06 agosto 2012

Hiroshima

6 de Agosto de 1945

5 comentários:

sancho disse...

Morreu muita gente e muita coisa, nesse dia.
E morte é morte. Ressurreições, só a de Cristo, nada que me importunasse se o fôra neste caso, mas factos são factos.

Atente bem é que o Alberto, como bom súbdito de David, pediu a encomenda como convém a Pilatos: "olhe que se pode fazer... não é que a queira feita, mas já agora faz-se assim e assim".

Porque há vinganças que pesam na consciência. Mas ironia do destino, a incompetência do Adolfo como estratega político-militar (pós 1942), valeu-lhe salvar a Alemanha do cogumelo semita.

Carlos Portugal disse...

Há um erro grave nessa análise, Sancho... O projecto Manhattan falhou, pois a bomba americana que explodiu em Alamogordo a 16 de Julho de 1945 não estava operacional (era demasiado grande para caber no porão de um bombardeiro e demasiado instável, podendo detonar na descolagem). As que os américas lançaram sobre o Japão, a 6 e a 9 de Agosto de 1945, eram alemãs, capturadas. O comandante do projecto alemão de Haigerloch (onde a Alemanha enriquecia urânio num reactor operacional desde 1941 e ainda hoje visitável como museu) recusou-se a lançar as bombas sobre cidades civis, apenas detonando experimentalmente uma na ilha de Rügen, no Báltico, em 1943, e outra sobre o 19º Exército soviético, que avançava para o Reich, em 1944. O 19º Exército, é claro, deixou de existir...

Mas os Aliados não tiveram tantas considerações de consciência, e aproveitaram as bombas capturadas para as lançarem sobre o Japão...

Tot disse...

Caro sancho,
deduzo que o amigo Carlos lhe tenha respondido, mesmo sem lho pedir.

A inteligência não precisa de ordem, ou sugestão, aproxima-se da sua semelhante...

Cumprimentos aos dois

sancho disse...

Carlos, foi pela prática dizer o mesmo que eu. Vai uma volta maior, mas dá no mesmo.

A guerra foi perdida pela Alemanha. O que é retirado de terreno inimigo conquistado, é posse do conquistador, desde os primórdios (desde as mulheres às bombas atómicas).

Desde o início do século XX que o poder na América é defensor dos Judeus, anti-ariano, pró-maçónico. Quer provas? Digo-lhe dois nomes: Wakeman e Goodman-Croly, os inventores da nossa "realidade alternativa" contemporânea (Obama, Beyoncé e mais não sei quê). Mas se quiser mais concreto que isto, acredite que há imenso por onde "vasculhar".

O que me disse não é novidade nenhuma, no fundo. Acabou por me dizer que a Alemanha teve os meios mas não a frieza de mente para executar a acção. Pois saiba que nos '30 se sabia bem que os Judeus nunca temeram os meios e que têm os seus fins bem estipulados. Nos dias de "hoje" é que todos preferem fingir que assim não é.

Que o Alberto escreveu a dita carta, também é facto sabido e incontestado.

Entristece-me ainda mais a falência dos projectos experimentais alemães do fim de guerra, particularmente, o Glocke, que está nas mãos erradas há imenso tempo, e sem ninguém se aperceber, tem moldado os últimos 40 anos de política mundial (já ouviu falar de HAARP? E disso do aquecimento global? E que tal uma rica desculpa para ter uma arma meteorológica por ressonância electromagnética, com focagem por cristais de prata, que até o comum agricultor usa, sem ninguém o "chatear"?).

Andou por aqui um grande entendido nestes assuntos (até foi quem me recomendou o blog), que lamento imenso que não diga (e apareça) publicamente mais, mas percebo porque não o faz.

Aliás, embora seja a modéstia um pecado nietzschiano, considero-me um mero curioso e invejo quem sabe mais do que o óbvio e o publicitado.

Tot disse...

Caro sancho,
folgo muito em tê-lo por aqui de novo.

Porque me preocupo com os meus leitores, consegui suster algum ímpeto de monitorização que os nossos amigos dos EU estavam aqui a realizar... embora o tentem fazer di um outro modo menos descarado...

Há uma citação de Nietzsche que costumo parafrasear, por não saber qual a obra nem o nº de página, uma vez que tento decorar tudo.

"Os fracos vencem os fortes pela astúcia"...

Penso que a frase diz tudo... Se nós tivessemos os homens, caro sancho, já o Estado estava a ferro e fogo...

Cumprimentos