29 setembro 2012

Blogue - A insustentável beleza dos seres

Cito e parafraseio o blogue - A insustentável beleza dos seres, a partir do seu artigo:
ISLÂNDIA – a revolução silenciada! Mas vitoriosa!, publicado a 26 de Setembro de 2012.

O artigo diz-nos que na Islândia, o cidadão soube dizer basta, soube dizer aos políticos e afins, que a dívida feita pelo governo e banqueiros era uma dívida deles, e não do cidadão. E que por via desse facto, eles deveriam ser responsabilizados, e que o cidadão não iria pagar uma dívida que não é sua, mas que fora feita em seu nome.

Aqui, deveríamos fazer o mesmo, mas prender de imediato políticos e banqueiros, e todos aqueles que defendem que o cidadão deve pagar a dívida que não contraíra. Esses, são iguais aos primeiros, porque sustentam e ajudam na formatação de um ideal que afirma que a dívida dos políticos democratas deve ser paga pelo suor e sangue dos cidadãos.

Não agir, não dizer basta, não dizer já chega, é o mesmo que permitir que a farsa continue...

Revolução já!!!

24 setembro 2012

Revolução violenta...

Tememos que a revolução tenha de ser violenta. E dizê-mo-lo não por capricho nosso, mas porque parece haver por parte do governo alguma desfaçatez, alguma inconstância e incompetência para governar Portugal, dito de um outro modo, para gerir os impostos pagos pelos cidadãos portugueses.

Pessoalmente, já não temos mais discursos de entretenimento ou de simples adiar de uma transformação urgente da sociedade. Estamos convictos que o presente, é o momento certo para operar a revolução violenta de transmutação da sociedade, consequentemente do sistema político... 

Esperar pelo dia de amanhã, poderá ser tarde de mais. Se tomarmos o poder, os políticos serão imediatamente responsabilizados pelo que se está a suceder no país, serão julgados e obrigados a pagar a dívida que contraíram em nome do povo...

Alguns serão presos, para servirem de exemplo. Outros, se não justificarem a proveniência dos seus bens, ficarão com os bens apreendidos até confirmação da proveniência ou da presunção de inocência.

Enquanto continuamos a escrever sobre a crise, sobre as medidas de austeridade, o governo desgoverna-se, mas governa-se para os seus detentores...

Só pela via da revolta contínua, se conseguirá transformar Portugal...

Estamos à espera de homens dispostos a assumir a História do seu tempo. Já chega de lamurias, de desgraças, de governos medíocres e de gente má e mal formada...

21 setembro 2012

Terroristas...

Os verdadeiros terroristas estão no governo, entenda-se: terroristas políticos, terroristas sociais e terroristas económicos. Três castas de terroristas, que pelo recurso ilegítimo e inconstitucional à lei coerciva, roubam o cidadão, atacam o cidadão. Abalam instituições seculares, criam medo, ansiedade, provocam descontrolo, criam situações de stress no cidadãos. E ainda se mostram insensíveis ou indiferentes à desgraça que se abate no seio do seu povo.

Estes terroristas deveriam estar presos, deveriam prestar contas, dizer onde gastam o dinheiro dos impostos dos cidadãos, enfim, vou ficar por aqui, senão ainda me sinto na obrigação de começar já a revolta, que está para breve, e que será muito dolorosa...

15 setembro 2012

15 de setembro de 2012

As manifestações que ocorreram hoje, demonstraram que o povo está farto de mentiras, farto de mentirosos, farto de terroristas sociais e farto de terroristas políticos.

Os consecutivos roubos impostos pela força da lei, estão a levar o povo ao desespero. E esse desespero pode a qualquer altura redundar em violência...

13 setembro 2012

Intifada...

Éramos para encomendar pedras para o dia 15 de setembro, mas lembramo-nos a tempo que este meio é bem mais rápido na sua eficácia...

07 setembro 2012

Governo, mentiras e impostos...

Após o anúncio das novas medidas de austeridade pelo excelentíssimo senhor primeiro-ministro de Portugal, ficamos com a doce sensação do engano e da dissimulação do aumento de impostos.

Neste novo dia de luto nacional,  resta-nos contratar meia-dúzia de Drones, para construir um novo Portugal.

Como já dissemos em tempos, estamos prontos, preparados, determinados, diligentes, conscientes dos riscos, mas também conscientes da oportunidade que se abre com esta nova anunciação de impostos, de novo saque, de novas mentiras...

Retardar a revolta é consentir que o roubo institucional resulte em empobrecimento de quem trabalha.

Quem tiver coragem, que se junte a nós, quanto ao resto, trataremos com a delicadeza necessária a momentos históricos dignos de respeito pelas novas gerações...