29 dezembro 2011

Assembleia da República

É interessante a análise da organização Transparência e Integridade, sobre a ética que veste alguns representantes do cidadão, eleitos para o parlamento.

Citámos: escritório de representações.

28 dezembro 2011

Democracia...

Continua a oratória do entretenimento e o folclore político. A austeridade imposta aos cidadãos pelos políticos que dividem o poder desde o 25 de Abril de 1974, ainda não foi igualmente imposta a si mesmos. Ainda não perceberam que um dia, aparecerá alguém capaz de o fazer, mesmo com retroactivos, na medida em que a justificação para o fazer, advém do facto de se perceber que os actuais políticos vivem de solidariedade em solidariedade, sem cuidarem do bem comum nem se preocuparem com o bem-estar do cidadão que teve a coragem de os eleger...

26 dezembro 2011

NSA

O próximo ano irá ser dedicado à iniciação, tendo em conta que a inteligência aplicada à informação, requer constante aprendizagem, constante renovação e actualização de conceitos.

Este é um tempo novo, de oportunidades, de escolhas e de mudanças...

19 dezembro 2011

Demagogia II

Já não chegava a oratória do entretenimento e o folclore político, agora temos o incentivo institucional verbalizado no, a saber: emigrem se fazem o favor e chateiem o menos que puderem...

17 dezembro 2011

Demagogia

Não temos escrito muito sobre as diabruras do governo, não porque acreditamos no que dizem, mas por manifesta falta de tempo, e até aqui, estamos mais à frente do que o governo, isto é, já tínhamos diagnosticado muito mais cedo o verdadeiro problema, cujas raízes são mais extensas e variadas do que se pode supor. No entanto, como também tínhamos dito, consideramos que o governo, eleito por mais de dois milhões de votantes, parece ter descoberto a galinha dos ovos de ouro, que são, a saber: todos os cidadãos que se incluem dentro da classe média e classe média alta. Todavia, antes de o governo o ser, já esta classe média trabalhava, pagava impostos, era diligente no seu labor diário, e sustentava o país, os políticos de trazes por casa e os malandros do sistema, sejam estes malandros pobres, sejam estes malandros ricos. Alimentamos uns e outros, sem esmorecer, até que o novo governo apareceu para reduzir o nível de vida da classe que eles outrora quiseram fazer parte...

Dito isto, e para não nos alongarmos mais por hoje, afirmamos, como no passado, que o deus Tot tem direitos de autor, logo, o que diz, fá-lo consciente de que as palavras escritas podem induzir alguns espíritos menos esclarecidos em erro. Assim sendo, reafirmamos: este governo, tal como o seu predecessor, pratica a oratória do entretenimento e o folclore político, de modo a que o cidadão se distraia com questões menores e acessórias, sem se aperceber que está a ser iludido, ludibriado e enganado. Se estivermos enganados, digam...

Abram os olhos mortais...

14 dezembro 2011

Democracia...

A crise económica, social e política, advém do facto de haver mais do que uma concepção de estado, isto é, cada vez que um partido é chamado a formar governo, tenta contra toda a lógica de estado, impor a sua perspectiva, mesmo que esta esteja completamente errada, ou no pior dos cenários, vá mesmo contra o estado e seus cidadãos. Dito isto, não parece fazer muito sentido que se continue a brincar às democracias como se de um jogo qualquer se tratasse...

12 dezembro 2011

Criptologia

Um verdadeiro serviço de informações, nomeadamente, a Central de Inteligência, tem de ter formas seguras de comunicar, de transferir informação autêntica sem o risco associado à contra-informação. Deste modo, consideramos necessário e urgente a adopção de um sistema novo de controlo de informação que proteja os dados disponíveis utilizados pela Central...

06 dezembro 2011

SISD

A 23 de Agosto de 2011, divulgamos a missão dos SISD. Que se ocuparia da análise científica dos  poderes e suas solidariedades, apenas no território nacional.

Com o SSI pretendemos ir mais longe, de modo a que nenhuma análise interna ou externa fique por realizar.
O tempo contemporâneo é um tempo onde vamos assistir a mudanças profundas no tecido económico e social, que se irão repercutir  inexoravelmente no aspecto político. Nada permanecerá como dantes, o que significa, que a análise dessas relações de poder e solidariedade devem ser tidas em conta, se queremos ser partícipes ou agentes da mudança.

Posto isto, provavelmente, e ainda no decorrer do presente ano, divulgaremos o símbolo da Central de Inteligência.

05 dezembro 2011

A verdade nua a crua...



Aqui, descobrimos que a mentira é tão doce como um pouco de marmelada... E que os políticos costumam mentir com os dentes todos..

Descobrimos também que afinal não era preciso roubar o décimo terceiro e décimo quarto mês aos funcionários públicos, funcionários de empresas públicas e aposentados...

A mentira, neste país de brandos costumes parece não ter fim nem rosto... A cada novo dia que passa confirmamos a nossa tese, aquela que afirma que a mentira sustentada pelo poder político é contrária aos interesses do cidadão eleitor... 

01 dezembro 2011

1 de Dezembro de 1640

A restauração da independência levada a cabo em 1640 aparece-nos hoje como mero elemento da história de Portugal, na medida em que no período actual, o poder político apenas lhe dedica escassas palavras, numa retórica de puro entretenimento, e de desrespeito pelos 868 anos de história que a Nação Lusa já possui, por mérito próprio e sem interferência externa...

Neste dia, pelo menos uma reflexão deveremos fazer, colocando uma questão de interesse nacional, e não político ou partidário. A saber: queremos continuar a ser portugueses legítimos? Ou queremos ser diluídos numa Europa sem rumo e ainda à procura de líderes capazes de dar e impor algum sentido à história dos povos europeus...?

A nossa a escolha já está feita, independentemente da contemporaneidade. No entanto, pensamos que os 868 anos de história já deveriam ser suficientes para justificar um debate profícuo e sincero sobre a perca de independência política e económica que o país atravessa sem pestanejar nem se quer esboçar um mero grito de indignação...