18 fevereiro 2013

Revolução

Não temos escrito, não por falta de tempo, mas porque o português é um povo sem garra, é um povo acovardado, amedrontado, apavorado, encolhido sobre si mesmo e assustado com o mundo que outrora fora seu. 
Este povo deixou de acreditar em si, deixou de existir porque já não luta, já não se indigna, nem refila. Este povo é apenas uma réstia do que fora outrora. Agora está resignado, cabisbaixo, taciturno, deambula sem destino por um país triste, sem futuro, sem um plano ou sequer uma estratégia, e que já não considera seu. Deixou nas mãos de incompetentes políticos o seu destino, a sua vida e a vida dos seus, como se o político assalariado fosse melhor do que ele. Abdicou da sua escolha, como se a sua vida não tivesse mais sentido, ou fosse apenas uma mera existência para completar os números das vidas que passam sem honra nem glória...

1 comentário:

Nuno Filipe disse...

Se Portugal entrasse em guerra, apenas 28% dos cidadãos estariam dispostos a lutar pelo país. É o que conclui uma sondagem levada a cabo a nível mundial e que apurou que 60% dos inquiridos defenderia a sua pátria.

Esta sondagem foi realizada entre Outubro e Novembro de 2014 pela Win Gallup International, um consórcio independente de pesquisas de mercado, envolvendo 64.909 inquiridos em 63 países de todo o mundo, conforme dados divulgados pela Marktest.

Confrontados com a pergunta “se houvesse uma guerra que envolvesse o seu país, estaria disposto a lutar pelo seu país?“, os participantes portugueses na pesquisa responderam maioritariamente não (47%). Apenas 28% assumiu que lutaria pela pátria, enquanto 24% não quis responder.

Ora quando os actuais portugueses SÃO ESTES, acima indicados, o que podemos nós esperar para o futuro da nossa bem-amada pátria!??