas democráticas, de mentiras urdidas em nome da Democracia, e que infelizmente, desembocaram na insolvência do Estado...
Lá como cá, as solidariedades políticas continuam a justificar o saque, a contínua mentira, a artimanha do aumento dos impostos, de modo a esconder a divisão contínua das funções do estado entre partidários do sistema...
Não se percebe que sendo o Estado pobre, continuem a haver funções, muitas funções ricas dentro do Estado, como se a dita justificação de ser bom académico servisse para aumentar o valor pago pelo desempenho da função... A mentira é tão grande que ficamos siderados perante o interesse manifestado pelo bem público; ou será pelo que a função possibilita, seja enquanto detentor, ou mesmo após a detenção... (e alguns bem precisavam de ser detidos)...

14 setembro 2011

Democracia ilusória

O défice público esconde anos de trama, de mentiras, de jogos de poder, de dinheiro desviado, dinheiro que o tribunal de contas tenta seguir o rasto, dinheiro canalizado para os amigos.
O défice público esconde a pouca vergonha da política caseira, do diz que diz, da ameaça, das solidariedades entre famílias políticas e famílias de sangue.
Este défice público esconde também o drama de um país triste, abandonado á sua sorte, que bem entendido, concorda com a sorte de quem tem poder... Esconde a vergonha de quem já segue rendido quem nunca nada vez...
O défice público esconde enfim as assimetrias entre quem domina e quem é dominado, de quem tem duplicado o seu vencimento público com a mudança estratégia do nome da função, e de quem continua a viver de esmolas, agora ainda mais reduzidas pela pseudo crise internacional...

09 setembro 2011

Segurança e Defesa da Democracia...

Produz-se muita teoria sobre como preservar e assegurar a continuidade da democracia nos dias de hoje, face às relações de inter-dependência regional e internacional, mas produz-se pouca informação sobre os problemas domésticos decorrentes da governação, tendo em conta a situação financeira internacional.
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Convém salientar que o esforço de orçamentação imposto pelo governo advém do facto de o anterior governo ter investido sem se preocupar com o orçamento geral do estado. A haver uma divisa, diríamos que o anterior governo desbaratava dinheiro como se não houvesse amanhã.
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Fiz esta ressalva, de modo a podermos perceber quão ténue é a fronteira de segurança e defesa, no que concerne à segurança interna; isto é, não tem muito sentido produzir informação sobre movimentos com meia dúzia de pseudo militantes, quando um só governo compromete financeiramente o futuro de todo um povo, introduzindo o problema de possíveis convulsões sociais decorrentes de medidas erradas tomadas sem preparação durante uma legislatura.
Significa que dirigimos, ou dirigem o olhar para tensões facilmente controláveis, em vez de assegurarem a defesa da nação por intermédio de controle da estratégia governativa imposta coercivamente a todos sem que os serviços exponham as tramas que permitem que um dado governo possa numa só legislatura não só destruir o país financeiramente, como propiciar condições sociais e políticas que podem a qualquer momento eclodir  em revoltas de desagrado contra um sistema que não se soube nem quis controlar...
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Dito isto, devemos concluir que a crise financeira que o estado atravessa, deriva de um problema de gestão bem simples, que assenta naquela velha máxima que afirma que só se deve gastar o que se tem, de modo que quem fizer o contrário, sofre as consequências, tal como as que agora estamos a sentir, impostas pelo exterior, o que é ainda mais grave do que suporíamos, na medida em que o governo, ou os governos, ocultam o real défice público, logo, ocultam do povo o total da dívida, que neste caso coincide com o dinheiro gasto sem que houvesse sentido de estado ou sequer interesse em manter a coesão social intacta, perigando deste modo quase infantil a segurança interna de um país com mais de oito séculos de existência...

07 setembro 2011

Segurança e Defesa

É preciso assegurar a informação do presente, de modo a preparar a chegada do futuro.
Os serviços de inteligência devem estar intransigentemente ao serviço do Estado democrático, nunca ao serviço de governos passageiros que tentam estender os seus tentáculos às funções operacionais.
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Revista de leitura obrigatória para quem deseja perceber o pensamento teórico produzido sobre a Segurança e Defesa...

06 setembro 2011

Austeridade...

Em nome da austeridade, o governo parece ter encontrado a galinha dos ovos de ouro, dito de uma outra forma mais simpática, parece ter encontrado uma via directa de ataque sem precedentes à classe média, o que significa, que ataca aqueles que usualmente pagam impostos, e que deste modo sustentam o Estado, e quem dele se alimenta.
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Temos afirmado que a exploração de cada função é levada ao limite, sem que aja no dito Estado mecanismos internos de auto-regulação limitadores do saque dos dinheiros públicos.
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Era bom que o Estado, tido como pessoa de bem, ou o que isso possa representar, contabilizasse o número de funções que todas as legislaturas são exploradas pelos políticos, gestores de empresas públicas e amigos...
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Pensamos que aludir constantemente à crise não resolve o problema da crise, a não ser que se queira atingir determinado fim, pelo meio que é o recurso sistemático à crise...