28 junho 2012

Divinos ou mortais?

Um simples arrepio que se sente na espinha, e depressa compreendemos o alcance inimaginável da nossa vivência, da possibilidade de se sentir a vida a fluir pelas nossas veias, como se Deus quisesse que fossemos únicos. 
Olhamos em frente com tudo a que temos direito, vemos, ouvimos, sentimos, agarramos e gostamos. Deus ou o que possa isso representar, presenteou-nos com esta vida, com esta experiência intraduzível, como se fossemos também nós seres divinos, capazes de nos transmutar, de perdurar na história das gentes e do mundo e capazes de honrar com a mais terna piedade filial a possibilidade de sermos mais, vivermos mais e sentirmos mais...

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