29 novembro 2012

Pensamentos efémeros...

Escrevemos estas linhas um pouco desiludidos com a fibra ou falta dela, dos portugueses. Já estamos habituados a esperar pouco desta falta de coragem colectiva, como se "os nosso egrégios avós" fossem de um outro planeta, ou tivéssemos nós forjado uma outra história, na esperança que todos os actos valorosos passados servissem para acalentar e levantar a alma triste do português contemporâneo, aquele que parece ter sido feito de nada.

A resignação do povo face ao assalto fiscal, face à mentira, face ao descaramento e face a desonestidade do governo assalariado: não tem paralelo na história das gentes portuguesas...

24 novembro 2012

Poder...

Quando delegamos nos deputados da nação a capacidade de decidir, de legislar e de vigiar, estamos conscientemente a transferir o nosso livre arbítrio, estamos deste modo já imposto, a colocar nas mãos de outros o nosso destino político, económico e social. Pior, depois de abdicarmos de controlar o que é que seja, também parece que abdicamos de responder com a força considerada adequada aqueles que todos os dias, deixam que o governo nos roube.

Enquanto falamos, enquanto escrevermos e enquanto não agirmos, eles continuarão a aplicar a sua agenda, que simplificada, se traduz: no empobrecimento da classe média, em contra ciclo com a enriquecimento dos políticos, amigos e afins.......

20 novembro 2012

Desgoverno... e nomeações

Nem tudo parece ser mau, isto é, num mar de tamanha austeridade, 1454 nomeados conseguiram receber o subsídio de férias...

Só à lambada, e mesmo assim, não sei se seria suficiente...

17 novembro 2012

Como parar o saque do governo?

É uma pergunta de resposta simples mas de implicações históricas incalculáveis.
Contudo, devemos fazer uma outra pergunta a nós mesmos, que colide com o nosso aparente bem-estar - estamos dispostos a sacrificar esse aparente bem-estar momentâneo em prol de uma ideia de Pátria que transcenda o individual? 
Estamos enfim preparados para o embate que implica a execução de uma estratégia conducente ao travar do saque governativo?
Se estamos, então, este é o momento certo para erguer a "luta" a outro patamar...

Os discípulos não devem acovardar-se. (João 16)
Por vezes, as respostas a determinado tipo de perguntas só se entende quando as acções substituem a oratória...

12 novembro 2012

A justificação para...

Os discípulos não devem acovardar-se.
Disse-vos tudo isto para que vos não acovardais. Expulsar-vos-ão das sinanogas. E vai chegar a hora em que alguém, ao matar-vos, pensará prestar um serviço a Deus. Eles farão assim porque não conhecem nem o Pai nem a Mim. Disse-vos tudo isto para que, quando chegar a hora, vos lembreis do que Eu disse. 
João 16

08 novembro 2012

Revolução necessária...

Temo-nos remetido ao silêncio, não por medo do inimigo, mas por cautela em relação às palavras  escritas... Temos estado atentos às consecutiva asneiras do governo, que a cada novo dia, é ainda mais incompetente, e como se a incompetência não bastasse, mente, produz contra-informação, oculta informação vital aos cidadãos eleitores, dissimula a consolidação orçamental num triste e enorme aumento de imposto, que apenas vai produzir mais asneira do que aquela que tem feito até aqui...

Temo-nos remetido ao silêncio, com medo da nossa determinação, da nossa capacidade para dirigir e fracturar a sociedade, da nossa fé numa luta sem tréguas que deverá terminar com a prisão de todos os responsáveis, e não se trata de simples semântica... Se um dia iniciarmos a revolução, todo o edifício ruirá, para se construir um novo... 

Neste sentido, e para não nos alongarmos muito na escrita, apenas diremos que a Segurança Social, que deveria preservar o dinheiro da TSU que lhe é entregue, perdeu em bolsa cerca 1.500 milhões de euros....... Se a revolução fosse feita por nós neste momento, fiquem a saber que estes meninos eram imediatamente presos, mesmo sem a necessidade de recorrer às autoridades, que apenas obedecem a directivas políticas contrárias ao bem comum...